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6 Comments

  1. Ivanílson Santos
    jan 15, 2017 @ 13:31:04

    Eu acredito que a proposta do ‘desprincesamento’ é uma maneira de mostrar que a menina pode lograr êxito em várias áreas que não necessariamente sejam ligadas a uma maneira de ver o mundo como um conto de fadas, vemos isso nas questões de igualdade de gênero – o que particularmente eu defendo. Mas, se a menina deseja aprender os conceitos que estas escolas propõem, não vejo nada demais. A infância é marcada sim, por estereótipos, cabe a nós adultos filtrarmos a maneira como acreditamos ser uma educação que não venha a trazer malefícios aos nossos pequenos, pois a criança é moldada a cada dia observando os nossos modelos.

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  2. Melhores links da semana (de 17 a 22/10/2016) - Só Melhora
    out 22, 2016 @ 09:00:34

    […] grande polêmica sobre as escolas de princesas e “não-princesas” que estão surgindo por […]

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  3. Tamy
    out 18, 2016 @ 13:08:05

    Mas não vejo diferença nenhuma entre o Chile e aqui. Talvez não existam casos de feminicídio registrados, mas que ocorre a mesma coisa por aqui, vc tem dúvida? A sociedade machista é igual ou maior do que no Chile, eu tenho certeza. E pq não existe um curso desse aqui? Pq não há consciência aqui, não ainda. Estamos caminhando para, mas definitivamente, é um longo caminho.

    Desculpe, mas não acho que dê para “desprincesar” nenhuma menina. Isso está implícito na nossa sociedade há anos demais. Mesmo que vc queira criar uma menina falando que está errado ela gostar de rosa e de princesa, se ela realmente gostar daquilo, ela vai SER menininha cor-de-rosa com glitter e esmalte. Não tem discussão. O fato dessa escola de princesas ser ruim não é o fato de ensinar costura e sim reforçar um comportamento que já é super imposto por aqui. E sim, é errado. Pq não é sua filha q está lá, mas tudo bem se for a filha de outro que quer ser marceneira e não pode? Vc luta pela sociedade ou por você mesma?

    Lógico que sou contra forçar a criança a ser qq coisa (inclusive a ser do gênero que não é, mas isso é papo pra outra hora mesmo) e sim a apresentar às opções: tem laranja e azul, vc quer qual? Tem salgado e doce, vc quer qual? Nosso papel é apresentar o mundo, e ela escolhe o que tem mais afinidade, que é natural e faz bem a ela. Ponto.

    Acredito que discutir seja saudável até mesmo para ampliar nossos pontos de vista. Agradeço a oportunidade.

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  4. Gabi Miranda
    out 18, 2016 @ 11:28:01

    Eita assunto controverso. Assim como a maternidade. rs Olha, eu estava lá pensando se escrevia ou não sobre o assunto. Penso tantas coisas a respeito. Eu chamo, por exemplo, o Benjamin de príncipe e não chamo a Stella de princesa. rs Acho mesmo que precisa prevalecer a tolerância e a liberdade de escolha de cada um. Acho um exagero uma escola dessas. Mas ok, respeito. Não colocaria minha filha. Mas a verdade é que eu me pego diariamente diante desse conflito “é de menino e de menina”. Uma coisa é fato, meninos e meninas possuem suas diferenças biológicas e outras tantas que a sociedade conduz. Eu sei que é muito difícil, por exemplo, (e vc vai entender isso pq tem um casal de filhos) educar um menino, ensinando essas coisas que vc citou no post, respeitando os gostos dele e não ser criticada pela sociedade ou seu próprio filho não sofrer preconceito. Enfim, é assunto delicado. Sei que minha preocupação é tratar igual mais o Benjamin do que “aprincesar” a Stella. Não que eu vá “desprincesar” tb, pq acho que tem que ter encanto, magia, fantasia, mas assim como deve ter para os meninos. Falei demais e misturei tudo, né? Marido diz que sou feminista demais. rsrsrs bjs

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  5. Katia
    out 18, 2016 @ 06:42:45

    Sensacional!!! Simplesmente Amei seu texto Bia!

    Tolerância. Respeito. Empatia.

    Exatamente isso! Parabéns!

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  6. Talita Rodrigues Nunes
    out 17, 2016 @ 16:31:02

    E viva a liberdade de escolha! “A gente pode ser princesa, e outras mil coisas. Se quisermos.”

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