BPA free? E BPS? Mais motivo pra olhar o rótulo!

Com certeza você já ouviu falar do Bisfenol A, mais conhecido pela sigla BPA certo? Mas você conhece o Bisfenol S, ou o BPS? Eu não conhecia, até saber de um estudo super recente, da Universidade de Calgary, no Canadá, sobre os riscos da substância para a saúde! Pois é, mais uma sigla pra ficarmos de olho na hora de verificar rótulos de produtos de amamentação e puericultura. Porque, ao que tudo indica, o Bisfenol S é tão vilão quanto o A – e o problema é que tem sido usado como alternativa ao primeiro, cujo uso já é proibido na fabricação de mamadeiras e outros produtos para bebês em diferentes países.

BPA free?

Antes de mais nada, gostaria de lembrar que, além de desabafos, relatos e dicas, esse blog é espaço para informação. Mas, que fique claro, antes de divulgar qualquer coisa, penso duas vezes – até porque, além de blogueira, sou jornalista, e me vejo na obrigação de checar informações. Neste caso específico, não há tantos dados, mas encontrei mais pesquisas a respeito além da canadense! Então, por mais que o assunto “BPS” ainda não esteja sendo muito discutido, achei por bem trazer esse alerta aqui! Vamos aos fatos.

Pra quem não lembra, o Bisfenol A (BPA) é uma substância química conhecida como hormônio artificial, que age como um estrogênio artificial. Ele está associado diretamente ao desenvolvimento do câncer, diabetes tipo 2, depressão, doenças cardíacas e uma série de outras doenças. É perigoso principalmente se absorvido na gestação, primeira infância e infância.

Já os riscos do uso do BPS foram analisados em um estudo com testes em peixes realizado pela Universidade de Calgary, publicado na PNAS (publicação oficial da Academia Nacional de Ciências dos EUA) em janeiro deste ano (super recente!). E a conclusão foi que a substância pode afetar o desenvolvimento do cérebro, levando à hiperatividade. Outro estudo que encontrei, da Universidade do Texas, EUA, também divulgado em janeiro, expôs os ratos aos níveis de BPS equivalentes aos que as pessoas estão expostas. Conclusão? Baixas concentrações são suficientes para alterações no sistema hormonal, o que aponta que a substância pode ser prejudicial à saúde humana.

Sim, muitas mamães ainda não sabem, mas o Bisfenol S (BPS) parece mesmo ser tão perigoso quanto Bisfenol A (BPA). O problema é que não há tanto alarde sobre (pois tudo indica que os pesquisadores ainda lutam contra o A) e que o S pode ser usado! “Como o BPA foi proibido, muitos fabricantes começaram a utilizar o BPS, que também é um hormônio desregulador usado como um plastificante e provoca riscos à saúde do bebê e da criança”, explicou pra gente a pediatra Kelly Oliveira (quem me sugeriu a pauta).

O que fazer? O conselho é continuar verificando o rótulo de todos os acessórios de plástico utilizados na rotina do bebê, como bombas extratoras de leite, recipientes para armazenamento de leite materno e toda linha de introdução alimentar como mamadeiras, talheres, copos e pratos… Não basta ser “BPA free” (livre de BPA), mas também de BPS. Só que, nesses poucos dias que testei ficar atenta, não encontrei nenhuma informação sobre o segundo tipo. Nada que dissesse “livre de BPS”, embora alguns já sejam.

Moral da história: sem pânico e sem tantas certezas, quanto mais longe de plástico melhor! A dica é preferir o armazenamento e/ou aquecimento de líquidos e alimentos em potes de vidro, cerâmica e porcelana.


6 coisas que precisamos falar sobre amamentação

6 coisas que precisamos falar sobre amamentação 2

Amamentação é um assunto importante pra qualquer gestante/futura mamãe/mãe que se preze. Mas é também daqueles temas-tabu, ou melhor, aqueles sobre os quais a gente não fala muito do lado ruim, só do bom. A gente mostra imagens bonitas de mães maquiadas e filhos famintos na “pega correta”. Sai falando por aí em alto e bom tom quando “tem muito leite”. E acha que “vaca leiteira” é elogio. Mas e quando você tem dificuldades pra amamentar?

E quando dizem que “você não vai tem leite”? E se, ainda na sala de parto, fica preocupada com a recusa do recém-nascido em sugar? E quando sai da maternidade aos prantos se achando incapaz? E quando só amamenta de um lado por meses? E se seu filho está na UTI e o leite materno é introduzido via sonda e “chuquinha” para só depois, quem sabe, você poder dar o peito?

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Como agosto é o mês da amamentação, e a primeira semana do mês especialmente é a Semana Mundial da Amamentação, achei que devia vir aqui – mais uma vez – frisar o lado bom sem deixar de dizer “a real”. Sou daquelas que não conseguiram amamentar de primeira, que foram desestimuladas pela pediatra de plantão, que precisaram de ajuda do Banco de Leite, que conseguiram amamentar por mais de um ano com orgulho! Sou das que acreditam na amamentação como a melhor forma de nutrir um bebê, não só com nutrientes, mas com amor. Sou a que insiste, se informa, e chora ainda na gravidez ao ver a primeira gota de colostro! Mas também compartilho a ideia de que, apesar de ser mágico, amamentar não é mágica – e está longe de ser fácil. Há dificuldades, percalços, frustrações, palpites. Nem sempre para todas, mas pra muitas.

Quero dividir algumas observações sobre amamentar – de forma verdadeira, direta e reconfortante. Sim, precisamos de conforto nessa hora! Principalmente quando existem problemas, e também quando tudo está dando certo! Quem não tem peito nem leite nessa hora, pode pensar nisso – e ajudar muito! Enfim, vamos lá?

  • 1 – Parece fácil, mas pode não ser
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Você pode ter a sorte de seu bebê sugar de primeira e já mamar bem na maternidade, de não ter o seio dolorido nos primeiros dias e da quantidade de leite se regularizar rapidamente. Porém, pode também ter problemas com a  famosa “pega” e as consequentes rachaduras no seio, ficar angustiada até o leite “descer”, ou sofrer com mastite (inflamação da mama). Se informar, buscar ajuda de quem de fato entende do assunto, e insistir são os melhores remédios. Mas, por favor, só não abandone a causa sem antes tentar todas as alternativas anteriores.

  • 2 – É possível ter muito leite, e mesmo assim sofrer

As pessoas costumam reduzir o sucesso da amamentação em muito leite X pouco leite. Aqui vai a história real de uma amiga. Ela produz bastante leite, mesmo. Só que nas duas vezes que teve bebê passou por dificuldades exatamente por isso! Porque a regularização da produção, isto é, o equilíbrio entre a oferta do leite dela e a demanda do bebê pelo mesmo, demoram um pouco para acontecer. Na primeira gestação, ela não sabia direito como lidar e teve mastite (por conta do leite em excesso e “empedrado”). Agora, na segunda, o bebê nasceu prematuro, ela está tendo que “ordenhar” e indo quase diariamente ao banco de leite. Mesmo tirando leite a cada 3 horas (como se fossem mamadas), já começou com sintomas de inflamação de novo! A questão é que, mais experiente, correu para o plantão da maternidade, e recebeu a devida ajuda.

  • 3 – É mesmo uma delícia, mas tem gente que não gosta!

Parece loucura dizer que uma mãe não curte amamentar o próprio filho né? Mas existem mulheres que não gostam. Umas por vaidade; acham que o seio vai ficar flácido, caído, etc. Outras por N motivos; se sentem ‘presas’, ‘escravas’ e muito mais. O que posso dizer para essas mães, inclusive depois de conversar com uma amiga psicóloga, é que elas podem (e devem) buscar ajuda também. Simplesmente dizer “sou assim e ponto” e apelar para fórmula na primeira oportunidade pode parecer ser a solução ideal, menos para o bebê. Então, sem julgamentos, fica o conselho de procurar as razões reais para o descontentamento com o ato de amamentar, se informar a respeito dos  benefícios para o filhote (e também pra você!), e tentar o caminho do meio… Produzir o alimento do seu filho dentro do próprio corpo e poder oferecer a ele saúde física e emocional é muito gostoso, mas às vezes é preciso descobrir esse prazer aos poucos.

  • 4 – É a coisa mais perfeita, e vai ter situações engraçadas por isso!

Ter o alimento do bebê, sempre pronto, disponível, fresquinho e na temperatura correta não tem preço! Você pode estar onde estiver; não precisa procurar supermercado ou farmácia que tenha a fórmula X ou o potinho Y. É prático demais, e perfeito! O seio vai “enchendo” conforme vai chegando a hora de o bebê mamar de novo, inclusive na livre demanda (LD): não é preciso estipular mamadas regulares, o corpo se adapta ao ritmo do freguês! O engraçado é que você pode esquecer disso, e viver situações constrangedoras de tão naturais! Exemplo? Você estar ali conversando tranquilamente, o absorvente de seio sair do lugar um tiquinho, e uma rodela de leite ficar estampada na blusa! Era a hora da mamada meu bem! E quando você dá o seio, o bebê tira a boca por alguma razão, e sai aquele esguichinho na testa do pequeno? Tem aquela história de sair do banho também já “esguichando” – coisa mais linda pra marido ver!!! kkkkk

  • 5 – Nem todo mundo respeita e entende a importância da amamentação
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Poxa, é até chato ter que escrever um parágrafo sobre isso. Nos últimos tempos, teve bastante bafafá sobre o fato de que algumas mulheres são constantemente “proibidas” de amamentar em alguns lugares! Absurdo! O que podemos dizer além disso? Em resumo, há uma confusão (proposital) entre amamentar e mostrar o peito! No entanto, acho que não é só nesses casos que existe uma falta de respeito com a lactante. A falta do entendimento da importância do aleitamento materno se dá em ocasiões mais corriqueiras: quando a vovózinha vem dizer que “ele já não está grande demais pra mamar no peito?”, por exemplo. Ou quando pediatra, tia, vizinha dizem que dar fórmula é a melhor solução para noites bem dormidas, afinal, “pesa” mais no estômago! E tem ainda empresa que não flexibiliza horários das mamães depois dos 6 meses (mínimos) de lactação. E há quem diga que seu leite “não serve pra nada” depois que a criança tem 1 ano de idade.

  • 6 – Você pode ficar dependente, mais até que o bebê!

É verdade. Amamentar gera um vínculo inexplicável entre mãe e filho. Além dos sintomas físicos (leite vazando e seio dolorido!) quando estamos há horas sem amamentar (porque o filho não acorda da soneca, porque tivemos que sair e deixar o leite no congelador, etc), não é raro sentir saudade, falta, um vazio. E é comum o bebê já estar querendo desmamar e você não!  Conheço várias mulheres que sentem um aperto imenso dentro do peito nessa hora – nada físico, puramente emocional mesmo! Não acho ruim, de forma alguma. Pense que é a forma mais transparente da natureza dizer “olha como é bom né?”. A maneira mais saudável de lidar, quando possível, é mesmo respeitar o tempo do bebê (tanto pra mais quanto pra menos) e encarar o desmame natural (o bebê vai diminuindo a quantidade, as mamadas e vai largando), e também  naturalmente (enfrentando os sentimentos que surgirem).


Terceiro trimestre de gravidez – e a mais pura ansiedade!!! (diário de grávida)

Ah, o terceiro trimestre de gravidez. Chega de repente! Na verdade, parece que demora muito para a reta final chegar, mas – sem mais nem menos – pronto; você ultrapassou a marca das 28 semanas de gestação!!!

E aí minhas queridas, vocês sabem, vem aquela enxurrada de pensamentos e sentimentos. Em primeiro lugar, vem aquela vontade imensa de ver o rostinho, ou ela aumenta! Ainda mais quando você sai do ultrassom com a seguinte informação: seu bebê já passou dos 40 centímetros e pesa mais de um quilo de meio!! É oficialmente um bebezão.

Tem também a parte prática. Tudo o que a gente estava refletindo em doses homeopáticas, decidindo com “tempo” e “calma”, passa a ser urgente. Sendo ou não. Na minha cabeça, só passa uma frase, quase como naqueles letreiros iluminados: “Tá faltando muita coisa!”. E está mesmo. Os detalhes nem tão necessários, e as coisas básicas que uma mãe prepara para a chegada do filho! Além de berço, cômoda, armário e poltrona, que simplesmente não foram entregues ainda, olha um resumo da minha check list:

– Cesto de fraldas sujas: no banheiro da Manu não tem espaço para mais nada que não seja o micro-lixo que temos por lá, preciso improvisar e não sei como!

– Fraldas (sim, elas!): acredite se quiser, mas ainda não tenho nem um pacote sequer de RN! Ganhei apenas dois, um P e outro M… Se continuar assim, nem de cesto vou precisar!

– Garrafa Térmica e pontinhos para algodão e etc: não comprei, não ganhei, nem ouço falar por enquanto.

– Prateleira de apoio: minha cômoda é pequena e vou precisar de uma dessas (para colocar a garrafa térmica inclusive), mas até agora não encontrei como quero.

– Almofada de amamentação: não usei com Léo, mas senti muita falta! Achei que fosse ganhar e nada! E quero uma que combine com o quarto, seja neutra, rosa básico… kkk

– Mesa de apoio para poltrona: sabe aquelas branquinhas redondinhas? Então, ainda não tenho! E são super úteis pra colocar o copo de água, a fralda de boca, a chupeta, etc. Poderia ser um esquema meio criado mudo também, mas…

Amor de mãe, amor de filho

– Abajour: com Léo eu usava apenas aquelas luzes que ficam na tomada, mas nunca enxergava o suficiente para uma troca de fraldas na madrugada! Mas o que gostei, esquenta a cúpula, aí logo pensei na Manu andando e colocando a mão!

– Absorvente para seios: não comprei ainda!

– Enfeite de Porta: Não fiz, não mandei fazer, não tenho a menor ideia do que eu quero dessa vez! E corro o sério risco de ir para a maternidade sem ele!

– Lembrancinhas: tenho opções que amei, mas pergunta se tive tempo de ir atrás?

– Doula:  Gostaria da presença de uma pessoa (além da equipe médica e marido) pra me apoiar na hora do parto, mas – acredite – não conversei com nenhuma!

No último post do “Diário de Grávida”, eu ainda estava calma, mesmo sem ter nada pronto; estava lidando bem com isso! Passados alguns poucos dias, saí lavando as roupinhas pequenas que nem louca, organizei o que vai pra maternidade e, exatamente por isso, saí correndo atrás de itens que faltavam. Achei que tivesse muitas peças RN, por exemplo, e não tinha quase nada! Havia esquecido da toalha de banho, e ainda não encontrei o casaquinho de frio para aquele tamanico de bebê que sai da nossa barriga! Sem contar a minha camisola, as pomadas…

Sim, ainda tenho umas 8 semanas pra ver tudo, mas imagina se tenho pique? No final, acho que muitas vezes só queremos repouso. E tem também a questão da segunda gestação! Parece que você fica lenta, acha que tudo vai dar certo e que o que faltar dá-se um jeito, afinal bebês não precisam de tanta coisa assim que não seja colo, peito, uma boa manta e fraldas! Só que chegando nos “finalmente”, a tranquilidade do início (e do segundinho) vai meio que por água abaixo, e te resta uma enorme ansiedade típica de primeiro filho – além de um cansaço gigantesco, e a curiosidade de ver as feições do mais novo amor da sua vida.

Amor de mãe, amor de filho

Bom, há uns 3 dias, meu marido disse que estou “desesperada”. Será? Eu disse que “muito pelo contrário, porque a maioria das mães na trigésima semana já têm tudo pronto!”. Pelo menos as de primeira viagem! To errada? Aí, conversando com uma amiga na mesma fase (e grávida não pela primeira vez), chegamos à conclusão de que nessa altura do campeonato, e principalmente na segunda, terceira gestação…: falta de tudo, você esquece de um monte de coisas, e fica louca querendo que o tempo passe. Não aguenta tanto o tranco mais. Só que não quer ter o bebê nos braços antes da hora, porque né?

Aliás, que loucura, nos últimos dias o que não faltou no meu círculo de amizades foram mães parindo antes do tempo (31, 34, 36 semanas!). Socorro. Se a Manu chegar antes já viram? Prefiro segurar a ansiedade de ver o rostinho, e curtir a correria de dar conta do que ainda não fiz! Inspira, expira.


Babymoon: já pensou numa lua de mel antes do bebê chegar?

Babymoon: já ouviu falar? É simples: uma lua de mel pra você curtir com maridão, antes que o bebê chegue, e mude tudo e mais um pouco por aí! Sem querer, eu fiz! Casei grávida do Léo, então acabei tendo essa “oportunidade”. Se por um lado, “perdi” a lua de mel como devia ser, por outro ganhei uma baby moon antes mesmo de ela virar tendência!!!

Achei legal compartilhar aqui essa ideia porque realmente acho uma ótima ideia! Quem dera tivesse feito grávida da Manu também… Mas na vez dela, o que rolou foi a viagem pra fazer o enxoval nos EUA (confira aqui 10 dicas práticas para as comprinhas do bebê no exterior!)… Mas não, babymoon não é a mesma coisa que uma viagem em família – muito menos uma viagem de compras… Ela é pra você e marido, ninguém mais – nem filho mais velho, se tiver. E a ideia é namorar, aproveitar, relaxar, respirar, desconectar, colocar as pernas pra cima, descansar… Por isso mesmo, é bacana ter muitos cuidados para o casal, como massagens e etc.

E pra onde ir??? Pra onde vocês (marido e mulher) quiserem! Vale uma pousadinha simples, uma viagem a Paris (bem romântica, pra renovar a energia da lua de mel mesmo!) ou um resort. Eu acho que um resort é a proposta que melhor se encaixa – e por um motivo: nele você é paparicada o tempo todo, e não é tentada a sair pra bater perna (seja pra passeios ou comprar). Descanso garantido! Mas, claro, nada impede de visitar algum lugar bacana e sair pra fazer comprinhas de souvenires… O que não se encaixa perfeitamente aqui é mudar o foco da viagem entende? A não ser que você queira.

Babymoon já pensou numa lua de mel antes do bebê chegar

Enfim. Esse post surgiu quando recebi um release do programa Babymoon no Resort Breezes Bahamas e morri de amores pelas fotos quando resolvi pesquisar esse destino. UOU… Já pensou??? Bahamas??? Como se não bastasse estar localizado nas belas praias de Nassau, o Breezes criou um pacote especial para essa viagem romântica feita pelo casal antes da chegada do primeiro (ou segundo, ou terceiro…) bebê. Morri só de pensar.

Mas tem outras opções tão paradisíacas quanto. Uma amiga minha foi para Punta Cana, grávida do segundinho, e amou!!! E sei que os pacotes pra lá andam mais baratos do que antes… Na minha lua de mel (misturada com “lua de bebê”), fui para Porto de Galinhas, e também recomendo! Tem também Maragogi, Praia do Forte…

Se for falar de resort no Brasil, eu recomendaria o Transamérica Comandatuba, que apesar de ser perfeito para quem tem crianças (conheci em família!), me parece um lugar ideal também para  casais!!!!! Nesse caso, a única coisa que acho legal é pedir a hospedagem nos bangalôs mais afastados… =)


Acessórios para quarto de bebê – que ajudam na decoração!

Acessórios para quarto de bebê não faltam e, na minha opinião, são eles que dão o toque especial na decoração. Eu quis fugir do padrão convencional de baby decor no quarto da Manu, e fui buscar em blogs americanos algumas inspirações – o que tornou os detalhes ainda mais essenciais, e a busca por eles bem complicada! Não foi fácil ir atrás dos meus caprichos! Por isso, hoje falo deles: dos itens que ajudaram a deixar tudo do jeitinho que eu queria.

Acessórios para quarto de bebê

Nessa foto, está faltando o que realmente começou a história, o jogo de berço – comprado nos Estados Unidos e um pouco diferente dos daqui – em tons de rosa e cinza. Vou mostrar ele no berço em outro post sobre a decoração completa (nessa fase ainda não estava tudo pronto!), mas pra matar a curiosidade foto abaixo!

Tudo estava indo bem, até que, no alto das 30 semanas de gestação, me dei conta de que o kit não vinha com trocador de cômoda! Começou a corrida contra o tempo, e atrás do trocador em primeiro lugar. Além de querer um que combinasse com o jogo, não queria que fosse fino, como havia usado com Léo, e sim com espuma. Passei dias procurando. Achei alguns, todos rosinha e branco, muito comum pra mim. E finos.

Até que numa madrugada (mesmo!), encontrei a loja dos meus sonhos! E esse não é um publipost, deixo claro. Me apaixonei pela Pilulito, e à primeira vista. Encontrei não só o trocador Chevron (zig zag) que queria, como outros itens diferentes – pra decorar e de quebra me ajudar na rotina com bebê! Fuçando no site, vi que tudo é confeccionado com por uma mãe empreendedora, muitas vezes com tecidos lá de fora. Pronto, eu estava em um relacionamento sério!

Fiz minhas encomendas e vou mostrar quais foram, além de dar meu parecer sobre elas! Quem sabe você também não encontra aquilo que tanto procura e não acha?

Trocador…

Amei!!! Zig Zag cinza e branco com viés da capa plástica em rosa!!! O que mais achei legal, além do Chevron? A espuma tem 5 centímetros de espessura, e a capa é como um “envelope”, fácil de tirar para higienizar. Além disso, dá pra tirar o tecido pra lavar se quiser, porque tem zíper!

Cesta Multiuso ou porta-trecos

Além de charmosa, achei super útil! Pensei que menina sempre tem elástico de cabelo, tiara, pulseiras, e onde guardar? Enquanto ela não chega nessa fase, encontrei outro uso: guardar pomadas no nicho da cômoda, e ajudar a decorar o quarto!

Sacola de Roupa Suja

Vocês já viram alguma assim? Pra mim foi perfeito, porque eu não tinha espaço para cestos no chão (foto abaixo). Aí vi a sacolinha! Tem em várias estampas; fiquei com essa pra quebrar um pouco o padrão rosa e cinza do quarto (o turquesa harmoniza bem com as cores dos outros itens e me dá liberdade para inserir outras coisas depois). Além do mais, é a história da chapeuzinho vermelho, fofo né? Ela fica linda fechada e aberta, vazia ou cheia, e pode ser usada mais tarde (ou a hora que você quiser) pra guardar outras coisas, como brinquedos!

Coloquei ao lado do guarda-roupa, pra dar um charme na lateral branca do móvel, já que ele fica bem na entrada do quarto. Ponto positivo da localização: fica entre a cômoda e o banheiro (posso jogar a roupinha lá tanto pós troca quanto pós banho).

Almofada de apoio (ou só pra decorar mesmo!)Tenho almofada de amamentar e essa não é pra isso. Mas sabe quando você senta na poltrona e sente um vazio na lombar? Pensando nisso (e apaixonada assim quando vi a almofada) encomendei! Rosa e cinza, minha paixão. Elefantinhos, pra fugir da macacada (não quero um tema só dessa vez), e ainda pode ser usado do lado das bolinhas (poás) que tanto amo! Viés charmoso, combinando com o do trocador. Sem palavras.

Lençol de berço com 2 fronhas!

Não sei se encaixa como acessório, mas aqui vai: achei demais! O bebê geralmente regurgita e suja a fronha antes de precisar trocar o lençol de fato, então dá-lhe duas! O lençol de cima e o de baixo também são mais largos e mais compridos do que costumamos ver por aí, sendo que o de baixo tem duas faixas para você amarrar, fazendo com que ele fique sempre bem esticadinho e nunca saia do lugar! Por que ninguém pensou nisso antes? Tinha que ser mãe pra pensar e ainda confeccionar tudo do jeitinho que deve ser.

O conjunto vem com bolsinha de tecido que pode ser usada tanto para guardar os próprios lençóis de forma organizada, como para levar uma muda extra de roupinhas na bolsa por exemplo.

Pra mim, o quarto da Manuela não seria o mesmo sem esses acessórios! Mas sabe o que mais gostei? De conhecer um lugar em que encontro produtos diferentes… Alguém já viu sacolinha de roupa suja pendurada na parede ajudando a decorar o quarto? Por isso, naquela madrugada mesmo, fui logo mandando email para a Kátia, falando do meu amor pelo que tinha visto! Fiz minhas encomendas e ainda perguntei se ela não topava me dar um desconto pra eu poder ter tudo o que queria e de quebra testar pra vocês! A Ká (já me sinto íntima!) faz itens por encomenda e ainda dá sugestões, caso a gente peça. Eu pedi, e ela me tranquilizou sobre combinações de cores:

“Você vai ver que com o tempo o quarto da sua filha vai se transformar, vai aparecer a baguncinha do dia a dia, os presentes que ela vai ganhar, tanto de enfeites como de brinquedos e tudo bem! Você não vai querer ‘esconder’ algum presente só porque não está na paleta de cores que você idealizou para o quarto dela né? Isso é muito mais legal do que aqueles quartos perfeitos e intocados, onde a criança não tem liberdade no próprio quarto porque senão vai ‘estragar’ a decoração entende? O importante para que você consiga manter a ‘alma’ do quarto, ou seja, manter aquele estilo e cores que você planejou, é fazer com que elas prevaleçam sobre as demais cores e objetos; essas cores/estilo precisam ser a base do quarto, mas não precisam dominar tudo, entende? O quarto da sua filha vai lindo, do jeitinho que você imaginou, bem feminino, delicado e com rosa e cinza prevalecendo, mas não dominando tudo. Uma decoração equilibrada, em harmonia e pronta para a vida real, onde não temos controle sobre todas as coisas…”

Fica a dica para todas nós!! E que os quartos se realizem, com a essência que as mamães desejarem, muita criatividade e bom gosto!

Onde, como e quanto: No Atelier Pilulito, também conhecido como “laboratório de coisas fofas para bebê e criança”! Vende online, por preços acessíveis (embora alguns itens sejam mais caros, por conta do tecido importado e outros fatores). Adoro fuçar na fanpage. E pelo contato@pilulito.com.br dá pra conversar direto com a Ká e fazer encomendas personalizadas.


Pilates para mães: recomendo! Veja benefícios

Você deve estar achando que vou falar dos benefícios físicos do Pilates para mães né? Não! É que tão importante quanto, pra mim, são os benefícios mentais. Por que Pilates? Porque é a minha mais nova modalidade!

Pilates para mães

Na verdade, já pratiquei há alguns anos (antes de ter Léo!) e amei. Foi logo quando enjoei de tanto marombar na academia (é, já fui dessas!) e resolvi aderir a um estilo de vida esportiva mais light. Não que o Pilates seja light! Não! Mas pra quem saía da musculação, entrava no Spinning e ainda corria na esteira, acredito que foi um passo para a paz – e para um olhar menos neurótico para o espelho em busca de músculos a qualquer custo… kkkk

De todo jeito, essa modalidade é bem legal! O que ela tem de diferente? Bom, acho que tudo. Só fazendo pra entender. Fico com receio de tentar explicar e falar besteira. Mas, em resumo, ela reúne uma série de exercícios e posturas (com ajuda de aparelhos, e acessórios), fortalecendo toooodo o corpo, Trabalham lugares do seu corpo que você nem imagina que existiam, e sempre concentrando a força no abdômen, alinhando a postura, e relaxando. Você sua, você sente a perna tremer, você cresce, você adora!

Não é fisioterapia e nem alongamento. É exercício, dos brabos, que deixou a minha perna maravilhosa (bem mais bonita do que na época que puxava ferro!)! Agora você deve estar achando que voltei para o Pilates pelas pernas… não também! Penso mais na barriga pós-parto no momento. E na postura que segue torta de tanto amamentar e segurar filho na cadeirinha lateral que faço com a cintura… Mas não é isso que me moveu pra lá exatamente.

Comecei porque não aguento mais ser sedentária (fazia natação depois que Léo nasceu, amava, e parei!)! E porque é sim uma atividade física deliciosa e cujos resultados aparecem rapidamente, pelo menos em mim. Mais que isso, porque me possibilita voltar à rotina de exercícios de forma tranquila e no meu limite (penso que é ideal para mães que pararam tuuudo por causa dos filhos) veja um vídeo no YouTube por que é bom .

Na primeira aula, semana passada, teve vários momentos que saí de mim… E que fiquei com aquele olhar perdido… Quando a professora me perguntou “tudo bem?”, só consegui rir e dizer “nossa, to curtindo!”. Pudera! Vocês sabem que sou mãe tempo integral, que escolho não ter babá e nem colocar na escola, que moro longe da família, e que marido quase sempre está bem ocupado com o trabalho. Pois bem! Agora tenho tempo pra mim. Uma vez por semana, uma horinha, pouco, mas tenho!

Por isso, não vim falar de Pilates como você podia estar esperando, até porque está cheio de matérias super bacanas e completas por aí. Estamos num blog, e imagino que quem me lê, procure minha opinião sincera sobre as coisas né? Bom, é um pouco mais caro que outras atividades… Mas, vai de você ver o que é prioridade. Posterguei bastante me matricular, mas abriu um horário perfeito e estou animada!

E estou aqui pra te animar!!!! Experimente Pilates! Sei de lugares que oferecem até aula de baby pilates, onde você faz os exercícios com o bebê no sling!!! Aqui onde moro não tem, mas se tivesse… E se não quiser “pilatear”, tente qualquer outra coisa que te dê prazer, bem estar, paz, alongamento, endorfina e umas horinhas com você e seu corpo! Faz bem!!!!!! E faz falta para qualquer ser humano. Com filhos então, nem se fale! Eu que o diga


20 loucuras que só mães pensam!

Mães são neuróticas por natureza. E é cada loucura que a gente pensa não é? Se você já se achou meio doidinha pensando algo parecido com “vou sumir” ou “nunca mais vou no banheiro sozinha”, esse texto é pra você!!!! Listei as principais loucuras que passam na nossa cabeça… Principalmente em dias de cansaço…rs. Recomendo que leia até o final, porque as mais interessantes estão lá =)

loucuras que só mães pensam

1 – “Nunca mais vou dormir”

Fato. Então nem deveria estar na lista das “loucuras” né? O parto é quase uma sentença de “morte” do sono. E a adolescência, dizem, consegue deixar as madrugadas ainda mais tensas! Mas a gente volta a dormir um dia sim – só não no mesmo horário, com a mesma facilidade, numa cama só sua e do marido, e com o botão de “alerta” do seu cérebro (ou do celular!) desligado… Loucura real, mas loucura.

2 – “Nunca vou sair de casa de novo…”

Dá muuuuito trabalho. Quando o bebê é recém-nascido, a gente não sai por medo de bichinhos mil. Até os 3 ou 4 meses ainda tem a cólica e muito choro. Até 1 ano, papinhas, tralhas pra levar, e seu cansaço, claro. Depois disso, a criança anda!!!!! E, alguém já viu um pré-adolescente na mesa do restaurante? Parece não ter mais graça passear com papai e mamãe…

3 – “Não aguento mais!”

Nenhum outro ser humano no seu lugar aguentaria, mas – acredite – você aguenta mais. Muito mais.

4 – “Devo estar fazendo alguma coisa errada”

Eu sei, bebês choram muito e, muitas vezes, fica quase impossível acalmá-los. Mas não significa que esteja errando pique tenha errado. O instinto materno é maravilhoso, e ele joga do nosso lado. Os pequenos choram por fome, cólica, frio, refluxo, calor, necessidade de aconchego, e porque essa é a forma que encontram de se expressar! Então, é só tentar entender a mensagem… Se procura descobrir e suprir a necessidade do baby, não, você não está errando! Garanto que todas as vezes que pensou que estava, já tinha procurado todas as razões (e soluções), oferecido tudo (e mais um pouco)… Para filho mais velho, funciona quase igual: quando você se pergunta se está errando na educação, por exemplo, geralmente é porque se empenha muito nela! Talvez tudo seja só uma questão de tempo, inclusive pra perceber os resultados…

5 – “Mãe sempre tem razão”

Contraditório? Mas acontece assim: quando pensamos que erramos geralmente já tentamos de tudo, só que quando passa pela cabeça que temos total razão, podemos não estar querendo enxergar outra perspectiva, admitir falhas… Aí é que mora o perigo.

6 – “Não devo ter leite”

Louco pensar nisso sem nenhum motivo a mais do que o choro do bebê. Ele vai chorar e nem sempre de fome!!! Procurar ajuda de uma consultora de amamentação e de um bom pediatra (que seja a favor desse vínculo exclusivo) pode ajudar a descobrir se realmente a produção precisa melhorar. Sem avaliar todos os fatores envolvidos (pega correta da aréola, ganho de peso do bebê, etc), é precipitado tirar qualquer conclusão. E, percebam a frase ali atrás: com apoio de profissionais (e hábitos saudáveis), a produção pode melhorar! Ou seja, você até pode não “ter” leite suficiente agora, mas pode produzir rapidamente.

7 – “Vou começar a cobrar uma taxa por cada palpite que receber”

Essa é a que mais faz sentido! Mas, deixando de lado o ouvido cansado (e o saco cheio!) , vamos trazer pra razão: seria mal educado…não? Mas que seria hilário seria; imagina um cofrinho na entrada de casa escrito: “a cada palpite que der, deposite 10 reais!”. Melhor ainda: 100!!!

8 – “Não vale a pena fazer o que elas dizem”

Isso a gente pensa principalmente quando escutamos conselhos das nossas mães, sogras e avós. Ok, elas podem exagerar na dose dos “achismos”, do “na minha época era assim”, do “criei 3 filhos e tá tudo vivo”, mas elas passaram por tudo que nós estamos passando! Podem ter perdido um pouco a prática, mas podem sim ajudar. Vale a reflexão pra cada caso…

9 – “Quando achei que fosse melhorar, piorou!”

Raciocínio quase lógico no decorrer dos meses, anos… O que a gente precisa lembrar é que a maternidade

nos dá um dom: esquecer os perrengues! Então, fica realmente complicado comparar fases… Cada uma com sua dificuldade, sua graça! É essa coisa de achar que vai melhorar, bem, é esperança de mãe mesmo.

10 – “Não posso nem falar em voz alta, se não…”

Já te aconteceu de a criança começar a dormir a noite toda e, bem no dia que você conta pra alguém, ela voltar a acordar? Pois é! Só que essa é só mais uma dessas peças que a vida materna prega numa mãe. Só isso. Falar ou não falar tanto faz. Nada garante nada…kkkk. Agora, estamos falando de pessimismo de mãe.

11 – “O dia que for pra escola, vou ter tempo pra mim”

Se não for loucura, é inocência. Ou otimismo demais para uma mulher com filhos! Porque, meu bem, quem é que desliga o “modo mãe” da pessoa? A cria tá lá na escola, toda alegre e bem cuidada, e você tá aí fazendo comida pra congelar, indo no supermercado, colocando a roupa na máquina de lavar, guardando brinquedo, pesquisando preço de escrivaninha…

12 – “Meu filho não faz isso”

Tá, pode não fazer na sua frente. Ou nunca ter feito…ainda. Mas vai que…né? A gente pensa isso num primeiro momento, e até num segundo… Mas não custa verificar a possibilidade de… Vai que foi ele mesmo que mordeu? Que falou? Que começou? A vida é cheia de surpresas, imagine a vida materna… Ah, e não podemos esquecer que não é porque o primeiro não faz que o segundo não vai fazer. Só avisando. Isso vale para birras, “artes”, palavrões, e etc.

13 – “Não sei como fazer ele parar”

Ah, você sabe!!!! Tente, invente, faça diferente… Mas jogar a responsabilidade para o universo seria loucura hein?

14 – “Não tenho tempo pra mais nada!”

Depois de ter filho, a gente não tem tempo de sobra. Mas a gente arranja tempo pra taaaantas tarefas… E, por mais difícil que possa parecer, é possível se organizar melhor, pedir ajuda, priorizar, delegar – e encontrar tempo pra mais alguma coisa…certo? Até porque é senso comum: se quiser pedir favor a alguém, peça pra quem for ocupado, porque essa pessoa vai dar um jeito de ajudar. Quer alguém mais ocupado que uma mulher com filho? Anota aí: assim como no coração, em agenda de mãe sempre cabe mais um!!!

15 – “Não consigo”

Quase a mesma lógica. A gente fica meio insana mesmo de tanta coisa que têm pra dar conta, e sai falando que não consegue…fazer exercício, se cuidar, se alimentar melhor, se arrumar, ir ao banheiro sozinha… Vale dar uma de doida de verdade e virar a mesa!!! A gente consegue!!!! Força de vontade, foco, fé e um pouco de ajuda…kkkk. No caso de necessidades fisiológicas básicas, por exemplo, peça um vale-banheiro para o marido – pelo menos de vez em quando!!!!!!!

16 – “Só EU acho as coisas nessa casa?”

Loucura com razão de existir. Mas talvez porque só a gente guarde, preste atenção, controle tudo e mais um pouco… Quem nunca?

17 – “Desisto” (possivelmente substituído por “Vou sumir!”)

Você nunca vai desistir, muito menos sumir pelo mundo. Em caso de dúvida, volte ao tópico 3.

18 – “Minha mãe estava certa”

Essa é boa! Porque é real!!! A loucura está no simples fato de admitir isso um dia! OBS: ela estar certa é diferente de ter razão sempre. O duro é que a mãe costuma estar certa onde você, como filha, não queria que ela estivesse…

19 – “Como consegui viver tanto tempo sem ele/ela?

Óiiiiinnnnn, é tanto amor né?! Só que é simples explicar. Você conseguiu viver porque não sabia como era ter ele/ela na sua vida! E foi bom enquanto durou.

20 – “Por que fui ter filhos???”

Quem nunca pensou essa? Numa madrugada de cólicas? Num dia caótico de manha? Num ano todo sem dormir? Num segundo de desespero? A resposta? …porque é a melhor loucura desse universo!!!!!!!!!!!


10 contradições da maternidade

Uma vez mãe, normal ficar cheia de sentimentos conflitantes, pode saber. Normal uma hora estar feliz da vida admirando detalhes do bebê mais lindo do mundo, e no minuto seguinte se sentir péssima de ouvir tanto choro desse mesmo bebê. Normal dizer que seu filho nunca vai comer vendo TV, e permitir isso tão logo seja possível. Normal querer tomar banho sozinha, mas ficar curiosa pra saber o que o papai está fazendo com o pequenino do lado de fora.

contradições da maternidade

Por essas e por outras, resolvi selecionar pra vocês, as TOP 10 contradições da vida materna. Depois me digam se concordam! kkkkkk

  1. Começa logo na gravidez: você quer e precisa dormir, mas a barriga geralmente não deixa!
  2. Também na gestação, reclamar dos enjôos e, quando eles passam, achar ruim que não para de comer!!!
  3. Nos primeiros meses, aqueles em que o bebê te rouba o coração, você deveria só curtir aquele momento não e? Ficar olhando cada detalhe, dormir quando o bebê dorme, etc. Mas as cólicas, as injustas, te tiram esse direito. E você vive tão cansada que não vê a hora que tudo passe!
  4. …E assim surge a maior das contradições maternas: a gente quer que eles cresçam logo pra ver comer papinha, dormir a noite toda, engatinhar, andar, falar. Mas morre de saudades dos “dias de ontem” quando isso de fato acontece!
  5. Estar morta de sono mas ter a vontade de ficar olhando o bebê dormindo – ao invés de fechar os próprios olhos.
  6. Ainda em relação ao sono… Quando o filhote não dorme, você não gosta! Quando o pequeno dorme mais de cinco horas seguidas, vai lá dar uma olhada pra ver se ta vivo!
  7. Reclamar que a criança só reclama de fazer as coisas que a gente pede, mas viver reclamando também! E do que a gente reclama? De cuidar da casa, ter que dar conta de tudo, ter que falar a todo o instante o que a criança tem que fazer…
  8. Dizer que nunca vai fazer tal coisa, e depois de se tornar mãe, simplesmente fazer!!! Cuspir pra cima é com a gente mesmo…
  9. Julgar a maternidade alheia, mesmo que sem querer. E detestar que julguem a nossa!
  10. Achar chato ter que se desdobrar pra dar atenção pra filhos e marido, mas, quando ele chega do trabalho, disputar a atenção dele com as crianças!!!