Bullying na escola: o que fazer?

Volta às aulas pra criançada é época de alegria para as mamães? Nem sempre. Por isso, hoje é dia de ajudar uma leitora que está com problemas na escola do filho! E o problema é bulling, e a continuidade dele. Como acabar com isso?

Bullying na escola: o que fazer?

Ela pede ajuda porque não está satisfeita com o que anda acontecendo com seu pequeno, de sete anos, vítima de bulling na escola. Segundo nossa querida (que prefere não ser identificada), os educadores não fazem muita coisa, os colegas do garoto não param e, o pior, ela trabalha na escola e vê tudo, mas não sabe o que fazer!

“Meu filho sempre apanhou na escola e ninguém nunca falou nada. Ele chegou em casa arranhando, mordido e faltando pedaço por beliscão, chora muito. Ele não sabia se defender, só chorava, agora começou a bater, se revoltou e disse que não adianta contar para tia porque ela não fala nada, que ele cansou de apanhar e que vai descontar. Já conversei com a direção, equipe, professora. De tanto conversar com a professora acho que ela não gosta de mim, pois não dá a mínima quando converso com ela, como se o meu filho fosse sempre errado ou então eu a mãe mais enjoada do mundo. Converso com ele para se afastar, ele faz acompanhamento com psicólogo e toma remédio para nervo com acompanhamento de neuro. O que eu faço?

Complicada essa situação não é? Por isso, ativei meu lado repórter pessoal e fui conversar com quem entende não só do assunto criança/escola, mas também dos conflitos da maternidade desde a gravidez: Maria Cecília Schettino, psicóloga, autora do blog Maternidade no Divã e uma querida! Já de cara ponderou: não conhecendo a mãe, a escola e a criança, fica muito difícil interferir. Claro, a gente vai responder ao pedido de ajuda, mas não sem antes reforçar que o que escrevo nesse post (com base na entrevista e em minhas opiniões pessoais) são apenas sugestões e dicas baseadas no que podemos imaginar que está acontecendo e no que geralmente é recomendado fazer nestes casos ok? É importante que essa e outras mães que passam por situação parecida procurem ajuda profissional de fato – seja na própria escola ou num consultório. Se já existe a ajuda e nada muda, talvez seja o caso de procurar outro profissional ou repensar a postura diante do problema.

Segundo Maria Cecília, não é novidade que existem crianças malvadas, assim como também sabemos que os pais desejam proteger seus filhos de todo o mal. “Mesmo sabendo que essas coisas vão acontecer e que eles vão se recuperar, pais não querem vê-los desapontados ou magoados. Ver isso acontecendo tão cedo e com tanta intensidade é especialmente cruel”, disse. É fato, muitas vezes dói mais na gente do que neles… Mas é preciso saber qual é nosso papel nesse contexto.

Uma mãe não pode prevenir os agressores de praticarem bullying e, às vezes, é necessário deixar o filho agir, armado do que podemos ensiná-lo: confiança em si mesmo e no amor de seus pais por ele. “Não estou sugerindo que os pais sejam passivos, e deixem nos ombros das crianças toda a responsabilidade. O que os pais não devem fazer, não importa a idade da criança, é supor que isso é coisa normal, de pouca importância, e que vai se resolver sozinha. Toda criança tem o direito de se sentir segura na escola.” Entendo isso como: não estimule a violência, mas não deixe que seu filho sinta-se sozinho nas decisões e atitudes.

Agora sou eu, baseada na minha experiência dizendo. Sabe aquela coisa do “finge que não vê quando ele revidar?”. Infelizmente, quando temos filhos bonzinhos demais tem horas em que é preciso que ele descubra uma maneira de se proteger. Não falo em estimular violência, mas em entender se essa for a forma que ele encontrar de se preservar num primeiro instante. Como já escrevi sobre isso, Léo é do tipo que ‘apanha’, e sempre busquei orientá-lo a se afastar e não devolver na mesma moeda. Mas, diante de situações repetitivas, tive que dizer a ele que eu o apoiaria se ele revidasse. E que, às vezes, mesmo a gente sendo bom, as pessoas não nos respeitam e que, sim, a gente pode mostrar pra elas como isso é ruim. Ele nunca revidou, mas a partir daí se sentiu seguro para falar mais, discutir e dizer o que sente para o coleguinha. Não passou a agredir, mas a se impor. Acho que fiz certo!

A psicóloga explica que se o filho está sofrendo bullying, os pais devem lembrá-lo de que não é culpa dele, e que não está sozinho. É também importante para as crianças identificarem sentimentos e saber que podem falar sobre o que sentem. Por isso, os pais podem falar sobre seus próprios sentimentos (eu sempre falo…). “Devemos ajudá-los a desenvolver habilidades de inteligência emocional e ensinar a diferença entre ser assertivo e agressivo, forte e mau”, sugere Maria Cecília.

Segundo ela, é preciso ajudar as crianças a fortalecerem e elevarem sua auto-estima, pra que se tornem cada vez mais confiantes e seguras. “Quanto melhor o seu filho se sentir sobre si mesmo, menos o bullying o afetará”, explica. Como fazer isso? Incentive hobbies, atividades extracurriculares e situações sociais que trazem à tona o melhor da criança. “Amizades sólidas e aliados podem ajudar a suportar o peso de um valentão”, lembra a psicóloga.

Mas e a escola, onde fica nessa história? Acredito que é bom procurar uma instituição que valorize a relação com os pais e que se mostre ciente do quanto o bullying pode ter consequências traumáticas para a criança; levando a baixo rendimento escolar, baixa auto-estima, ansiedade e depressão. Como saber se os educadores estão agindo corretamente? Pra mim, o único jeito é se fazer presente e consciente do que acontece em sala de aula, como faz a leitora que me escreveu. Acredito que se os profissionais não nos “correspondem”, não nos amparam ou até mesmo não nos “puxam a orelha” já é sinal suficiente de que não existe uma “relação” e, portanto, lá não é o lugar ideal para a formação da criança. Eu, no lugar dessa mãe, repensaria a escolha da escola.

Na prática, Maria Cecília explica o que uma instituição de qualidade deve ou não fazer: ”Muitas escolas ignoram o bullying por não saberem como agir nessas situações. Ignorar é fingir que não existe e, se não existe, nada precisa ser feito”. Segundo ela, a abordagem correta para os atos de agressões persistentes, é entrar em contato com os pais do agressor. Isso quando estes pais parecem ser receptivos e trabalhar de forma cooperativa. Ou seja, em casos isolados, a escola pode e deve agir sozinha. E, sim, existem pais nem um pouco preocupados em colaborar ou assumir responsabilidades.

Por isso, uma dica de ouro pra praticar em casa e tentar evitar que seu filho seja vítima de bulling e, o que é pior, sofra muito:

– Que tal dizer ao seu filho as qualidades singulares que você ama sobre ele, e experimentar reforçar comportamentos positivos que você gostaria de ver mais, uma vez que geralmente nos concentramos em situações negativas e broncas? As crianças compreendem melhor quando são elogiadas e quando seus bons comportamentos são reforçados. Sublinhando os pontos fortes e incentivando conexões saudáveis com os outros pode elevar a auto-estima e aumentar a confiança da criança a longo prazo.

E uma última opinião da especialista, pra gente refletir:

“Bullying é um problema mundial e sério. O que uma vez foi posto de lado como um rito de passagem, uma prática comum de crianças e jovens, é agora entendido como um problema potencialmente catastrófico. Em todo o planeta já é considerado um problema de saúde pública. Deve-se reconhecer que o bullying não vai parar até que todos concordem em não tolerá-lo.”

:)

…Querida (e todas as que procuraram ler este texto por alguma razão); espero ter ajudado de alguma forma! Sorrisos e chega de bulling!

# Nossa entrevistada: Maria Cecília Schettino, psicóloga graduada pela PUC-Rio. Além do consultório particular, atua na área da Psicologia Perinatal, no Rio de Janeiro e mantém o blog www.maternidadenodiva.com


Buffet infantil no interior de SP: dica de onde tem até arvorismo!

Buffet infantil parece tudo igual pra você? Pra mim não mais! É claro que todos acabam tendo a mesma proposta de oferecer uma festa indoor (protegida de chuva e outros contratempos), mas tem uma baita diferença de um para outro! E eu, que adoro uma festa em casa, me apaixonei por um buffet no interior de São Paulo! Foi lá onde fizemos o aniversário da Manu, no começo de outubro!

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Antes de contar o que ele tem de diferente (e de igual só que melhor!), vou mostrar algumas fotos da Manu se divertindo… =)

Deu pra sentir o quanto ela amou? Sabe aquele medo que a gente tem em fechar o aniversário de uma criança pequena (de 1, a 3 anos) em buffet e ela não aproveitar nada? Passou. Ela aproveitou muito. E por uma série de fatores, que fazem desse lugar uma opção que realmente acho vantajosa. E de onde estou falando? Do Hula Hoop, em Valinhos (muito perto de Campinas, Vinhedo, São Paulo). Por que fiz lá? Porque fica no meio do caminho para toda a minha família, que é da região! Super bem localizado inclusive, pertinho da chegada de Vinhedo e Campinas e também da saída para a rodovia Anhanguera! Um pouco dele pra vocês

Buffet infantil
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Muito legal né? Ele é grande, mas acolhe festas pequenas também – o caso da nossa! Fizemos pra pouco mais de 30 pessoas, só família mesmo. E foi tudo perfeito! O salão possui pé direito de 12m², área de brinquedos de 500m² sem nenhuma coluna ou escada – pra garantir a segurança das crianças enquanto brincam.

Todos os brinquedos estavam em ótimo estado de manutenção, e tudo super limpo. Aliás, nunca vi um buffet com brinquedos tão limpos sabe? E o legal de lá é que tem brinquedos pra atender todas as idades! Repararam nas fotos? Tem roda “gigante” e “carrossel” de cupcakes (que atende super bem à idade da Manu); elevador (que atende ela e os maiores – até minha irmã de 45 foi! kkk); cama elástica e brinquedão, aquele que chacoalha e gira (não sei o nome), além de um inflável (que sempre faz sucesso na minha opinião), parede de escalada e arvorismo indoor (onde pode ir crianças e adultos!!!).

Já tinha ido numa festa no Hula Hoop onde um adulto adorou a aventura. Na festa da Manu, a criançada adorou, principalmente minha sobrinha. Acho muito bem-vinda essa opção porque torna a festa mais versátil, sabe? E, sim, a equipe de monitores (que é ótima!!!) é treinada para acompanhar a atividade.

As mães de bebês também podem ficar tranquilas porque lá tem uma saleta fofa para mamães e bebês, com poltrona pra amamentar, trocador e berço. Só que esqueci de pedir pra fotógrafa registrar!!! Os banheiros tem vasos e pias para adultos e crianças e a cozinha industrial tem rodapé arredondado para não acumular sujeira!

Agora, vamos falar do espaço para as mesas? Adorei!

As mesas ficam logo na entrada e você consegue visualizar (quase) todas as atividades dali. A quantidade obviamente varia conforme o número de convidados, e o legal é que tem espaço pra muitas e fica bom com poucas. Detalhe para o estofado preto atrás que dá um up em qualquer enfeite de mesa! O meu foi super simples, eu mesma que fiz, e olha o resultado nas fotos…

Daí a pergunta básica para contratar uma festa de buffet: e a comida???

Ótima!!! Inclusive, tenho que admitir, procurei esse buffet por causa dela! Como eu já tinha ido na festa lá, sabia que o cardápio era delicioso. Você pode escolher dentre várias combinações de entrada, prato principal, salgados, doces e bolo, é claro, mas qualquer escolha garante um cardápio super completo! Sério gente, é de escutar convidado falando “ainda tem mais?”. E é muito bem servido! Parte dele aqui:

Ah, pra quem ainda prefere uma festa em casa, tenho uma boa notícia: o buffet vai até você! Quase fiz assim, mas preferi um ambiente já estruturado sabe? Outra coisa legal de lá: é possível fazer festa compartilhada, e assim economizar nos gastos. Dividindo a festa com um um amiguinho da escola, por exemplo, o valor (que já é acessível, na minha opinião) fica mais barato! Pra quem é de Valinhos, Vinhedo, Campinas, etc fica super legal né?

…E a decoração? O buffet tem parceria com algumas decoradoras, e é só escolher. Eu preferi economizar e quis eu mesma fazer. Aliás, tá aí outro ponto positivo: eles permitem que você faça a decoração, caso seja sua preferência. Outro ponto: o espaço é de 3 metros, o que permite montar uma mesa beeeem legal! O que achei fofo foi que as meninas da equipe de recreação estavam por lá no momento da montagem (elas sempre chegam mais cedo pra ver se está tudo ok) e se ofereceram pra me ajudar! Foi ótimo, porque eu tinha pressa de ir embora tomar banho e arrumar Manu!

Aqui está uma foto da mesa (que amei!!!) … Sobre como fiz a decoração dela eu falo no próximo post!!!


Aplicativo pra fotografia: pra tirar fotos lindas das crianças com o celular!

Aplicativo pra fotografia pra tirar fotos lindas das crianças com o celular!

Quem não ama fotografar o filhote? Seja pra guardar, ou pra postar nas redes sociais? A gente ama vai… Só que nem sempre a gente consegue foto de “fotógrafo”, ainda mais com o celular! Só que sim, é possível!!! Hoje a dica do Cadu (que bate cartão na coluna Especialistas e agora tem lugar cativo!!!) é sobre um aplicativo pra fotografia pra nos ajudar a fazer imagens inesquecíveis com a câmera de um celular! Compare as fotos com câmera e com celular+app, e anota aí =)

Muitos me perguntam que aplicativos eu uso quando fotografo com meu celular. A verdade é que fotografo muito pouco com ele, somente em casos de urgência mesmo, sou da velha guarda e adoro uma câmera… rs Mas como é muito mais comum as pessoas estarem hoje com seus smartphones em mãos, é natural que façam uso dessa ferramenta e seus aplicativos, muito mais do que usariam uma câmera.

Então, como tornar a fotografia com smartphones mais fácil, ainda mais quando nossos objetos fotográficos, são nossos filhos? Sinto informar, mas tudo que vem fácil, também se vai fácil. Uma boa fotografia requer atenção, dedicação, imersão no momento, entrega de ambos, fotografado e fotógrafo. De outro modo você vai terminar o dia com 358 fotografias de seus filhos, todas borradas, cortando pés ou cabeça, imagens muito escuras ou muito claras. Enfim, pouco se aproveita do que se clica atualmente.

É fato que hoje temos uma necessidade desenfreada de registrar tudo que acontece na esperança de não esquecer, mas acontece exatamente o contrário por não termos uma boa fotografia para lembrar, finalmente, nos esquecemos de tudo. Bom, vou ajudar vocês.

Em primeiro lugar, não fotografe por um ou dois dias os seus filhos, ao invés disso, observe-os atentamente. Onde eles brincam? O que gostam de fazer e como? Quais são os horários deles? Como se movimentam? Quando sorriem? Segundo, aprendam a enxergar luz e sombra nas situações observadas anteriormente, afinal fotografia é sobre isso. Onde o seu filho mais gosta de brincar, há luz natural!? Você conseguiria propor uma atividade pra ele num local onde houvesse luzes e sombras marcantes? Depois que tiver percebido esses detalhes, prepare o seu celular para fotografar.

Aplicativo pra fotografia pra tirar fotos lindas das crianças com o celular!

Um app bem bacana que uso bastante e que é minimalista pois não permite ajustes, filtros, e consequentemente te faz trabalhar para enxergar luz e sombra é o LENKA, disponível para iOS e Android.

O Lenka oferece somente o básico, o que te força a ficar atento ao que realmente importa, sua composição, sua luz e sombra para a fotografia. Ele não permite o uso da câmera frontal do seu smartphone, então esqueça a selfie, você não precisa aparecer na fotografia para estar nela, concorda?

Sempre peço pra minha esposa um favor, se eu partir antes do esperado naturalmente (risos), que ela sempre mostre pro nosso filho as fotografias que fiz dele e que diga pra ele que eu estava ali, ao lado dele sempre, conversando, dando atenção, carinho, observando-o e incentivando-o de perto. As fotografias dele são a minha visão, sendo assim, são prova viva de que estive com ele em vários momentos, mesmo que não apareça fisicamente na fotografia.


Desabafo

Desabafo

Sabe quando o céu resolve despencar sobre a sua cabeça? Quando nada parece sair como quer? Quando o sol aparece e a única cor que você enxerga é cinza? Tenho certeza que você sabe. Que, em algum momento, já sentiu isso, afinal problemas são normais. Mas, se é mãe, deve ter tirado forças daquela fonte capaz de te fortalecer como nenhuma outra. Filhos.

Eles, com seus olhinhos brilhantes, inocentes e felizes mesmo em tardes literalmente cinzas, nos dão toda a energia para seguir adiante. Mesmo sem saber, eles são bichinhos fortes, capazes de muito mais do que podem vir a imaginar um dia.
Lembro da minha mãe, em períodos dificílimos para ela, sorrindo mesmo triste. Trabalhando mesmo sem ânimo. O rosto não me escondia, mas ela estava brincando, conversando, lutando. Quem não lembra da sua? E dos pais também. Eles lutam, reagem, criam força, viram homens pelos filhos. Lembro do meu fazer tudo por mim quando eu precisei. Sempre esteve lá. Sempre vai estar.

Quando se tem filhos você aprende a ressurgir das cinzas, a não desabar, a permanecer de pé. Me desmintam se puderem e concordem se quiserem. Se você tem um filhote até a dor é diferente, não importa qual seja ela. Você se anestesia. Melhor remédio não há.


Bebe Reborn: Dicas, Tipos e Preços

Vamos ver aqui no Mãe de Cabeça os Pés como saber comprar os famosos bebe reborn a boneca que é febre entre as meninas de todo Brasil. Faço parte da turma que não teve a oportunidade de ter várias bonecas durante a infância, pelos meados dos anos 90. Depois de muito tempo a minha filha pedir, resolvi a comprar uma uma boneca bebe reborn realista e acabei me tornando uma admiradora delas.

Bebe Reborn o que é

O que é um Bebe Reborn

Primeiramente o quer dizer a palavra “Reborn” significa “Renascido” e isso é o que fazemos com as bonecas mudar, renovar, reformular sua aparência até que se torne um belo item de digno de colecionador.
As bonecas digno com essa técnica ganham expressividade e abordam o mundo infantil de forma hiper-realista.

Origem da Boneca Reborn

Os nenéns super realistas tem sua origem na Alemanha, quando durante a Segunda Guerra Mundial as bombas cobriram o céu de parte da Europa e homens, mulheres e crianças foram forçados a passar parte do tempo em abrigos e com o mínimo. Nesse ambiente onde era escasso até o básico algumas mães começaram a reformar as bonecas de suas filhas para dar um novo visual.
A partir da década de 1990, reaparece com mais força e cruza fronteiras atingindo os Estados Unidos e de lá se estende ao resto do mundo. Aqui no Brasil conheço a ser conhecido no ano de 2010.

bebe reborn super realista

Processo

A primeira coisa a fazer é comprar um modelo de boneca e assim completamente do zero, a partir daqui começa o processo de criação da boneca, depois de várias horas de trabalho aplicando camadas de tinta e enxertou o cabelo dele cabelo pelo cabelo com agulhas especiais, monta isto e veste ela. Por esse motivo o valor é alto

Quanto custa uma bebê reborn

O preço de uma boneca reborn gira em torno de 500,00 a 1,000 reais depende do kit que for montar, mais consegue encontra preços melhores e mais caros até 2 mil reais pelo nível de detalhamento dos bebes. As mais caras normalmente vem certidão de nascimento, carteirinha de vacinação e muito mais outros acessórios. Normalmente as mais baratas não são tão realistas, elas são feito sobre encomenda então demora cerca de 10 dias para ser enviado para você

O que faz um bebe reborn

Na bem da verdade ela não faz nada a comum, mas ela é super realista precisa olhar muito bem para percebe que não é um recém nascido, exceto as mais caras que tem a função de respirar.

quanto custa bebe reborn

Tipos da boneca reborn

Os bebês reborn são feitas de muitas maneiras diferentes, dependendo da pessoa que faça e podem ser reconheces como artistas do tamanho que é para criar uma boneca.
Algumas modelos são são feitos todos de silicone, e o corpo de tecido e braços e pernas 3/4, outros são feitos inteiros em vinil, Vamos mostrar as que são feitos em vinil, silicone e de corpinho de tecido. Vamos começar:

Corpo Inteiro de Vinil

As que são inteiros de vinil não são a melhores opção quando você quer um bebê super realista de verdade, por que o vinil eles não são fofinhos como um bebê de verdade. É como que esses bebe não tenha o peso de um bebê normal. A vantagem que os bebês reborn de vinil ser levado a banheira e molhar normalmente (igual ao de silicone).

Corpo Inteiros em Silicone

O bebês inteiro em silicone são ótimos, e bem molinhos. Esses (como o de vinil) você pode molhar, diferente da que tem corpinho de tecido. Ponto negativo das boneca reborn de silicone, quando encostar nelas outra parte começa a balançar.

Bebe Reborn com corpinho de Tecido

O Corpo de tecido é a melhor, porem tem seus defeitos. O corpo de tecido você não pode levar para dar banho, mas pode ser usado os lencinhos umedecidos pra bebês. A vantagem é que o tecido de certo modo deixa mais realista a boneca, pois deixa o bebê bem fofinho, e com um peso de renascido de verdade. dependendo da loja que vai comprar, pode vir com placa de barriga, para quando for colocar roupinhas ser mais fácil. 

Como Cuidar Bebe Reborn

bebe reborn como cuidar

Antes de mais nada, saiba que você adquire praticamente uma obra de arte única e exclusiva e, portanto, tem que cuidar dela e não estragá-la.

O Bebe Reborn não é um brinquedo. É recomendado limpar com um cotonete. Não limpe com produtos normais que estão em casa, pois eles apagam a tinta.

-Não aplique álcool, removedor de esmalte, acetona ou qualquer outro tipo de solvente, porque onde ele cair, irá apagar manchar. Recomenda-se apenas no corpo ou na roupa, nunca no vinil, seu alto teor de álcool colocaria em risco a estabilidade da cor.
Ele vai ser colocado um pouco no corpo, mas com cuidado, se o recheio molhar ficar molhado, pode ficar mofado, é melhor colocar a cheiros nas roupas.

bebes reborn

Não deixe a boneca Reborn perto de uma fonte de calor exagerada, como forno ou fogões, o vinil amolece e se deforma. A umidade também estraga tudo.

Como eu disse na primeira seção, isso não simples brinquedo, você tem que tratá-lo com amor. Por isso eu quero dizer não andar no chão, não puxe seus membros, cabelos.

O cabelo é enxertado com agulhas especiais, é um trabalho muito laborioso que leva vários dias até a sua conclusão.
Você pode pentear com um pente de bebê e também umedecê-lo com água ou óleo especial para boneca bebe reborn. Especialmente tenha cuidado ao pentear, faça com paciência.

Conheça as mais realistas do mundo

Conclusão

Para compensar o tempo perdido vale muito apena. Foi uma revelação e o começo de uma grande e verdadeira coleção que eu e minhas filhas começamos. Eu realmente me apaixonei por essas pequenas obras de arte, mais realistas do que as outras. Hoje, tento dar-lhes a Vida, por minha vez. Eu coloquei todo o meu coração e energia em fazer esses anjinhos, dando a cada um deles uma personalidade diferente, o que os torna verdadeiramente únicos. É um trabalho muito longo de paciência e meticulosidade, não é preciso contar o tempo. Todos os materiais que são feitos são de qualidade para que estes pequenos amores permaneçam como no primeiro dia: “magnífico”. É sempre uma grande emoção quando chega uma em casa “estas pequenas criaturas dos sonhos”, É para mim uma imensa honra e prazer compartilhar minha paixão e mostrar que vale a pena você comprar uma para sua filha.
Se você gostou deste site, mande mensagem nos comentários obrigado antecipadamente, até breve.


Disney com crianças – parte 1

Como prometido, voltei para passar alguns macetes de uma viagem à Disney com crianças. Não que eu seja especialista. Aliás, estou bem longe disso. Mas, acabo de voltar de lá e posso contribuir com dicas fresquinhas para você viajar mais tranquila com a sua família. Além disso, antes de ir, também coletei uma porção de conselhos de mulheres que foram mais de uma vez e que, estas sim, têm muito para contar. Vamos lá?

Viagem disney

Foto: divulgação Disney

  • Em primeiríssimo lugar: vale a pena ir à Disney com crianças sim! E de qualquer idade. Você pode estar se perguntando se com um ou dois anos não é cedo demais certo? Pode até ser, devido ao maior trabalho que terá com papinhas, fraldas e preocupações, mas não é se você souber levar. É mais importante você estar tranquila do que qualquer outra coisa. Seu filho estando bem, a viagem não atrapalhando o calendário de vacinas e você indo em uma época de pouco calor ou frio, ficará tudo ótimo, tenho certeza.

Eu mesma pensava que tinha que ter pelo menos quatro anos, mas meu filho foi com três e foi sossegado. Conheço quem levou filho com um ano e meio e que também teve uma viagem deliciosa. Isso porque lá dentro dos parques você encontra muita infraestrutura para isso. Carrinhos para alugar (ou para comprar nos supermercados, no preço de um dia de aluguel no parque), fraldário mais do que decente, banheiros para a família (sem aperto e com privadinha infantil), frutinhas vendidas prontas para comer, enfermaria, sombras de árvores e, o mais importante, respeito por estar com um bebê ou criança…

É claro que você não vai conhecer tudo de um parque em um só dia, pois vai respeitar alguns horários da criança. Na verdade, o ritmo do passeio vai variar de acordo com seu filho, mas aí acho que a idade conta menos que a personalidade dele. Vi muitos bebês no colo das mães, dormindo e sendo empurrados por irmãos mais velhos e outros tantos na barriga… E hoje, penso que se tiver outro filho, posso levá-lo antes dos 3 tranquilamente! O que conta contra de fato é que mais tarde eles não devem lembrar de muita coisa. Talvez lembrem de quase nada… Mas, fica a dica de uma mãe experiente que levou o casal de filhos mais de uma vez, desde os quatro anos da mais nova: filme tudo, ou o que puder. Os vídeos, assistidos pelas crianças em casa, ajudam a guardar os momentos especiais!

  • Ouvir famílias que já foram é uma ótima saída para se preparar para a viagem. Você já vai sabendo o que tem, onde tem e como faz para chegar. Eu conversei com uma mãe que tem até planilha de excel para listar as melhores lojas, os melhores restaurantes, com zipcode para colocar no GPS… Não tem erro, é só escolher onde quer ir, digitar o número no aparelhinho mágico e em minutos você estará lá!

Ela também me deu a dica de agendar as refeições nos parques via Internet para não ter dor de cabeça. Eu agendei apenas a refeição com personagens (que é imperdível e impossível de se conseguir na hora). Nesse caso, se você não comparece, cobra-se 10 dólares por pessoa, debitados diretamente do seu cartão, cujo número deve ser fornecido no formulário online. Minha colega prefere já ir com tudo certo para nem ter que pensar onde vai comer. Dica válida já que você não paga nada se não for nas reservas sem personagens, e fica certa de que sua família vai ter uma mesa em um restaurante bacana… Contra: geralmente esses restaurantes que aceitam reserva são mais caros. Mas ainda assim, vale reservar alguns dias e ter cartas na manga!

(Se quiserem mais detalhes, comentem aqui que eu passo o link do site de onde agendam as refeições e, para quem quiser, mando os endereços essenciais para comprinhas!)

  • Conversar com o pediatra também é fundamental a meu ver. O meu, por exemplo, já me disse que medicamentos levar e o que fazer se o pequeno tivesse enjôo, vomitasse, tivesse dor de garganta, etc. É claro que levei tudo na bagagem, mesmo sabendo que encontraria lá, afinal é mais garantido. O remédio da febre e o termômetro ficaram na bolsa de mão, caso ele ficasse quentinho dentro do avião. Não precisei de nada disso, mas me deixou muito sossegada. O antibiótico, por exemplo, precisa ser levado com receita, para poupar dores de cabeça nos aeroportos.  Importantíssimo: fazer um seguro saúde internacional. Eles não são caros, e tenho certeza que valem cada centavo. Também não usei, mas não acho que ninguém deva deixar de contratar o serviço, até porque pagar por atendimento médico nos EUA costuma não ser muito barato.

Vale dizer que antes de você sair correndo para um hospital, é preciso ligar para o número que estiver no seu cartão, porque eles indicam um local conveniado por perto onde você possa ser atendido. Se você for em um não conveniado, não terá problema nenhum, eles também cobrem. Mas, segundo as agências de viagem, geralmente terá que mandar o recibo e esperar ser reembolsado…

Mais dicas? Escrevo no próximo post ok? Sobre os parques, os brinquedos, o clima, as filas…

Se você quiser escrever as suas também, tenho certeza que vão adorar! ‘