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Aborto Tudo que você precisa saber

Este é um tema que envolve questões ligadas à ética, religião, direitos, valores … Enfim um tema polêmico e que está presente em todas os debates sobre sexualidade, saúde sexual e direitos reprodutivos. Na maioria das vezes, as discussões são realizadas de forma polarizada, com visões extremadas, sem levar em conta as intermediações necessárias para o melhor entendimento e compreensão desta questão.

O que é aborto

É papel dos/as educadores/as ampliar ao máximo esta discussão, trazer a pluralidade de opiniões e de situações, para que o tema não seja abordado de forma a reduzir a discussão no julgamento ou na posição de “contra” ou “a favor”. Esta é uma armadilha que devemos evitar. Nesse sentido, expomos aqui diversas informações e sugerimos algumas atividades que possam contribuir no planejamento dos debates sobre esse tema, que é frequentemente solicitado pelos adolescentes.

O que é o aborto?

Aborto é a interrupção da gravidez, e pode ocorrer de forma espontânea ou provocada. Aborto é uma questão de saúde pública e direitos reprodutivos. Quando falamos em cidadania, estamos falando de um conceito que ganhou, nestas últimas décadas, uma ampliação e abrangência para além dos direitos civis e políticos e dos deveres estabelecidos pela Constituição. Aos indicadores tradicionais da cidadania – liberdade de expressão, de organização e filiação partidária e o direito a votar e ser votado- somam-se o direito à educação, à saúde, à moradia, ao lazer, ao meio ambiente saudável, à informação e à igualdade sem discriminações de sexo, raça/etnia e de orientação sexual. Mais recentemente, outro indicador que se incorpora no conceito de cidadania é o reconhecimento dos direitos reprodutivos e do acesso a saúde reprodutiva. Essa conquista se expressa já na Conferência Mundial sobre os Direitos Humanos – Viena/1993 -, que reconhece que os direitos humanos da mulher , em todas as fases de sua vida, são inalienáveis; portanto, constituem parte integrante e indivisível dos direitos universais. Na Plataforma de Ação Mundial, elaborada na IV Conferência Mundial da Mulher – Beijing /1995 – o capítulo dedicado à saúde da mulher traz novos avanços:

• recomenda a todos os países a revisão das leis punitivas em relação à realização de abortos ilegais, e reconhece o aborto como uma questão de saúde pública.

Estas conquistas asseguram a função reprodutiva como um direito e não como função obrigatória ou mesmo como “destino” para as mulheres. Mesmo que os compromisso assinado pelos países presentes na Conferência Mundial da Mulher, inclusive o Brasil, ainda permaneçam mais no papel do que na prática, eles servem como parâmetros para decisões dos governos na área de saúde sexual e reprodutiva e, sem dúvida, representam a luta do movimento de mulheres e do movimento feminista, que sempre pautou a questão dos direitos reprodutivos, da autonomia das mulheres sobre seu corpo e da importância de políticas públicas voltadas para as mulheres na área da saúde, educação e demais setores.

aborto na adolecencia

E no Brasil, qual é a situação sobre o aborto?

Desde 1940, o Brasil, através do Código Penal, autoriza a interrupção da gravidez quando a mulher corre risco de vida, e em casos de estupro e violência sexual. Mas, mesmo nestes casos, ainda é insuficiente o atendimento. Nos setores públicos de saúde, são raros os hospitais que oferecem serviços para realizar o aborto legal. Para sanar esta deficiência no atendimento, o Ministério da Saúde, em 1999, assume uma postura mais ofensiva, e divulga uma portaria indicando que todos os hospitais públicos realizem esse atendimento. Segundo o Ministério da Saúde, o aborto é a quarta causa de mortalidade materna no país. São realizados aproximadamente 2 milhões e 400 mil abortos clandestinos, na sua grande maioria em locais sem as mínimas condições de higiene e segurança para a mulher, e que têm como conseqüência riscos à sua saúde – e, muitos casos, resultam em morte. O maior índice de mortalidade em decorrência do aborto realizado nestas condições se encontra nas mulheres pobres, uma vez que as mulheres ricas têm acesso a clinicas com condições adequadas de atendimento, mesmo que seja clandestino.

Estima-se que 10% dos abortos praticados no mundo sejam feitos por adolescentes entre 15 e 19 anos. Os dados do Brasil, de 1996, estimam 250 mil abortos em jovens menores de 19 anos. No Congresso Nacional, atualmente, existem 8 projetos de lei que tratam deste tema, indo desde a possibilidade da mulher decidir pela interrupção da gravidez como uma escolha sua até o caso de interrupção devido a mal formação do feto. No pré-projeto para a revisão da Parte Especial do Código Penal, foram consideradas como indicações de aborto legal: o aborto voluntário, por razões médicas, econômicas, sociais, familiares ou psicológicas; o aborto terapêutico; o aborto ético e o aborto em razão de malformações graves e irreversíveis do feto.

Um dos argumentos mais aceitos a favor da legalização do aborto no Brasil é que se trata de uma questão de saúde pública e um direito da mulher. A legalização do aborto não obriga a pessoa a realizá-lo, se isso contraria seus valores morais ou religiosos. As religiões existentes no Brasil assumem posições que vão desde a proibição terminante do aborto à sua aceitação. Discutir o aborto não é fácil! Para discutir este tema, deve-se levar em conta que, em nossa cultura, existem diferentes posicionamentos: desde pessoas e instituições que acreditam que o aborto é moralmente errado, até aquelas que entendem que a mulher tem o direito de escolha se quer ou não interromper a gravidez. O tema nvolve convicções, debate sobre autonomia, valores, preconceitos e entendimento das questões das mulheres. Aborto não é um método contraceptivo. Por isso, sempre que se fala em atendimento à saúde da mulher e direitos reprodutivos, fala-se do atendimento na rede pública que permita a mulheres e homens o atendimento integral em todas as fases de suas vidas, o acesso a todos os métodos contraceptivos e a interrupção da gravidez em condições adequadas e seguras.

O que fazer quando uma jovem é descoberta abortando no banheiro da escola?

Existem drogas, que foram comercializados inicialmente na forma de comprimidos para tratamento de úlcera de estômago e são usadas em hospitais para a indução de parto. São também usados ilicitamente para povocar aborto. Se a jovem provoca um aborto por qualquer meio, deve ser encaminhada a um hospital ou maternidade imediatamente, pois a hemorragia, nestes casos, pode ser intensa, e também porque pode haver risco de infecção. Sempre que uma garota provocar um aborto, deve receber apoio e aconselhamento para o uso de contraceptivos, pois é uma experiência traumática e arriscada, que não deve ser repetida.

O aborto não é um método contraceptivo. O melhor meio de prevenção da gravidez não planejada e do aborto entre os jovens é o diálogo aberto sobre a sexualidade, o prazer e a responsabilidade que deve acompanhar qualquer usufruto de prazer e informação clara e objetiva sobre os modos de evitar gravidez.


30 coisas que desejo que você faça na vida (lembrança de aniversário)

Esse post já era pra ter sido publicado há tempos! Porque quando escrevi sobre minha festa de aniversário de 30 anos, o texto se tornou um dos mais acessados do blog – e muita gente passou a me pedir que eu enviasse a mensagem que fazia parte da lembrancinha dos adultos! Explico: bolei um texto que enumerava 30 coisas bacanas que eu desejava aos convidados. Minha cunhada fez a montagem com uma foto minha de fundo, e eu imprimi na gráfica – simples assim.

Olha só como ficou:

Não esperava que essa ideia de lembrança fosse fazer tanto sucesso!!! Além de todos que me pedem a mensagem pelo blog, garanto: todos os convidados amaram!!! Só que, como é muita gente pedindo, não consigo enviar por email de forma rápida…

Então, pra quem quiser se inspirar ou copiar (fico lisonjeada nesse caso!), agora tá fácil! É claro que as 30 coisas foram escritas com base na minha vida e no meu jeito de levar e ver as coisas, mas você pode personalizar, acrescentar ou tirar alguns itens, colocar o número conforme a idade festejada, etc.

Depois é só fazer uma arte legal, imprimir numa gráfica em papel mais grosso e fazer um rolinho ou algo que te ajude a ‘acoplar’ em algum doce ou objeto… Eu usei uma caixinha, que dentro tinha pão de mel, e amarrei com fita de cetim! Ficou super fofo.

Ainda mandei fazer uma ‘etiqueta’ escrito “Bia 30 anos” e grudei em cada doce… Uma forma de colocar mais carinho em algo singelo.

https://3.bp.blogspot.com/-2G83BQew63k/VbTtUNhK3FI/AAAAAAAAKv0/-5xFj1DV2tU/s1600/Aromatizador%2B50ml.jpg

Mas você pode escolher outro doce, outra embalagem ou ainda usar essa mensagem de outras formas! Já pensou nela impressa no papel e enrolada também, só que amarrada num botão de rosa? Ou impressa como um imã de geladeira? E não precisa ser só para o aniversário da mamãe, mas para o do filhote, num batizado, no aniversário de casamento, num chá de bebê ou de cozinha… É só adaptar! Tem muita coisa legal pra pensar e fazer!!!

Na minha festa, pra quem ainda não viu, o efeito foi esse…

E pra quem quiser conferir todos os detalhes da festa, o link está aqui!

Espero ter ajudado muitas mamães a tornarem a comemoração ainda mais linda!!!

Beijos e feliz aniversário!


20 loucuras que só mães pensam!

Mães são neuróticas por natureza. E é cada loucura que a gente pensa não é? Se você já se achou meio doidinha pensando algo parecido com “vou sumir” ou “nunca mais vou no banheiro sozinha”, esse texto é pra você!!!! Listei as principais loucuras que passam na nossa cabeça… Principalmente em dias de cansaço…rs. Recomendo que leia até o final, porque as mais interessantes estão lá =)

loucuras que só mães pensam

1 – “Nunca mais vou dormir”

Fato. Então nem deveria estar na lista das “loucuras” né? O parto é quase uma sentença de “morte” do sono. E a adolescência, dizem, consegue deixar as madrugadas ainda mais tensas! Mas a gente volta a dormir um dia sim – só não no mesmo horário, com a mesma facilidade, numa cama só sua e do marido, e com o botão de “alerta” do seu cérebro (ou do celular!) desligado… Loucura real, mas loucura.

2 – “Nunca vou sair de casa de novo…”

Dá muuuuito trabalho. Quando o bebê é recém-nascido, a gente não sai por medo de bichinhos mil. Até os 3 ou 4 meses ainda tem a cólica e muito choro. Até 1 ano, papinhas, tralhas pra levar, e seu cansaço, claro. Depois disso, a criança anda!!!!! E, alguém já viu um pré-adolescente na mesa do restaurante? Parece não ter mais graça passear com papai e mamãe…

3 – “Não aguento mais!”

Nenhum outro ser humano no seu lugar aguentaria, mas – acredite – você aguenta mais. Muito mais.

4 – “Devo estar fazendo alguma coisa errada”

Eu sei, bebês choram muito e, muitas vezes, fica quase impossível acalmá-los. Mas não significa que esteja errando pique tenha errado. O instinto materno é maravilhoso, e ele joga do nosso lado. Os pequenos choram por fome, cólica, frio, refluxo, calor, necessidade de aconchego, e porque essa é a forma que encontram de se expressar! Então, é só tentar entender a mensagem… Se procura descobrir e suprir a necessidade do baby, não, você não está errando! Garanto que todas as vezes que pensou que estava, já tinha procurado todas as razões (e soluções), oferecido tudo (e mais um pouco)… Para filho mais velho, funciona quase igual: quando você se pergunta se está errando na educação, por exemplo, geralmente é porque se empenha muito nela! Talvez tudo seja só uma questão de tempo, inclusive pra perceber os resultados…

5 – “Mãe sempre tem razão”

Contraditório? Mas acontece assim: quando pensamos que erramos geralmente já tentamos de tudo, só que quando passa pela cabeça que temos total razão, podemos não estar querendo enxergar outra perspectiva, admitir falhas… Aí é que mora o perigo.

6 – “Não devo ter leite”

Louco pensar nisso sem nenhum motivo a mais do que o choro do bebê. Ele vai chorar e nem sempre de fome!!! Procurar ajuda de uma consultora de amamentação e de um bom pediatra (que seja a favor desse vínculo exclusivo) pode ajudar a descobrir se realmente a produção precisa melhorar. Sem avaliar todos os fatores envolvidos (pega correta da aréola, ganho de peso do bebê, etc), é precipitado tirar qualquer conclusão. E, percebam a frase ali atrás: com apoio de profissionais (e hábitos saudáveis), a produção pode melhorar! Ou seja, você até pode não “ter” leite suficiente agora, mas pode produzir rapidamente.

7 – “Vou começar a cobrar uma taxa por cada palpite que receber”

Essa é a que mais faz sentido! Mas, deixando de lado o ouvido cansado (e o saco cheio!) , vamos trazer pra razão: seria mal educado…não? Mas que seria hilário seria; imagina um cofrinho na entrada de casa escrito: “a cada palpite que der, deposite 10 reais!”. Melhor ainda: 100!!!

8 – “Não vale a pena fazer o que elas dizem”

Isso a gente pensa principalmente quando escutamos conselhos das nossas mães, sogras e avós. Ok, elas podem exagerar na dose dos “achismos”, do “na minha época era assim”, do “criei 3 filhos e tá tudo vivo”, mas elas passaram por tudo que nós estamos passando! Podem ter perdido um pouco a prática, mas podem sim ajudar. Vale a reflexão pra cada caso…

9 – “Quando achei que fosse melhorar, piorou!”

Raciocínio quase lógico no decorrer dos meses, anos… O que a gente precisa lembrar é que a maternidade

nos dá um dom: esquecer os perrengues! Então, fica realmente complicado comparar fases… Cada uma com sua dificuldade, sua graça! É essa coisa de achar que vai melhorar, bem, é esperança de mãe mesmo.

10 – “Não posso nem falar em voz alta, se não…”

Já te aconteceu de a criança começar a dormir a noite toda e, bem no dia que você conta pra alguém, ela voltar a acordar? Pois é! Só que essa é só mais uma dessas peças que a vida materna prega numa mãe. Só isso. Falar ou não falar tanto faz. Nada garante nada…kkkk. Agora, estamos falando de pessimismo de mãe.

11 – “O dia que for pra escola, vou ter tempo pra mim”

Se não for loucura, é inocência. Ou otimismo demais para uma mulher com filhos! Porque, meu bem, quem é que desliga o “modo mãe” da pessoa? A cria tá lá na escola, toda alegre e bem cuidada, e você tá aí fazendo comida pra congelar, indo no supermercado, colocando a roupa na máquina de lavar, guardando brinquedo, pesquisando preço de escrivaninha…

12 – “Meu filho não faz isso”

Tá, pode não fazer na sua frente. Ou nunca ter feito…ainda. Mas vai que…né? A gente pensa isso num primeiro momento, e até num segundo… Mas não custa verificar a possibilidade de… Vai que foi ele mesmo que mordeu? Que falou? Que começou? A vida é cheia de surpresas, imagine a vida materna… Ah, e não podemos esquecer que não é porque o primeiro não faz que o segundo não vai fazer. Só avisando. Isso vale para birras, “artes”, palavrões, e etc.

13 – “Não sei como fazer ele parar”

Ah, você sabe!!!! Tente, invente, faça diferente… Mas jogar a responsabilidade para o universo seria loucura hein?

14 – “Não tenho tempo pra mais nada!”

Depois de ter filho, a gente não tem tempo de sobra. Mas a gente arranja tempo pra taaaantas tarefas… E, por mais difícil que possa parecer, é possível se organizar melhor, pedir ajuda, priorizar, delegar – e encontrar tempo pra mais alguma coisa…certo? Até porque é senso comum: se quiser pedir favor a alguém, peça pra quem for ocupado, porque essa pessoa vai dar um jeito de ajudar. Quer alguém mais ocupado que uma mulher com filho? Anota aí: assim como no coração, em agenda de mãe sempre cabe mais um!!!

15 – “Não consigo”

Quase a mesma lógica. A gente fica meio insana mesmo de tanta coisa que têm pra dar conta, e sai falando que não consegue…fazer exercício, se cuidar, se alimentar melhor, se arrumar, ir ao banheiro sozinha… Vale dar uma de doida de verdade e virar a mesa!!! A gente consegue!!!! Força de vontade, foco, fé e um pouco de ajuda…kkkk. No caso de necessidades fisiológicas básicas, por exemplo, peça um vale-banheiro para o marido – pelo menos de vez em quando!!!!!!!

16 – “Só EU acho as coisas nessa casa?”

Loucura com razão de existir. Mas talvez porque só a gente guarde, preste atenção, controle tudo e mais um pouco… Quem nunca?

17 – “Desisto” (possivelmente substituído por “Vou sumir!”)

Você nunca vai desistir, muito menos sumir pelo mundo. Em caso de dúvida, volte ao tópico 3.

18 – “Minha mãe estava certa”

Essa é boa! Porque é real!!! A loucura está no simples fato de admitir isso um dia! OBS: ela estar certa é diferente de ter razão sempre. O duro é que a mãe costuma estar certa onde você, como filha, não queria que ela estivesse…

19 – “Como consegui viver tanto tempo sem ele/ela?

Óiiiiinnnnn, é tanto amor né?! Só que é simples explicar. Você conseguiu viver porque não sabia como era ter ele/ela na sua vida! E foi bom enquanto durou.

20 – “Por que fui ter filhos???”

Quem nunca pensou essa? Numa madrugada de cólicas? Num dia caótico de manha? Num ano todo sem dormir? Num segundo de desespero? A resposta? …porque é a melhor loucura desse universo!!!!!!!!!!!


10 contradições da maternidade

Uma vez mãe, normal ficar cheia de sentimentos conflitantes, pode saber. Normal uma hora estar feliz da vida admirando detalhes do bebê mais lindo do mundo, e no minuto seguinte se sentir péssima de ouvir tanto choro desse mesmo bebê. Normal dizer que seu filho nunca vai comer vendo TV, e permitir isso tão logo seja possível. Normal querer tomar banho sozinha, mas ficar curiosa pra saber o que o papai está fazendo com o pequenino do lado de fora.

contradições da maternidade

Por essas e por outras, resolvi selecionar pra vocês, as TOP 10 contradições da vida materna. Depois me digam se concordam! kkkkkk

  1. Começa logo na gravidez: você quer e precisa dormir, mas a barriga geralmente não deixa!
  2. Também na gestação, reclamar dos enjôos e, quando eles passam, achar ruim que não para de comer!!!
  3. Nos primeiros meses, aqueles em que o bebê te rouba o coração, você deveria só curtir aquele momento não e? Ficar olhando cada detalhe, dormir quando o bebê dorme, etc. Mas as cólicas, as injustas, te tiram esse direito. E você vive tão cansada que não vê a hora que tudo passe!
  4. …E assim surge a maior das contradições maternas: a gente quer que eles cresçam logo pra ver comer papinha, dormir a noite toda, engatinhar, andar, falar. Mas morre de saudades dos “dias de ontem” quando isso de fato acontece!
  5. Estar morta de sono mas ter a vontade de ficar olhando o bebê dormindo – ao invés de fechar os próprios olhos.
  6. Ainda em relação ao sono… Quando o filhote não dorme, você não gosta! Quando o pequeno dorme mais de cinco horas seguidas, vai lá dar uma olhada pra ver se ta vivo!
  7. Reclamar que a criança só reclama de fazer as coisas que a gente pede, mas viver reclamando também! E do que a gente reclama? De cuidar da casa, ter que dar conta de tudo, ter que falar a todo o instante o que a criança tem que fazer…
  8. Dizer que nunca vai fazer tal coisa, e depois de se tornar mãe, simplesmente fazer!!! Cuspir pra cima é com a gente mesmo…
  9. Julgar a maternidade alheia, mesmo que sem querer. E detestar que julguem a nossa!
  10. Achar chato ter que se desdobrar pra dar atenção pra filhos e marido, mas, quando ele chega do trabalho, disputar a atenção dele com as crianças!!!

Segunda gestação (diário de grávida)

Como vocês já viram aqui, estou impregnada de vida (como disse Fernanda Lima ao anunciar a sua gestação)! Grá-vi-da. E isso é mágico. E cheio de descobertas! Coisas, inclusive, a serem divididas com outras mães, outras grávidas!

diario gravidez

PS: Como é que demorei tanto tempo pra começar um blog? Na gravidez de Léo, passei batido, só lendo muito mesmo… E nem imaginava como seria bacana trocar experiências com outras mães, compartilhar. Agora, prometo, farei diferente. Já tenho o blog. E, agora, estou na segunda gestação. Ou seja, muita coisa pra contar e um lugar já prontinho pra fazer isso!

Claro, não quero e nem posso ficar monotemática – tenho outro filho maior e um monte de assuntos que adoro além da fase ‘gestação’. Sem delongas, vamos combinar o seguinte: vou fazer um “diário de grávida”! Ou seja, escrever sobre o que sinto, penso e passo nesses 9 meses – e tudo isso vai ficar arquivado aí no menu, na categoria Gravidez / Gestante, e sempre com o parênteses aí de cima. Assim fica fácil achar, e as gravidinhas vão poder dividir comigo de tudo um pouco. E quem não estiver grávida, não vai ficar ‘esbarrando’ nos textos o tempo todo. Não vou escrever diariamente (pra não ficar enjoativo), mas semanalmente, que tal? Ou posso unir duas ou três semanas em um post só, se for o caso. Mas que tá combinado tá!

Pra começar, quero falar sobre as minhas primeiras e imediatas impressões sobre a segunda gestação. Fechando o segundo mês, lá vão elas:

1 – A segunda gravidez não surpreende muita gente. Pelo menos não quando todos sabem que você queria um segundinho! Então nem espere aquela cara de “jura?”, e sim algo mais parecido com: “eu já sabia!”, “você tava com cara de grávida!”, “que bacana!”, “como convenceu seu marido?”.

2 – Eu definitivamente constatei que não sou do tipo que “sente” que tá grávida. Aliás, faço sempre o contrário. Quando eu acho que estou, vou lá, compro o teste e vejo o negativo. E quando acho que é pura TPM, que os sintomas são apenas de um ciclo não muito regulado, pimba! Positivo! Isso aconteceu na primeira, e de novo dessa vez. Com você pode ser diferente, mas no meu caso acho que fui homem na maior parte das outras encarnações.

3 – Uma gravidez pode ser bem diferente da outra. Todas as mulheres com as quais conversei me relataram isso! E agora, eu sinto isso. Na do Léo, eu tive muita cólica, pouco enjôo e azia o tempo todo. O sono chegou depois do primeiro trismestre acho. Na do irmãozinho ou irmãzinha, olha só: muito enjôo, mal estar constante (principalmente ao viajar de carro), sensação de cansaço, sono (muito sono!), dores de cabeça, nada de cólica (ou algo bem perto de nada).

4 – A barriga cresce mais,  e mais rápido. Você se “expande” para os lados num passe de mágica! Com 5 semanas, as roupas começaram a não fechar. Com 6 semanas, perdi todas as calças e bermudas e nem vestido fechava mais. Com menos de dois meses, já passei a usar roupa de grávida….kkk

5 – Realmente ver o filho mais velho beijar a sua barriga não tem preço. É maravilhoso, doce, pleno. Eu não poderia passar por essa vida sem ter filho. E também não poderia passar por ela sem ter a chance de vê-lo acariciar o bebê que vem vindo completar a família.

Por hoje, é só! E por aí, quais foram ou são suas impressões sobre a primeira, segunda, terceira gestação?


Orlando, Flórida: como se organizar para aproveitar ao máximo o que a cidade oferece!

Orlando, Flórida, Estados Unidos! Finalmente, depois de uns dias de readaptação em casa, rotina e etc, começo a postar tudo sobre a viagem dos sonhos… Pra quem não sabe, já fui pra lá três vezes – e acabo de voltar da última temporada na cidade predileta para férias de famílias brasileiras nos Estados Unidos! Tenho muita coisa pra contar, algumas tantas que não consegui escrever nas outras duas vezes inclusive! E, pra começar um Especial Orlando, vou dar uma sugestão que vai ao encontro do que muita gente me pergunta: como se organizar para aproveitar ao máximo o que a cidade oferece? Afinal, todo mundo sabe que Orlando tem muita opção (de passeios, restaurantes, lojas…), então você vai mesmo precisar escolher e priorizar – ainda mais indo com crianças, e querendo aproveitar pra comprar!

viagem orlando

Por isso, todo ano faço uma planilha. Na verdade, duas, três… Tenho loucura por elas nesse tipo de viagem! Tudo começou na primeira vez em que fui pra lá, não só com marido e filho, mas com irmãos, sobrinhos, minha mãe, cunhada. Era preciso o mínimo de organização pra gente não perder tempo ou dinheiro, e pra todo mundo fazer aquilo que queria. Lembro que a galera tirou sarro da minha cara, dizendo que eu era neurótica…kkk. Bem, chegando lá, todos adoraram meu planejamento estratégico, e meu guia passou a ser essencial todos os dias! Assim como no ano passado, na viagem com meu sogro e minha sogra. E também nesse ano, com marido, filho, mãe e enxoval a fazer!

Então minha dica é: faça um cronograma pra chamar de seu! Não que você não possa fugir dele! Muito pelo contrário. Ele serve exatamente para termos liberdade de escolha, e saber qual é a melhor opção de passeio ou compras naquele dia ou momento. Porque lá a gente não quer perder tempo, e nem ficar na dúvida! Com tudo planejadinho, e uma ideia já pensada de onde ir em cada dia, você simplesmente olha a planilha, e escolhe se mantém a programação inicial ou se faz outra opção – de acordo com clima, cansaço, dodói, dia da semana…

Motivos e dicas para fazer planilhas e programação?

Horário dos parques: eles fecham em horários diferentes de acordo com o mês e o dia da semana! E isso muda meio que em cima da hora. Ou seja, a primeira e principal planilha que faço é com os horários, e sempre com 7 ou no máximo 10 dias de antecedência. Prefiro ir num parque num dia que ele fica mais tempo aberto, porque dá mais chance de aproveitar tudo por lá! Ano passado, por exemplo, tive uma “comida de bola” quando precisei mudar um dia de parque por causa de chuva, e acabei não prestando atenção no horário: o parque era o Bush Gardens, que fica em Tampa (perde-se uma hora pra ir e uma pra voltar), e fechava bem mais cedo naquele dia… Resultado? Perdemos duas horas de estrada pra não conseguir conhecer o parque por inteiro!

Clima (e outros imprevistos): se chover você pode mudar o dia de ir em parque e ir ao Florida Mall (shopping), sem planilha mesmo. Só que ela ajuda muito porque é interessante ver se no dia de voltar no parque, ele vai estar aberto até tarde ou se fecha cedo – e pesar se vale a pena fazer mais alguma troca, com outro parque ou outro local de compras! Parece confuso? Explico: no dia que chove, você vai ao shopping. Só que no dia que estava reservado pra as compras, você vai ter que ir no parque (Animal Kingdom, por exemplo), e este pode fechar cedo bem nesse dia. Você pode então ir em outro parque (Epcot Center fecha quase sempre no mesmo horário), ou num outlet (geralmente fecham às 11 da noite), e escolher outro dia melhor para o Animal…

Cansaço: sugiro intercalar lazer e compras. Nem sempre é possível (principalmente se a chuva ou outro imprevisto te atrapalhar), mas procure mesclar os dois, porque assim as crianças ficam menos cansadas e nós também! Afinal, vamos andar muito de qualquer jeito, mas o tipo de passeio e de cansaço é diferente sabe? Com a planilha em mãos, fica mais fácil visualizar como estão distribuídos os dias de lazer e de compras.

organizar viagem a orlando

Pra ficar fácil, coloco nessa planilha central: horários dos parques, usando as iniciais dos mesmos (MK é Magic Kingdom, SW é Sea World, etc) e uma sugestão de programação – levando em consideração os horários e o dia da semana (fujo de parques da Disney em feriados e domingos por causa da lotação, mas não deixo de levar em conta que lojas e outlets fecham mais cedo aos domingos). Essa ilustração acima foi meu modelo de programação inicial, feito no word mesmo, mas vi que deixar o mais legível possível, em Excel, com letras em cores diferentes e finais de semana grifados, ajuda. Ainda coloco na última coluna, que chamo de ‘informações’, nomes de lugares que quero ir, detalhes, etc. Olha como faço agora:

Parques-Walt-Disney

Pra conferir os horários oficiais, é só entrar no calendário dos parques. Clique em cima de cada marca para cair no site direto: Parques Disney, Parques Universal, Parques Sea World Entertainment, Legoland.

Você deve estar se perguntando: mas eu não posso conferir os horários todos os dias pela internet? 

Claro que pode! E até deve! Mas, mesmo parecendo que não, isso toma tempo (dá trabalho entrar em mais de um site de parque pra ver o horário todos os dias). Acho bem mais fácil e prático já ter tudo em mãos, de preferência no carro! E só usar os sites pra conferir, se quiser.

Os horários de outlets não mudam tanto (só aos finais de semana mesmo) e os das lojas variam de acordo com a loja, então prefiro anotar em outra planilha ou conferir pelos sites (ou portas!) lá mesmo, mas você pode acrescentar na programação, sem problemas! Ah, sim, a pergunta agora é: e as outras planilhas?

Bom, a segunda planilha concentra todos os endereços (de lojas, restaurantes e parques) Com ela junto, a gente consegue aproveitar para ir em lojas próximas umas das outras (ou próximas dos parques). Saindo do Florida Mall, por exemplo, vale a pena dar uma passadinha na Toys R Us (loja de brinquedos) ou na Macrobaby (de bebê). Além disso, você pode aproveitar pra ir num restaurante bom e recomendado pertinho de onde você está, sem quebrar a cabeça!

Os endereços são não só pra você saber o que fica perto do que, mas para serem digitados no GPS, já que fica bem mais fácil chegar lá sem perder tempo procurando o lugar no aparelhando. Outra planilha pode concentrar nomes de lojas específicas com seu interesse, junto com a lista de coisas que você quer comprar lá! Esse ano fiz uma específica para o enxoval da segundinha…

Por hoje é só! Ah, claro, quem quiser a famosa planilha de endereços (de lugares que indico) de Orlando, é só deixar registrado o pedido aqui nos comentários que envio por email tá? Todo mundo adora… Quem quiser a planilha de programação de parques também é só pedir!


Como pintar móveis de madeira em casa?

Como pintar móveis de madeira em casa? A pergunta martelou na minha cabeça por meses até eu tomar coragem de colocar a mão na massa, sem auxílio profissional. Por quê? A razão por ela ter martelado na minha mente é o fato de que sempre me achei atrapalhada para artes manuais! Já o motivo de querer fazer tudo sozinha dessa vez se explica de diversas formas: não aguentava mais a cara de um aparador antigo que veio da minha sogra (você vai ver que sem graça ele estava!), não tinha grana pra pagar o serviço de repaginação, queria provar pra mim que conseguiria e, o mais curioso, eu estava grávida! Pois é, o início da gravidez (primeiros dias mesmo!) me deixou muito criativa – fértil, pra usar a palavra mais correta!
  pintar móveis de madeira
Se tem uma coisa que a maternidade fez (desde a gravidez do Léo) foi mostrar que posso me surpreender comigo mesma. Hoje vejo que consigo fazer coisas que antes achava que não poderia, que gosto de coisas que achava que não gostava e que levo jeito pra muita coisa que nem sabia! Então, como fiz com meus vasos-galochas e com as tags de aniversário do Mickey, aqui vai meu passo a passo “faça você mesma”, sobre o aparador reformado da foto! Pra encorajar mulheres que, assim como eu, não sabem por onde começar, ou até mesmo se têm aptidão pra coisa!
Acredite, todo mundo pode se surpreender! Papel e caneta na mão, e inspire-se! Você vai precisar de:
  • Lixa: ela vai ser sua melhor amiga – e aquela que vai te deixar mais cansada. Se tiver uma lixadeira ou uma amiga que tenha e te ensine a usar, ok. Mas se for na mão, como eu, compre uma mais grossinha. Eu usei a número 100, específica pra madeira.
  • Paninho úmido e seco: para limpar o móvel entre as demãos de tinta.
  • Primer: é como na maquiagem, e serve pra dar uma base para a pintura. O nome correto e conhecido nas lojas especializadas é Fundo Preparador para Metais e Madeira (de preferência, escolha da mesma marca que escolher a tinta).
  • Esmalte sintético à base de água: você pode escolher entre fosco ou brilhante, e eu fiquei com a segunda opção – acho mais bonito!
  • Verniz protetor para madeira em spray: pra proteger o resultado final!
  • Kit pintura: pode ser aquela bandeja que vem com dois rolinhas, pincel e tal. Só que aí o rolinha é de espuma, e eu preferi o de lã (você vai saber porquê). Na dúvida, tenha os dois tipos e dois tamanhos de pincel também.
  • Lençol velho e jornal: para forrar sua varanda, quintal, etc. Achei mais prático colocar o jornal embaixo e um lençol em cima.

E agora? Bom, fucei na Internet até achar orientações em que eu confiasse. Você pode fazer o mesmo! O meu é baseado em um blog que amo (fonte lá embaixo) e na minha experiência com o aparador ok? Agora, vamos ver como foi:

Lixe até o verniz sair e nada brilhar
Moveis antes da restauração
A recomendação é não ter pressa, mas quem consegue?  Se for preciso, pode dividir essa etapa em 2, 3 dias, mas quis fazer tudo em uma tarde. O importante é lixar até o verniz sair da superfície, pra reduzir o risco de a tinta descascar. Quanto mais lixado e poroso, melhor. Pra tirar a dúvida, veja se a superfície ainda reflete a luz.
Lixar móveis de madeira

Ufa! Agora é a hora de passar paninho úmido pra tirar todo o pó e esperar secar por meia hora. Depois do móvel seco, primer. Só que, dessa vez, esperei o outro dia. Minha dica; divida as etapas por dia. Em menos de uma semana, tudo estará pronto e você vai fazer cada uma com muito prazer.

Para passar o primer, pode usar pincel de dois tamanhos, para facilitar em locais maiores e menores (detalhe na foto).

Primeira mão pintar móveis de madeira

E, antes de pintar, o ideal é voltar a lixar todo o móvel de leve. É cansativo, mas ajuda a tirar as marcas de pincel e deixar o móvel bem lisinho para receber a tinta.

primeira mão fundo

Meu erro aqui (acho) foi ter passado uma demão apenas de primer. Não sei por qual razão achei que era suficiente. Mas a verdade é que, por causa disso, tive que passar muitas demãos de tinta (5) pra cobrir o fundo, repare.  E o acabamento não ficou exatamente como deveria. Acho que vale passar umas 3 de primer, até cobrir a cor escura do móvel.

…Mais um dia secando, e lá fui eu abrindo a tinta amarela! Queria porque queria essa cor!

Para a pintura, usei primeiro um rolinho de espuma e o mesmo pincel usado pra passar o primer (mas só para os detalhes mais chatinhos). Diluí um pouco a tinta (1/3 de água é o recomendado). Fiz no olho e em menor diluição (admito!) e, nas últimas, simplesmente deixei de lado a porção de água!  Pra mim, foi melhor quando estava menos diluído. O problema que surgiu no meio do caminho: bolinhas!

bolhas na restauração

Fui pesquisar a razão. Cada um diz uma coisa. Uns me recomendaram trocar o rolinha pelo de lã, e eu fiz isso. Ainda assim, não ficava tudo lisinho. Aí vi que outra alternativa (mais trabalhosa) é passar o rolo de lã com tinta e em seguida outro de lã sem tinta (pra tirar o excesso). Foi o melhor pra mim! Antes de pintar de novo, claro, lixei né? Assim o defeito ficou menos aparente e mais fácil de cobrir.

Acho que o fato de passar muitas demãos pode ter colaborado para formar bolinhas, mas há quem diga que é a espessura da tinta e não quantidade de demãos. Vou precisar fazer em outro móvel pra te responder… Detalhe que aprendi: o rolinho só deve ser passado poucas vezes sobre a mesma área, somente enquanto a tinta estiver molhada. Depois ela começar a secar e se você voltar a passar o rolinho, a tinta pode ficar com um aspecto granulado.

Outro conselho? Comece com a tinta pela pare mais difícil e menos aparente! Pra ir testando (e errando se for o caso!) onde aparece menos. Com exceção da aplicação do primer, virei o móvel de ponta cabeça, e dei todas as demãos nele assim. Só depois pintei o tampo.

primeira mão da da restauração

Enquanto a tinta seca, é importante reparar se nenhuma parte vai escorrer! Se isso acontece, basta usar o rolo com leveza para alisar.  Lembrando que esperava 24 horas pra pintar novamente!

No final, passei 3 camadas de Verniz Brilhante em Spray, específico pra proteger a pintura. Não gostei muito de aplicar, porque, como não tem cor, fica complicado ver onde caiu a nuvem de verniz. Da próxima vou tentar com pincel mesmo!

Ficou perfeito? Não. Mas honestamente ficou ótimo! Fez uma super diferença na minha sala, todo mundo que entra repara, realizei meu desejo de ter um móvel amarelo, provei que sou capaz, e gastei muito pouco pra promover essa mudança!

Olha o aparador pronto!!!

restauração pronta pes

Abaixo, fotografei a falha no acabamento que comentei lá no início: a pintura ficou meio craquelada. Mas nada que as pessoas reparem. Só quando passa a mão mesmo!

E agora ele no seu devido lugar! Na entrada de casa…

Pintura na madeira pronta
TINTA: esmalte sintético à base d’água Sherwin Willians – Cor: Citrus

Como adoro o programa Decora (GNT), apostei nas dicas do blog Casa de Colorir, da Talita (que tem um quadro no mesmo programa). Para conferir na íntegra, basta procurar no google.


Lista de enxoval de bebê (em Orlando) – itens de passeio a higiene…

No último post, dei dicas para fazer o enxoval de bebê em Orlando, e hoje vou passar uma lista super completa pra fazer as comprinhas! Isso porque, quando estava esperando a Manuela, e decidi que iria fazer compras nos EUA, saí procurando uma lista de enxoval de bebê bacana pela internet e…não achei! Na verdade, encontrei várias, mas todas deviam em algo: uma não tinha itens necessários, outra só focava em coisas “da moda”.

Faltava uma que reunisse tudo; do básico ao dispensável, e que tivesse com observações não só sobre marcas e modelos, mas a real impressão de quem seguiu aquela lista. Faltava uma versão pós-uso-das-compras, afinal eu gostaria de saber se a quantidade deu, se tudo foi aproveitado, se faltou algo, se houve mudanças já na hora de comprar

Foi aí que minha quase-irmã contou que tinha feito uma lista com base em 3 outras que achou (não lembra onde!), fez suas anotações e me enviou. Adorei! Fiz alguns ajustes, com base no que eu compraria (ter um filho antes ajudou a saber o que queria!), e levei comigo de loja em loja, registrando tudo. Chegando aqui, pensei em escrever logo contando pra vocês sobre a lista. Mas, pensei melhor, e decidi esperar o uso (e o não uso) de cada coisinha. Isso me deu conhecimento de causa e, assim, criei uma lista completa, que funciona!!!

Ela tem os itens necessários (em tópicos), as indicações originais da minha quase-irmã junto com as minhas observações iniciais (ambas em azul), além das minhas dicas finais (em lilás). Com as cores, fica fácil entender! Quem quiser ler só os itens, basta focar nos tópicos, e quem quiser saber se gostei, se usei, e o que sugiro, basta ler o colorido! Ainda posso mandar por email a lista só com os itens, sugestão de marcas e quantidades – pra você editar do seu jeito! Pra ajudar ainda mais, deixei aí (porém riscados) 2 itens que podem (e devem) ficar fora (por motivos do desenvolvimento do bebê mesmo), e fiz algo que não encontrei em nenhuma lista: coloquei links de reviews, sites das marcas, etc! Ah, como eu queria ter lido algo assim na minha gestação…hehehe.

Com vocês, então, uma lista de enxoval super funcional, e real!!!

ENXOVAL DO BEBÊ – Lista do que comprar 

1) Itens de passeio/lazer

– Espelho retrovisor p/ carro

Comprei um que é um mini retrovisor e você usa no vidro de trás (sem precisar de outro pra refletir a imagem, pois você usa o próprio retrovisor do carro pra isso). Depois, quando o bebê está virado pra frente, você usa ele embaixo do retrovisor do carro. Mas tem opções que você leva dois. Acho desnecessário.

– Telinha protetora para sol no carro. (Marca Munchkin já vem com 2)

Comprei outra que achei melhor, mas não lembro a marca. Só sei que ela estica, podendo pegar cantinhos que escapam o sol quando o modelo é mais “fixo”. Na prática, funciona, mas menos do que eu esperava.

– Bolsa maternidade com trocador.

Não comprei, porque pensei que não fosse usar, pois com Léo achei frescura. Me arrependi e arrumei uma no Brasil depois!!!

– Bolsa passeio com trocador (Kipling ou Juicy Couture)

Comprei da Kipling e minha quase-irmã também. Melhor custo benefício! E é ótima, cabe de tudo nela… Cheguei a pegar uma da Guess antes (numa loja grande de liquidações), mas chegando no hotel percebi que ela era muito pesada e voltei pra trocar). Nos outlet’s, sempre tem desconto, mas fique atenta pra tentar mais desconto ainda com cupons! Meu marido fez uma compra na Nautica que deu mais 40% na Kipling…

– Lancheira e Mochila

Comprei a lancheira térmica da Skip Hop, porque acho muito fofa! Me arrependi de não ter trazido a mochila combinando, e pedi pra minha irmã trazer depois! Escolhi o modelo da Joaninha!

– Cadeira Musical Fisher Price (Bouncer)

Comprei depois que voltei, porque não cabia na mala! Minha irmã trouxe quando Manu já tinha nascido. Boa pra ficar em casa e pra deixar na casa de avós. Escolhi modelo do Macaco, com cores básicas, mas lá tem vários tipos, e em vários preços. Considerar se toca música, vibra, balança e o peso que aguenta. Adorei a compra! Ainda que ache que não fez milagres com a Manuela, e que ela usou pouco (até os 7 meses), o bouncer acalma sim o baby. A única coisa que me arrependo é de não ter escolhido uma mais colorida porque acho que chama mais atenção do bebê… Preço no Brasil: cerca de 490,00. Nos EUA: 60 dólares.

– Suporte para cabeça e corpo para colocar no bebê conforto.

O nosso era ótimo! Super confortável e realmente não deixava a cabecinha da Manu se mexer com o balanço do carro. Saímos da maternidade com ele. Comprei numa loja Baby R Us, da marca JJ Cole.

Babá Eletrônica (Modelo: Motorola Watch Them Dream 2.8 ou similar )

Fui com essa marca anotada (minha quase-irmã e várias mães que pesquisei escolheram essa), mas perguntei para a vendedora da MacroBaby sobre uma outra e me convenci de que seria bom negócio! Escolhemos uma da marca Uniden (Lullaboo Wireless Baby Monitor / Uniden UBR243 4.3 inch Baby Monitor.), que oferece quase tudo que a da Motorola, e era mais barata. A imagem é ótima, mostra a temperatura do quarto, tem música de ninar (!!!), e mais de uma forma de fixar no lugar… Além disso, tem acesso via Skype, o que nenhuma outra que vi dava. Resolvi a dúvida sobre comprar uma câmera de acesso remoto (comum) ou acesso wi-fi (moderna, mas e se a conexão cair, fico sem?). Duas em uma! Depois de usar por 1 ano e 3 meses, e continuar usando, garanto: ela é ótimaaa!!! Tem um review bem legal (em inglês) sobre ela aqui e em breve vou escrever um post só sobre ela!

– Bomba elétrica de tirar leite

Todas as mães indicam a elétrica da marca Medela, modelo Swing. Como não precisei usar com Léo, achei que não fosse usar com Manuela (já que não iria trabalhar fora). Mas a dificuldade no início da amamentação e a necessidade de extrair leite manualmente me fez querer muito! E depois de ter um princípio de mastite aos 7 meses da Manu, me convenci de que ter uma bomba seria ótimo! Me arrependi de não ter comprado. Meu irmão acabou trazendo pra mim depois a Mi Pump, da marca The First Years. Adorei! Ela é mais barata, tira leite das duas mamas ao mesmo tempo, tem velocidades diferentes de sucção e vem com uma bolsa prática. Usei pouco por ter tido tarde demais. Se fosse hoje, compraria no enxoval! Se tem dúvidas, pense que, se não usar, vende!

– Carrinho de bebê + bebê conforto (Quinny / Pég Perego ou o que você achar melhor)

Minha quase irmã e muitas mães que conheço compraram da marca Quinny, e realmente esse carrinho é um avião! Prático, já que você pode acoplar o moisés ou o bebê conforto direto na estrutura, é fácil de fechar, e lindo. Mas é mais caro (cerca de 500 dólares). Até pensei em comprar, mas optei por não trazer, porque já tinha o carrinho do Léo guardado, e gosto dele.

O nosso é o Pliko P3 da PégPérego: ótimo porque fecha guarda-chuva, sem deixar de ser um carrinho forte, sendo bem confortável para o bebê (Léo e Manu dormiram nele no primeiro mês, com a ajuda de um colchonete). Você pode acoplar moisés (não tive) e o bebê conforto. No caso do bebê conforto, ele acopla direto em cima do assento, sem precisar trocar um pelo outro entende? Fica maior o carrinho, mas é fácil! A única coisa que não gosto é o cabo, que gostaria que fosse reversível, deixando ver o bebê de frente também, e não só de costas… Parece que o modelo Switch, lançado depois que comprei o meu, faz isso. Minha sugestão: dê uma olhada ainda nos carrinhos Graco. Não são os “da moda”, mas são bem legais e baratos! Minha cunhada usa e gosta!

compras em orlando

2) Itens de Farmácia (saúde e higiene)

– Absorvente para Seio (2 pacotes de 60 cada / marca Lansinoh)

Não comprei porque achei que os da Jonhson’s estavam ok. Me arrependi assim que experimentei os da Lansinoh no Brasil! Recomendo que compre sim (leia aqui). É o melhor!!! leia aqui. Mas, com o dólar alto, vale ver por quanto saem as caixas por aqui. Vende no…. Sobre a quantidade, essa é a mínima que vai usar, mas trazer mais que isso ocupa muito espaço. Quem sabe dá pra “encomendar” com alguém?

– Concha para seio (Marca Avent / Philips Aventbreastshells)

Não comprei, mas precisei usar um tempo, e acabei usando da Lolly. Acredito que valha a pena trazer de lá, mas se preferir não comprar, é bom saber que tem de outra marca por aqui, e que ela é boa! =)

– Pomada Anti-assadura A+D (5 unidades)

Minha quase-irmã comprou 3 e se arrependeu de não ter levado mais! Eu comprei 2 potes grandes e 3 tubos pequenos. Uso diariamente, mas não em todas as trocas. Gosto muito da textura e do cheiro (sim, prefiro que as marcas nacionais!), mas quando Manu ameaça assar de verdade, preciso de outra… Minha sobrinha que mora nos EUA teve alergia a essa pomada, mas foi o único bebê até agora que eu soube. Dica: 1 pote pote grande e 4 tubos está ótimo na minha opinião! Se quiser mais, é só achar alguém que traga. Se não gostar, é pouca coisa pra doar.

– Pomada anti-assadura Desitin  (Rapid Relief -1 unidade / somente quando está muito assado)

Essa eu comprei um tubo e achei perfeito mesmo. Hoje em dia vende no Brasil, mas na época não. Vale comparar os preços né? Tem a embalagem roxa e a azul (uma é mais forte ainda) e eu trouxe uma de cada

– Pomada para fissura nos seios (Lansinoh Lanolin for Breastfeeding Mothers 2 oz – 1 unidade)

Ótima mesmo!!! Comprei uma e foi mais que suficiente. Ela ajuda bastante no início da amamentação, e contei minha experiência no post sobre fissuras no seio.

– Linha Mustela: creme de estrias (é caro mas maravilhoso)

Dizem que é mesmo (minha quase-irmã amou!), mas eu achei muito caro e tinha outras prioridades. Fiquei com vontade de experimentar, mas como não tive muita estria com Léo (só no seio e quase não dá pra ver), desisti. Fica a seu critério…

– Bicos de silicone (Medela Contact Nipple Shield)

Tem parecido no Brasil e sinceramente? Não é recomendado pelos especialistas em amamentação. É aquele tipo de coisa que quem usa e dá certo recomenda, mas que não é legal não… Pesquise mais antes de decidir comprar. Eu não comprei, e não sugiro que compre.

3 – Banho

– Boogie Wipes ou semelhante

Esse estava fora da lista e merece ser colocado. É um lencinho umedecido próprio para limpar o nariz dos bebês quando eles estão resfriados. Ele é mais delicado e tem em sua fórmula uma solução nasal, assim toda vez que a mãe usa o lencinho para assoar o nariz do bebê já está ajudando a descongestionar. Descobri esse item quando Manu já tinha 8 ou 9 meses, e pedi para meu cunhado trazer dos EUA. Ele não encontrou o Boggie Wipes, mas trouxe um similar da CVS (marca da farmácia CVS) e achei ótimo! Não experimentei o outro pra comparar, mas fica a dica! Aliás, lá o que não falta é lenço umedecido pra tudo quanto é finalidade. Vale fuçar e trazer alguns pra testar, já que são baratos e úteis.

– Bee Koool Soft Gel Sheets for Kids

Outro item que estava fora e que não comprei lá, mas me arrependi. Todo bebê tem febre e esse é um gel que ajuda a aliviar e controlar a febre. É como uma compressa, mas que já vem pronta, e dura 8 horas. Usei na Manu depois de vacinas e adorei. Vende em qualquer farmácia, como a WalGreens.

– Produtos BabyGanics

Não estava na lista, mas já conhecia a marca através da minha cunhada e investi em alguns produtos. Não recomendo um só, porque tem vários e acho que vale você escolher conforme achar mais importante. A BabyGanics em si é ótima (ela oferece produtos mais naturais para os babies). Eu trouxe um repelente (é 100% natural), um protetor solar mineral (pra ser o primeiro na vida solar da Manu) e um spray para limpar brinquedos e mesas durante passeios… Mas tem diversos produtos para banho, e muitas outras coisas interessantes e criativas. Você encontra em farmácias e lojas especializadas como a Baby R Us.

– Baby Soothing Vapo Bath Jonhson’s ou similar

Também não estava na lista original, mas acrescentei depois de umas pesquisas. Escolhi da Jonhson’s porque é o mais conhecido, mas lá acabei vendo que tem de outras marcas ok? O que é? É um sabonete líquido para banho, que ajuda a descongestionar o nariz entupido do bebê dodói. Para bebês com mais de 3 meses. Só não é recomendado para bebês com asma e problemas respiratórios. Usei com Léo já grande e gostei bastante. Trouxe um bem grande! Com a Manuela não usei porque já tinha acabado acreditam?

– Remédio natural para cólica Colic Calm

Não comprei porque tinha fé que Manuela não ia ter e nem tinha lido muito sobre ela. Na lista original não tinha, mas tomei a liberdade de acrescentar aqui pra você poder pensar sobre. Como Manu teve muitas cólicas, comprei no Brasil e paguei 3X o preço. A maior parte das mães que usou diz ser “milagroso’, mas no meu caso não foi. Acho que vale a pena trazer dos EUA (por ser mais barato), mas comprar aqui não.

– Remedinho de cólica (Mylicon ou similar)

Minha quase-irmã não trouxe, porque tem no Brasil. Ela usou e adorou. Eu também comprei no Brasil, mas não fez efeito para a Manu.

– Termômetro digital (Checar se é em Celsius, já que o padrão nos EUA é farenheit).

Comprei da marca Primo Passi, modelo que lê a temperatura na testa sem precisar encostar no bebê. Amo de paixão. Ele ascende a luz do visor no escuro, pra você não precisar ascender a luz do quarto! O som de aviso é baixo e nunca acordou a Manu. A única coisa que me incomoda é que, às vezes, a peça que fixa a pilha fica frouxa e preciso ajustar.

– Aspirador Nasal

Não tinha a recomendação da marca na lista, mas já tinha lido sobre o NoseFrida, e comprei esse! Super aprovado! Atualmente outras marcas são vendidas no Brasil e por valores mais baixos, mas usei uma delas e não achei a mesma coisa. Recomendo que compre o NoseFrida, com uma troca de filtro a mais.

– Tesoura de Unha ou kit higiene (Kit na Macrobaby, que é bem baratinho. Vem tudo de farmácia: pente, escova, tesoura, aspirador nasal, colher para medicamento… Marca: The First Years American Red Cross Deluxe Baby Kit).

Já eu comprei apenas uma tesourinha porque gosto mais (e porque com Léo não usamos kit!). Meu marido prefere uma marca do Brasil mesmo.

– Protetor Solar Baby (dois, pelo menos)

Não estava em nenhuma lista que li, mas acho bacana comprar lá porque os americanos tem alguns que não temos aqui. E mesmo as marcas vendidas no Brasil parecem ter produtos “melhores” por lá. Recomendo o Coppertone Baby (em creme e Stick). Comprei num supermercado e achei uma embalagem que vinha com um tubo grande e outro menor, num preço bem acessível. Já o stick minha cunhada que me deu depois! Vale trazer stick de protetor labial também hein? Se quiser ler mais sobre esses produtos importados, tem post sobre protetor solar pra bebê e criança aqui.

3) Itens para berço e banheiro

– Jogo de Berço

Não tinha na lista, mas sabia que algumas mães compravam lá. Quis dar uma olhada, porque gosto das combinações que os americanos fazem, diferentes das do Brasil. Achei o da Manuela na MacroBaby! Era de macaco, com chevron em cinza e rosa e foi o que guiou a decoração do quarto. Recomendo pensar no assunto, porque é mais barato que no Brasil e as opções são outras. Tem ainda um protetor de berço anti-sufocamento. Não comprei, mas minha cunhada que mora lá usa!

– Kit lençol para berço com elástico / 2 unidades

Comprei na MacroBaby, simples e básico. Comprei um rosa e outro em zig zag com bolinhas, que combinava com o jogo de berço. Barato e perfeito.

– Lençol de carrinho / 1 unidade

Não compramos, nem eu nem minha quase-irmã. Ela achou desnecessário. Eu usei, mas já tinha do Léo. Acho legal se for baratinho. Mas uma unidade só é suficiente! Usei mais na fase que os bebês dormiam no carrinho ao invés do berço. Por cima do colchão de carrinho. depois, a gente usa mesmo o protetor de carrinho!

– Toalha de banho com capuz / 4 unidades (Usa 2 e guarda 2 para quando estiver maior)

Comprei duas só. Uma para quando ela era RN e outra hands free (com ela, você consegue pegar o bebê após o banho com muito mais facilidade (PUJ Hands Free) pra experimentar (e num tamanho maior, pra quando ela tivesse uns 5 meses e ficasse mais difícil fechar o tampo da banheira e tirar ela da banheira ao mesmo tempo). Achei que fosse amar, mas não gostei desse modelo. Hoje, compraria as 4 normais, com variação de tamanho mesmo.

– Toalha fralda / 3 unidades

Preferi comprar no Brasil, porque é barato aqui e quase igual né?

– Fralda de ombro / 4 unidades  (minha quase-irmã ganhou no Brasil, e nem comprou lá).

Na lista original, estava escrito 8 unidades. Eu comprei lá, 4 unidades e achei perfeito. Elas são ótimas porque são mais reforçadas do que as nacionais, pelo menos as que eu vi daqui.

– Fralda de boca / 8 unidades

Comprei algumas, que na verdade são toalhas de banho, e minha mãe confundiu com as de boca. Elas são menores e mais finas, porque são pra usar como “esponja” no banho do bebê, mas eu adorei usar com a Manu quando ela era recém-nascida e escorria leite. Elas cabem em qualquer lugar!

– Protetor para trocador / 1 unidade

Lá eles chamam de Changing Pad Cover e dá pra encontrar de várias marcas. Não tinha na lista, mas já tinha ouvido falar e queria! Comprei da Carter’s, e um modelo mais fofinho (veja aqui). Gostei muito e usava para cobrir o trocador da banheira, porque (por ser de plástico) ele costuma ficar mais frio (principalmente no inverno). Acho ótimo, porque a gente troca o bebê sem precisar deixar a toalha molhada atrás…

– Cobertor e/ou Manta / 3 unidades

Comprei uma mais quentinha da Carter’s e sugiro comprar essa marca (vende até nos supermercados) porque a manta é super fofa e dura que é uma beleza! Lavo e seco, e está nova! Comprei outra de algodão orgânico, mais leve – pra verão mesmo. A terceira não comprei porque já tinha no Brasil, mas se você não tenho, recomendo.

– Lençol para chiqueirinho – 2 unidades

Nenhuma de nós duas compramos. Não achamos necessário!

– Protetor de colchão (Minha quase-irmã comprou 1 a prova d’água)

Eu não comprei, não achei necessário já que colchão de bebê costuma vir com um lado plástico.

– Travesseiro

Eu não trouxe. Achei que poderia comprar aqui e ainda acho.

4) Chupetas / Mamadeiras / Alimentação

– Chupeta Avent ou MAM / 2 unidades – 0-3 meses.

Comprei da MAM porque já conhecia. Duas unidades são mais que suficientes, já que nem sabemos se o bebê vai “pegar”, e o tempo de uso será curto – porque, se a opção for dar chupeta, só se recomenda fazer isso depois da amamentação estabelecida, isto é, após 20 dias ou 1 mês.

– Chupeta Avent ou MAM / 2 unidades – 3-6 meses.

Comprei da MAM também, mas precisei comprar mais duas no Brasil pra revezar na hora de esterilizar. Não compraria mais que duas lá por conta da “dúvida” em relação ao uso… Dica: comprei uma que ilumina no escuro e achei ótimo!

– Chupeta Avent ou MAM – 2 unidades – 6-18 meses (comprar mais desse tamanho porque usa mais / se não usar, é barato e dá pra dar para alguém).

Concordo que a gente usa mais desse tamanho, mas não trouxe mais que uma. Sim, chupetas são mais baratas lá, mas além de não sabermos se o bebê vai “pegar”, não sabemos se ele vai se adaptar à marca. As da MAM tanto Léo quanto Manu pegaram melhor no início. Mas, depois que mudou o modelo para mais de 6 meses, ambos estranharam a MAM e a solução foi a marca NUK por aqui…

– Mamadeira Avent , Dr. Brown ou MAM (BPA free) – 2 pequenas / 4 grandes (Vantagem da mamadeira Dr. Brown: ela possui um caninho no meio da mamadeira que tira o ar e evita que o bebe sinta cólica / Mas minha quase-irmã comprou um kit da Avent,que já vem com pote de leite em pó, esterilizador de mamadeiras, escova de limpeza porque saiu bem mais em conta).

Eu não comprei mamadeira!!! Com Léo não usei e imaginei que com a Manuela também não usaria, já que não trabalharia fora, e não costumo deixar o bebê por mais que uma hora. Não acho necessário se você também for por esse caminho. Para as que vão trabalhar pós-licença, compre.

– Aquecedor de mamadeira

Tanto eu quando minha quase-irmã não compramos! Nós duas acreditamos que se o bebê tomar mamadeira, melhor acostumar na temperatura ambiente, porque facilita nossa vida! Também acho “dispensável” pra quem for aquecer, já que temos fogão e microondas em todo o lugar!

– Rack para secar mamadeiras (marca Munchkin)

Eu não comprei. Acho dispensável pra quem tem dinheiro contado, meu caso 🙂

– Prendedor de chupeta (1 só, por não saber se vai usar ou não…)

Não comprei e tive que comprar aqui. Acho que comprar 1 é a melhor opção. Atenção: compre da marca da chupeta, porque uma nem sempre encaixa na outra.

-Esterilizador de Mamadeira – 1 unidade (da marca da mamadeira)

Tem kits de mamadeiras que já vem com um, mas como não comprei mamadeira, não teria essa opção. Minha cunhada tem um e vi em uso no Brasil; é beeeem legal! Esteriliza chupeta, e outros utensílios, como copos de transição!!! Vale a pena, pra quem tem espaço na mala (ocupa bastante, dependendo do modelo).

– Copos de transição – 3 unidades pelo menos

Esses não estavam na lista, mas recomendo! Gosto dos da NUK e indico trazer dois com alça lateral (que são menores e ótimos para quando o bebê começa a tomar água e sucos) e um sem a alça (é maior e tem um clip lateral pra prender na bolsa, na calça jeans da mamãe…).

– Porta Leite em pó

Já tive da NUK e gostei, mas resolvi experimentar na Munchkin, que também achei bom. Tanto faz…

– Mastigador com redinha – 1 unidade.

Besteira. Comprei para os dois filhos e não usei com os dois!!! Você acaba percebendo que é mais fácil dar a fruta amassada mesmo ou em pedaços, e existem indícios que a rede só atrapalha a introdução alimentar. Deixei na lista caso você queira muito matar a curiosidade…

– “Pacifierwipes” / 4 unidades (marca The FirstYears ou Munchkin)

São lencinhos umedecidos pra limpar chupeta, mamadeira, bicos em geral e que podem ir à boca do bebê. Recomendam dois pacotes e eu segui, mas queria mais!!! A gente usa muuitooo!!! Tem de várias marcas, e comprei Munchkin, a primeira que achei! Adorei! Minha mãe trouxe mais depois! Usava bastante nas mãos da Manu até os 6 meses, fase em que todo mundo pega na mãozinha do bebê e a gente fica sem jeito… Era só a pessoa virar as costas e eu passava o lencinho…rs.

– Pote para congelar papinha

Comprei da Munchkin, um de silicone. Vem 8 e é bem pequeno, ideal para a fase inicial que o bebê quase não come e sempre sobra comida. Fazia a papinha e congelava em mini porções. Depois, dá pra congelar um pouco de feijão, carne, etc. Gostei!

– Saco para esterilizar coisas (como chupetas!) no microondas

Li sobre esse acessório na web e achei legal a ideia pra quando estamos na casa de alguém e queremos ser rápidos. Mas sinceramente desisti por achar que 5 minutos no fogão ou uma torneira com água quente resolveria meu problema. Não me arrependo.

– Saquinho para congelar leite Lansinoh ou Medela

Não comprei, mas lembro de ter ficado bem na dúvida. Não fez falta (pelos mesmos motivos da mamadeira), mas acho que pode ser útil, se você for voltar a trabalhar logo após a licença ou achar que vai deixar o bebê com o marido com frequência.

– Potes e garrafas térmicas / 1 unidade de cada

A marca mais famosa é a Thermos, mas acabei não comprando lá porque não conhecia e, quando pedi para minha mãe trazer, ela só achou da Skip Hop. Gosto muito! Tanto o pote (que serve pra levar frutas) quanto a garrafinha mantém a temperatura interna por mais tempo. Ou seja, o bebê vai ter água e fruta fresquinha sempre. Não sei como é da Thermos, mas minhas amigas dizem que a água gelada dura o dia todo. Da Skip Hop dura bem, mas nem tanto.

– Organic Puffs (biscoitos orgânicos próprios para bebês)

São do tamanho dos sucrilhos, mas super naturais. Na verdade, tem os nem tão naturais e os orgânicos. Sugiro os orgânicos! Não tem nada parecido no Brasil… As mães que conheço compram da Gerber, mas meu irmão trouxe (pois é, não comprei no enxoval!) os da HappyBaby Manuela amou! É ótima alternativa para biscoito de polvilho e etc, ideal pra levar na bolsa. Tem vários sabores e o mais adorado pela Manu (e por mim!) é o Purple Carrot & BlueBerry. Se vale trazer, mesmo sabendo que o bebê só vai experimentar depois dos 6 meses? Se você não tem quem traga depois, vale sim! Os potes são grandes e duram bastante se intercalar com outros snacks, a validade é longa, e o preço é bacana (4 dólares 60g).

=)

Por hoje é só! Porque tem mais sim… Faltam as roupas certo? E elas entram no próximo post! Por conta das observações pós-compras, tive que dividir a lista em duas partes. Depois é só juntar, ou pedir para eu enviar a lista inteira por email ok? Espero que gostem de tudo, pois fiz com todo o carinho do mundo!!!!!!!!


Disney com crianças – parte 1

Como prometido, voltei para passar alguns macetes de uma viagem à Disney com crianças. Não que eu seja especialista. Aliás, estou bem longe disso. Mas, acabo de voltar de lá e posso contribuir com dicas fresquinhas para você viajar mais tranquila com a sua família. Além disso, antes de ir, também coletei uma porção de conselhos de mulheres que foram mais de uma vez e que, estas sim, têm muito para contar. Vamos lá?

Viagem disney

Foto: divulgação Disney

  • Em primeiríssimo lugar: vale a pena ir à Disney com crianças sim! E de qualquer idade. Você pode estar se perguntando se com um ou dois anos não é cedo demais certo? Pode até ser, devido ao maior trabalho que terá com papinhas, fraldas e preocupações, mas não é se você souber levar. É mais importante você estar tranquila do que qualquer outra coisa. Seu filho estando bem, a viagem não atrapalhando o calendário de vacinas e você indo em uma época de pouco calor ou frio, ficará tudo ótimo, tenho certeza.

Eu mesma pensava que tinha que ter pelo menos quatro anos, mas meu filho foi com três e foi sossegado. Conheço quem levou filho com um ano e meio e que também teve uma viagem deliciosa. Isso porque lá dentro dos parques você encontra muita infraestrutura para isso. Carrinhos para alugar (ou para comprar nos supermercados, no preço de um dia de aluguel no parque), fraldário mais do que decente, banheiros para a família (sem aperto e com privadinha infantil), frutinhas vendidas prontas para comer, enfermaria, sombras de árvores e, o mais importante, respeito por estar com um bebê ou criança…

É claro que você não vai conhecer tudo de um parque em um só dia, pois vai respeitar alguns horários da criança. Na verdade, o ritmo do passeio vai variar de acordo com seu filho, mas aí acho que a idade conta menos que a personalidade dele. Vi muitos bebês no colo das mães, dormindo e sendo empurrados por irmãos mais velhos e outros tantos na barriga… E hoje, penso que se tiver outro filho, posso levá-lo antes dos 3 tranquilamente! O que conta contra de fato é que mais tarde eles não devem lembrar de muita coisa. Talvez lembrem de quase nada… Mas, fica a dica de uma mãe experiente que levou o casal de filhos mais de uma vez, desde os quatro anos da mais nova: filme tudo, ou o que puder. Os vídeos, assistidos pelas crianças em casa, ajudam a guardar os momentos especiais!

  • Ouvir famílias que já foram é uma ótima saída para se preparar para a viagem. Você já vai sabendo o que tem, onde tem e como faz para chegar. Eu conversei com uma mãe que tem até planilha de excel para listar as melhores lojas, os melhores restaurantes, com zipcode para colocar no GPS… Não tem erro, é só escolher onde quer ir, digitar o número no aparelhinho mágico e em minutos você estará lá!

Ela também me deu a dica de agendar as refeições nos parques via Internet para não ter dor de cabeça. Eu agendei apenas a refeição com personagens (que é imperdível e impossível de se conseguir na hora). Nesse caso, se você não comparece, cobra-se 10 dólares por pessoa, debitados diretamente do seu cartão, cujo número deve ser fornecido no formulário online. Minha colega prefere já ir com tudo certo para nem ter que pensar onde vai comer. Dica válida já que você não paga nada se não for nas reservas sem personagens, e fica certa de que sua família vai ter uma mesa em um restaurante bacana… Contra: geralmente esses restaurantes que aceitam reserva são mais caros. Mas ainda assim, vale reservar alguns dias e ter cartas na manga!

(Se quiserem mais detalhes, comentem aqui que eu passo o link do site de onde agendam as refeições e, para quem quiser, mando os endereços essenciais para comprinhas!)

  • Conversar com o pediatra também é fundamental a meu ver. O meu, por exemplo, já me disse que medicamentos levar e o que fazer se o pequeno tivesse enjôo, vomitasse, tivesse dor de garganta, etc. É claro que levei tudo na bagagem, mesmo sabendo que encontraria lá, afinal é mais garantido. O remédio da febre e o termômetro ficaram na bolsa de mão, caso ele ficasse quentinho dentro do avião. Não precisei de nada disso, mas me deixou muito sossegada. O antibiótico, por exemplo, precisa ser levado com receita, para poupar dores de cabeça nos aeroportos.  Importantíssimo: fazer um seguro saúde internacional. Eles não são caros, e tenho certeza que valem cada centavo. Também não usei, mas não acho que ninguém deva deixar de contratar o serviço, até porque pagar por atendimento médico nos EUA costuma não ser muito barato.

Vale dizer que antes de você sair correndo para um hospital, é preciso ligar para o número que estiver no seu cartão, porque eles indicam um local conveniado por perto onde você possa ser atendido. Se você for em um não conveniado, não terá problema nenhum, eles também cobrem. Mas, segundo as agências de viagem, geralmente terá que mandar o recibo e esperar ser reembolsado…

Mais dicas? Escrevo no próximo post ok? Sobre os parques, os brinquedos, o clima, as filas…

Se você quiser escrever as suas também, tenho certeza que vão adorar! ‘


Aplicativo pra fotografia: pra tirar fotos lindas das crianças com o celular!

Quem não ama fotografar o filhote? Seja pra guardar, ou pra postar nas redes sociais? A gente ama vai… Só que nem sempre a gente consegue foto de “fotógrafo”, ainda mais com o celular! Só que sim, é possível!!! Hoje a dica do Cadu (que bate cartão na coluna Especialistas e agora tem lugar cativo!!!) é sobre um aplicativo pra fotografia pra nos ajudar a fazer imagens inesquecíveis com a câmera de um celular! Compare as fotos com câmera e com celular+app, e anota aí =)

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Com câmera profissional

Muitos me perguntam que aplicativos eu uso quando fotografo com meu celular. A verdade é que fotografo muito pouco com ele, somente em casos de urgência mesmo, sou da velha guarda e adoro uma câmera… rs Mas como é muito mais comum as pessoas estarem hoje com seus smartphones em mãos, é natural que façam uso dessa ferramenta e seus aplicativos, muito mais do que usariam uma câmera.

Com celular e aplicativo

Com celular e aplicativo

Então, como tornar a fotografia com smartphones mais fácil, ainda mais quando nossos objetos fotográficos, são nossos filhos? Sinto informar, mas tudo que vem fácil, também se vai fácil. Uma boa fotografia requer atenção, dedicação, imersão no momento, entrega de ambos, fotografado e fotógrafo. De outro modo você vai terminar o dia com 358 fotografias de seus filhos, todas borradas, cortando pés ou cabeça, imagens muito escuras ou muito claras. Enfim, pouco se aproveita do que se clica atualmente.

É fato que hoje temos uma necessidade desenfreada de registrar tudo que acontece na esperança de não esquecer, mas acontece exatamente o contrário por não termos uma boa fotografia para lembrar, finalmente, nos esquecemos de tudo. Bom, vou ajudar vocês.

Com câmera profissional

Com câmera profissional

Com celular e aplicativo

Com celular e aplicativo

Em primeiro lugar, não fotografe por um ou dois dias os seus filhos, ao invés disso, observe-os atentamente. Onde eles brincam? O que gostam de fazer e como? Quais são os horários deles? Como se movimentam? Quando sorriem? Segundo, aprendam a enxergar luz e sombra nas situações observadas anteriormente, afinal fotografia é sobre isso. Onde o seu filho mais gosta de brincar, há luz natural!? Você conseguiria propor uma atividade pra ele num local onde houvesse luzes e sombras marcantes? Depois que tiver percebido esses detalhes, prepare o seu celular para fotografar.

Um app bem bacana que uso bastante e que é minimalista pois não permite ajustes, filtros, e consequentemente te faz trabalhar para enxergar luz e sombra é o LENKA, disponível para iOS e Android.

O Lenka oferece somente o básico, o que te força a ficar atento ao que realmente importa, sua composição, sua luz e sombra para a fotografia. Ele não permite o uso da câmera frontal do seu smartphone, então esqueça a selfie, você não precisa aparecer na fotografia para estar nela, concorda?

Sempre peço pra minha esposa um favor, se eu partir antes do esperado naturalmente (risos), que ela sempre mostre pro nosso filho as fotografias que fiz dele e que diga pra ele que eu estava ali, ao lado dele sempre, conversando, dando atenção, carinho, observando-o e incentivando-o de perto. As fotografias dele são a minha visão, sendo assim, são prova viva de que estive com ele em vários momentos, mesmo que não apareça fisicamente na fotografia.

Com câmera profissional

Com câmera profissional

Com celular e aplicativo

Com celular e aplicativo

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