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Desabafo

Desabafo

Sabe quando o céu resolve despencar sobre a sua cabeça? Quando nada parece sair como quer? Quando o sol aparece e a única cor que você enxerga é cinza? Tenho certeza que você sabe. Que, em algum momento, já sentiu isso, afinal problemas são normais. Mas, se é mãe, deve ter tirado forças daquela fonte capaz de te fortalecer como nenhuma outra. Filhos.

Eles, com seus olhinhos brilhantes, inocentes e felizes mesmo em tardes literalmente cinzas, nos dão toda a energia para seguir adiante. Mesmo sem saber, eles são bichinhos fortes, capazes de muito mais do que podem vir a imaginar um dia.
Lembro da minha mãe, em períodos dificílimos para ela, sorrindo mesmo triste. Trabalhando mesmo sem ânimo. O rosto não me escondia, mas ela estava brincando, conversando, lutando. Quem não lembra da sua? E dos pais também. Eles lutam, reagem, criam força, viram homens pelos filhos. Lembro do meu fazer tudo por mim quando eu precisei. Sempre esteve lá. Sempre vai estar.

Quando se tem filhos você aprende a ressurgir das cinzas, a não desabar, a permanecer de pé. Me desmintam se puderem e concordem se quiserem. Se você tem um filhote até a dor é diferente, não importa qual seja ela. Você se anestesia. Melhor remédio não há.


Agressividade infantil: como lidar?

Agressividade infantil

Mordidas, beliscões, criança que bate, que apanha, mostra a língua… Mães e pais sofrem um bocado ao lidar com a agressividade infantil. Prova disso é o sucesso de alguns textos no blog sobre esse assunto (veja no fim do post)! Outra prova de que não é fácil mesmo é que recebo constantemente mensagens de mães aflitas me pedindo ajuda – Só na última semana, foram 3!

Como de costume, quando uma leitora envia perguntas, posso escrever uma reportagem e/ou entrevistar especialistas, especialmente para responder as dúvidas dela, com embasamento e não só minhas vivências pessoais. É a coluna “Personal Repórter“: quando visto minha capa de repórter só pra você :)!! Dessa vez, juntei os três pedidos, e fui conversar com Pamela Greco, pedagoga formada pela UNICAMP e idealizadora do blog Pais que Educam – fofa, competente e dedicada, além de apaixonada pelos pimpolhos! Está passando por problemas semelhantes em casa, na escola, no parquinho? Confira os depoimentos das mamães e a opinião da especialista! A minha está lá no final!

1 – Olá Beatriz! Estava procurando ajuda sobre mentiras e beliscões e encontrei seu blog. Li vários post seu e decidi declarar minha angústia… Tenho uma filha de 6 anos, esperta, inteligente, carinhosa e de personalidade forte. Ela estuda há 2 anos com uma amiguinha na qual vem ocorrendo queixas frequentes de que minha filha belisca sua amiga e quando conversamos com ela, ela nega, só que a amiga está com “marcas roxas”. A amiga não conta, não reclama, não pede ajuda pra ninguém, só fala quando sua mãe vê e pergunta o que aconteceu. Depois de várias ocorrências desse tipo, a professora passou a observar melhor e confirma alguns relatos da minha filha, por exemplo: não brinquei com ela nesse dia, não fiquei junto, não sentei com ela, e a professora procura estar atenta nas duas… Infelizmente aconteceu algumas vezes da minha filha beliscar e omitir por muito tempo, até que num certo momento ela confessou que tinha beliscado. Converso muito com ela, peço ajuda às colegas, leio sobre assuntos, mas a situação permanece, as reclamações também, e quando questiono, ela nega… SOCORRO, me ajuda. Além de tudo sou muito amiga da mãe da amiguinha dela. E um detalhe: essas reclamações são só com esta amiga, ela não belisca outras crianças. Grata…aguardo resposta muito ansiosa!

Pamela: Nessa idade o ciúmes é muito comum nas crianças: das amigas, da mãe, do pai, dos irmãos mais novos e etc. Ao que parece – seria preciso analisar o contexto com mais calma: se nos basearmos no fato de que os beliscões acontecem só nessa amiga, pode ser ciúmes. As crianças precisam, tanto para o ciúmes quanto pra outros sentimentos, serem ensinadas sobre como lidar com o que sentem, senão a agressão física aparece (mordidas, tapas, empurrões, beliscões). O que eu sugiro:

  • Mãe e filha num papo aberto. Nesse momento a mamãe tem que ser clara, acolhedora, mas firme “Filha, eu não vou ficar brava se você me contar o que está acontecendo, mas precisamos conversar sobre isso. Quero saber de você, ok?”. Se papos assim forem fortalecidos, foi dado um passo para o “adeus a adolescência rebelde”. Se não funcionar – ou seja, não houver esclarecimento nesse momento – sugiro que as mães (que parecem ser amigas) sentem pra conversar também. Aqui vale sinceridade e lembrar que estamos falando de duas crianças, o que se pode querer para elas é a ajuda e não punição. E por fim, uma mediação de conversa entre amigas. As duas pequeninas conversando, orientadas por um adulto assertivo mas calmo, deverá esclarecer toda situação. É preciso primeiro descobrir porquê isso está acontecendo, pra depois explorar com as crianças possibilidades de resolução.

Se as conversas para resolução de problemas forem estimuladas desde muito cedo, em todas as relações da criança, a possibilidade dela usar de agressividade para resolver as situações é muito menor. Ensinar as crianças e identificarem seus sentimentos e lidarem com eles é fator essencial do bom desenvolvimento infantil.

Agressividade infantil

2 – Minha filha estuda em tempo integral e durante a tarde encontra com um garotinho da mesma idade que quase sempre bate nela. No início, eu dizia que ele não fez por mau, que foi sem querer. Depois passei a orientá-la que ele não podia fazer isso porque isso não era coisa de amigo e que ela conversasse com ele, depois que ela se afastasse, mas o garoto continuava a bater.Um detalhe muito importante: minha filha não bate em ninguém e costuma defender seu ponto de vista, seja disputando um brinquedo quando alguém tenta tomar dela, seja conversando com outras crianças e até mesmo adultos. Ela se expressa muito bem para a idade dela. Uma criança elogiada por todos na escola pelo comportamento e maturidade. Fui procurar a escola e conversar com a coordenadora. Ela comentou que ele realmente era muito difícil com muitas crianças, não apenas com a minha, mas que a escola já havia orientado a família a procurar um psicólogo e a escola também já estava tratando o caso dele. Mas ele continuava a bater. Então um dia, encontrei com a mãe dele na escola e resolvi conversar. Disse que já há alguns meses ele vinha batendo na minha filha, que não havia melhorado e que eu iria a partir de então orientá-la a dar o trôco caso ele continuasse a bater. A mãe dele disse que eles já estavam sendo orientados e que ele iria ao psicólogo. Realmente disse pra ela bater nele umas duas ou três vezes, mas esperei que o garoto evoluísse.

Chegaram a férias e, ufa!! Na volta às aulas, novamente está lá o garoto batendo nela. E novamente procurei a escola. Me disseram que ele havia tido uma tímida melhora, então por acaso encontrei a mãe dele na escola, tentei ter um outro diálogo com ela e fui super mal recebida. Eu estava tentando pedir a ela pra conversar com ele sobre o caso específico da minha filha, pois uma coisa é dizer: ” não bate nos coleguinhas”, outra é dizer: “não bata em fulano de tal…”Ela disse que não iria conversar comigo e que eu procurasse a escola pois ele já estava sendo acompanhado, e ela teve a infelicidade de ofender a minha filha de 4 anos dizendo: ” vai ver que é a sua filha que gosta de apanhar”. No mesmo dia, fui na escola exigir que não deixasse que o garoto tocasse na minha filha com violência. Logo no segundo dia, ela relata que o menino havia batido novamente. Sinceramente, já não estou com paciência e vontade de deixar que as coisas se resolvam na conversa e diplomacia. Como a reação da mãe foi no meu ponto de vista a pior possível, já estou vendo que o menino vai precisar de muito mais tempo para evoluir, pois o problema com a família dele deve ser sério. Já conversei com a escola por cerca de 6 meses e não foi garantida a integridade da minha filha, talvez por acharem que é coisa de criança, não sei… Minha vontade é de ir à justiça processar tanto a escola, como a mãe do menino pelo que ela falou da minha filha. Qual a sua opinião?

Pamela – Infelizmente – ou felizmente – não podemos entrar na casa de todas as pessoas que nos cercam e impormos nossos valores. Todos nós, na verdade, enfrentamos “valentões” todos os dias: É o chefe que explode e é hostil, é o colega de trabalho que intimida, é a pessoa no trânsito que grita e buzina sem motivo. Das duas uma: ou o garoto está precisando de limites impostos pelos pais ou está precisando sim de uma ajuda psicológica. Os pais têm desertado de sua função de estabelecer limites por medo de serem autoritários. Seja como for, outras crianças não podem sofrer as consequências dos atos dele, e é dever da escola garantir a integridade física de todos, um espaço em que possam se sentir iguais e seguros. Sugiro que não perca tempo procurando a outra mãe. Não sabemos o que ela está vivendo, ou se a personalidade dela compactua ou não com as atitudes do filho – e não poderemos mudá-la de qualquer forma. Aí acho que o foco deve ser atuar no problema! Pedir pra menina revidar só fará com que ela entenda que com certas pessoas não há jeito senão a violência. Acho que se ela está tão bem encaminhada na comunicação, seria uma pena fazer isso. O que ela deve é se defender, se proteger. Encontrar formas de não deixar o menino bater nela (até com barreiras físicas mesmo ou com a própria professora), e que ela diga em alto e bom tom “não vou aceitar isso, pare já” para o menino. De qualquer forma, isso não traz bem-estar para a pequena, então sugiro que a mãe tente uma última conversa com a escola, que precisa lidar com a situação.

3 – Olá , preciso de ajuda. Minha filha tem 7 anos e sempre vem da escola com marcas. Ela me conta que tem uma menina na escola que é como um xerife e que todas as outras obedecem por que a garota é violenta. Eu sempre converso com ela;  “filha conte a sua professora o que esta acontecendo para que ela tome uma atitude dentro da sala de aula”. Mas minha filha não conta pra professora dela de jeito algum, pois tem receio da menina bater nela e perder a amizade da mesma. Preciso de uma orientação. Obrigada!

Agressividade infantil

Pamela – O ideal é um papo com orientação pedagógica. Se a orientação tiver um bom aparato de trabalho, farão uma intervenção – dentro da sala dessa menina (sem fazer alarde para ninguém de que foi uma reclamação), e conversarão com as crianças sobre a agressividade, sobre formas de lidar com a raiva e o sentimento de posse. Se o problema persistir (é preciso parceria entre mãe e escola nesse caso pra saber se o problema está persistindo), então a professora deverá conversar com a mãe da aluna agressora, sem expor a criança que foi mordida, relatando apenas o problema, contando da intervenção, dos resultados e da necessidade de ajuda. Acho que é importante lembrar – se me permite o pitaco – que as agressões são “comuns” na infância: as crianças tentarão usar desse recurso vez ou outra, mas a mediação tem que ser feita logo para que ela entenda que isso é inadmissível, que fere o amigo. É interessante fazer as crianças pensarem no que o amigo agredido sentiu e que não é dessa forma que se lida com o que se sente.

Meus pitacos sobre tudo: 

Como a Pamela já comentou, não temos o poder de entrar na casa de cada um, persuadir famílias a educarem seus filhos ou mesmo a enxergarem o que seus filhos fazem ou deixam de fazer. E isso é pra sempre. Dói demais ver nossos pequenos sofrerem agressões por parte de amiguinhos que, a meu ver, não têm culpa alguma! Dói saber que os pais daquela criança não tomam atitude, e às vezes compactuam com o comportamento agressivo. Acreditem, conheço uma porção de pais e mães assim. Mas também deve doer ver um filho ou filha usando a agressividade quando não foi isso que você ensinou… Onde foi que eu errei né? Bem, isso não é pra sempre – pois, quando essa dor existe, estamos falando de pais conscientes, que se importam e que com certeza irão encontrar um jeito de ajudar o pequeno.

Temos que pensar que criamos os filhos para o mundo (como dizem por aí), e que, sim, eles ainda vão lidar com isso na faculdade, no mercado de trabalho, etc – sendo vítima ou atacando (por não saber fazer de outra forma?). Isso serve pra nos dar força para agir sem colocar redomas, e sim ensinando os pequenos a lidarem com a adversidade, diferenças, e com suas próprias emoções. Não estou falando só de quem “recebe o tapa”, mas de quem “dá o tapa” também por alguma razão. Sabe aquela história do “não importa o que fazem com você, mas sim o que você faz com o que fazem com você”? É isso! Há maneiras e maneiras de demonstrar o que se sente.

Agressividade infantil
boys are boys everywhere

Só faço um parênteses. Como mãe, sei que infelizmente tem horas que é preciso mudar o discurso. No meu caso, tive que dizer para Léo que ele poderia revidar na “mesma moeda” – caso não houvesse outra maneira. Foi para deixá-lo seguro a tomar suas próprias decisões. Por conta de todas as lições dadas por aqui, e da personalidade dele, Léo encontra outras formas de evitar o confronto e de se defender: aprendeu a se preservar. Não acho que o convite ao “revide” seja bom, mas… Minha dica é: conheça seu filho melhor que ninguém, converse com ele abertamente e com muito carinho, tente observá-lo como se não fosse a mãe, peça ajuda profissional, e escute a intuição. Assim, fica menos difícil saber qual atitude tomar!

Outros textos sobre agressividade infantil, publicados no blog:

Bulling na Escola: o que fazer? / Como ajudar o filho a se defender / Seu filho bate ou apanha? / O bater, o sofrer e o se defender / O que fazer se o filho bate?

Sobre nossa entrevistada:

Pamela Greco

Pamela Greco é pedagoga formada pela Unicamp, educadora com experiência em Ensino Básico e Ensino Não formal. Estudiosa irremediável de temas do Desenvolvimento Potencial Humano e do Desenvolvimento Infantil. Idealizadora do blog Pais que Educam, atua como palestrante, pedagoga particular em acompanhamentos, reforço escolar e cursos de desenvolvimento global.


Acessórios para quarto de bebê – que ajudam na decoração!

Acessórios para quarto de bebê não faltam e, na minha opinião, são eles que dão o toque especial na decoração. Eu quis fugir do padrão convencional de baby decor no quarto da Manu, e fui buscar em blogs americanos algumas inspirações – o que tornou os detalhes ainda mais essenciais, e a busca por eles bem complicada! Não foi fácil ir atrás dos meus caprichos! Por isso, hoje falo deles: dos itens que ajudaram a deixar tudo do jeitinho que eu queria.

Acessórios para quarto de bebê

Nessa foto, está faltando o que realmente começou a história, o jogo de berço – comprado nos Estados Unidos e um pouco diferente dos daqui – em tons de rosa e cinza. Vou mostrar ele no berço em outro post sobre a decoração completa (nessa fase ainda não estava tudo pronto!), mas pra matar a curiosidade foto abaixo!

Tudo estava indo bem, até que, no alto das 30 semanas de gestação, me dei conta de que o kit não vinha com trocador de cômoda! Começou a corrida contra o tempo, e atrás do trocador em primeiro lugar. Além de querer um que combinasse com o jogo, não queria que fosse fino, como havia usado com Léo, e sim com espuma. Passei dias procurando. Achei alguns, todos rosinha e branco, muito comum pra mim. E finos.

Até que numa madrugada (mesmo!), encontrei a loja dos meus sonhos! E esse não é um publipost, deixo claro. Me apaixonei pela Pilulito, e à primeira vista. Encontrei não só o trocador Chevron (zig zag) que queria, como outros itens diferentes – pra decorar e de quebra me ajudar na rotina com bebê! Fuçando no site, vi que tudo é confeccionado com por uma mãe empreendedora, muitas vezes com tecidos lá de fora. Pronto, eu estava em um relacionamento sério!

Fiz minhas encomendas e vou mostrar quais foram, além de dar meu parecer sobre elas! Quem sabe você também não encontra aquilo que tanto procura e não acha?

Trocador…

Amei!!! Zig Zag cinza e branco com viés da capa plástica em rosa!!! O que mais achei legal, além do Chevron? A espuma tem 5 centímetros de espessura, e a capa é como um “envelope”, fácil de tirar para higienizar. Além disso, dá pra tirar o tecido pra lavar se quiser, porque tem zíper!

Cesta Multiuso ou porta-trecos

Além de charmosa, achei super útil! Pensei que menina sempre tem elástico de cabelo, tiara, pulseiras, e onde guardar? Enquanto ela não chega nessa fase, encontrei outro uso: guardar pomadas no nicho da cômoda, e ajudar a decorar o quarto!

Sacola de Roupa Suja

Vocês já viram alguma assim? Pra mim foi perfeito, porque eu não tinha espaço para cestos no chão (foto abaixo). Aí vi a sacolinha! Tem em várias estampas; fiquei com essa pra quebrar um pouco o padrão rosa e cinza do quarto (o turquesa harmoniza bem com as cores dos outros itens e me dá liberdade para inserir outras coisas depois). Além do mais, é a história da chapeuzinho vermelho, fofo né? Ela fica linda fechada e aberta, vazia ou cheia, e pode ser usada mais tarde (ou a hora que você quiser) pra guardar outras coisas, como brinquedos!

Coloquei ao lado do guarda-roupa, pra dar um charme na lateral branca do móvel, já que ele fica bem na entrada do quarto. Ponto positivo da localização: fica entre a cômoda e o banheiro (posso jogar a roupinha lá tanto pós troca quanto pós banho).

Almofada de apoio (ou só pra decorar mesmo!)Tenho almofada de amamentar e essa não é pra isso. Mas sabe quando você senta na poltrona e sente um vazio na lombar? Pensando nisso (e apaixonada assim quando vi a almofada) encomendei! Rosa e cinza, minha paixão. Elefantinhos, pra fugir da macacada (não quero um tema só dessa vez), e ainda pode ser usado do lado das bolinhas (poás) que tanto amo! Viés charmoso, combinando com o do trocador. Sem palavras.

Lençol de berço com 2 fronhas!

Não sei se encaixa como acessório, mas aqui vai: achei demais! O bebê geralmente regurgita e suja a fronha antes de precisar trocar o lençol de fato, então dá-lhe duas! O lençol de cima e o de baixo também são mais largos e mais compridos do que costumamos ver por aí, sendo que o de baixo tem duas faixas para você amarrar, fazendo com que ele fique sempre bem esticadinho e nunca saia do lugar! Por que ninguém pensou nisso antes? Tinha que ser mãe pra pensar e ainda confeccionar tudo do jeitinho que deve ser.

O conjunto vem com bolsinha de tecido que pode ser usada tanto para guardar os próprios lençóis de forma organizada, como para levar uma muda extra de roupinhas na bolsa por exemplo.

Pra mim, o quarto da Manuela não seria o mesmo sem esses acessórios! Mas sabe o que mais gostei? De conhecer um lugar em que encontro produtos diferentes… Alguém já viu sacolinha de roupa suja pendurada na parede ajudando a decorar o quarto? Por isso, naquela madrugada mesmo, fui logo mandando email para a Kátia, falando do meu amor pelo que tinha visto! Fiz minhas encomendas e ainda perguntei se ela não topava me dar um desconto pra eu poder ter tudo o que queria e de quebra testar pra vocês! A Ká (já me sinto íntima!) faz itens por encomenda e ainda dá sugestões, caso a gente peça. Eu pedi, e ela me tranquilizou sobre combinações de cores:

“Você vai ver que com o tempo o quarto da sua filha vai se transformar, vai aparecer a baguncinha do dia a dia, os presentes que ela vai ganhar, tanto de enfeites como de brinquedos e tudo bem! Você não vai querer ‘esconder’ algum presente só porque não está na paleta de cores que você idealizou para o quarto dela né? Isso é muito mais legal do que aqueles quartos perfeitos e intocados, onde a criança não tem liberdade no próprio quarto porque senão vai ‘estragar’ a decoração entende? O importante para que você consiga manter a ‘alma’ do quarto, ou seja, manter aquele estilo e cores que você planejou, é fazer com que elas prevaleçam sobre as demais cores e objetos; essas cores/estilo precisam ser a base do quarto, mas não precisam dominar tudo, entende? O quarto da sua filha vai lindo, do jeitinho que você imaginou, bem feminino, delicado e com rosa e cinza prevalecendo, mas não dominando tudo. Uma decoração equilibrada, em harmonia e pronta para a vida real, onde não temos controle sobre todas as coisas…”

Fica a dica para todas nós!! E que os quartos se realizem, com a essência que as mamães desejarem, muita criatividade e bom gosto!

Onde, como e quanto: No Atelier Pilulito, também conhecido como “laboratório de coisas fofas para bebê e criança”! Vende online, por preços acessíveis (embora alguns itens sejam mais caros, por conta do tecido importado e outros fatores). Adoro fuçar na fanpage. E pelo contato@pilulito.com.br dá pra conversar direto com a Ká e fazer encomendas personalizadas.


Angústia depois do parto: Tem nome, é normal e passa!

Era a manhã do segundo dia em casa com Manuela. Acordei (depois de quase não dormir) e sentei pra tomar café da manhã. Marido segurava Manu, e Leo assistia a um desenho na sala ao lado. O chá esfriava, e eu passava requeijão na torrada. De repente, um nó apertou minha garganta. Me faltou ar, chão, horizonte, calma. Desceram lágrimas, de tristeza, medo, cansaço. Pensava: “não posso fraquejar, tenho que cuidar de um bebê; o que faço com a responsabilidade?; será que consigo dar conta?, como consegui da outra vez?; quero dormir e comer, mas agora minha vida gira em torno dela!; minhas forças se foram no parto, de onde tiro mais?; vão ser todos os dias assim?”.

Angústia depois do parto

Se queria desistir? Voltar no tempo? Cancelar a cláusula da doação irrestrita que assinei ao parir? Não! Mas não posso negar que a angústia era gigantesca. Maior até que no primeiro filho, afinal agora eu precisava ser forte pelos dois! Marido tentava me acalmar, e eu também tentava me acalmar, mas uma palavra descreve bem aquele meu café da manhã, na ponta de mesa de jantar, acuada em meus próprios pensamentos, curvada diante de tanta maternidade: desespero!

Aos poucos, fui me tranquilizando, respirando mais devagar, cessando o choro, me refazendo, juntando meus cacos. Até porque não tinha muito tempo pra tudo aquilo; Manu mamava a cada hora. A única coisa que lembro de ter feito antes de assumir meu posto novamente é de ter ido ficar alguns minutos com o Léo no sofá. Parecia que ele me dava “força”. Ou me lembrava que tinha razões de sobra pra acreditar em mim. Ou me trazia pra perto da realidade anterior ao novo bebê.

Nos dias seguintes, tive mais alguns episódios de angústia e choro, muito choro. Não que eu não estivesse curtindo o bebê, ou feliz com a maternidade. Era como se a alergia e a melancolia fossem irmãs. Lembro de ter recusado um almoço em família e ter dito pra meu irmão “estou chorando muito, quero ficar quieta, você não tem ideia do que é o pós-parto.” Além de chorona, também me senti um pouco ‘presa’ dentro de casa, como não havia me sentido no primeiro filho. Coisa doida. Senti como se ‘alguém’ tivesse tirado minha ‘liberdade’ de repente – como se eu não soubesse que isso iria acontecer…

Eu sabia que era normal sentir o que eu estava sentindo, que a mudança hormonal, emocional e física que meu corpo acabava de passar me trazia de brinde essa avalanche de sentimentos. E isso me ajudou bastante. Devagar, passou. Parei de me sentir tão corcunda carregando tanta responsabilidade. Exatamente no décimo terceiro dia, meus hormônios pareciam ter me dado uma trégua, as emoções em montanha russa idem, e senti “passou”.

O curioso é que, com Léo, tive algumas sensações novas e inseguranças (como sensibilidade à flor da pele e medo de o bebê não estar respirando!), mas nada que me angustiasse ou me entristecesse como senti com Manu. Mas o que eu tive na vez dela tem nome: Baby Blues! E o que é isso? Em resumo, é um estado físico da mulher no pós-parto que resulta num estado emocional não muito esperado (mas plenamente normal) nessa fase tão linda. Por mais desesperador que possa ser, é possível sentir tristeza, vontade de chorar, angústia, medo, e a gente se perguntar “mas eu não deveria estar saltitante?”.

A resposta é não! Você não “tem que” estar nem de um jeito nem de outro – mas pode estar. O Baby Blues é como a tensão pré-menstrual; ocorre em algumas mulheres e por alterações hormonais, o que não é “evitável”. Mas, assim como a TPM, passa! Em geral, nos primeiros 15 dias depois do parto. E o que eu tenho a dizer pra você sobre isso é que se respeitar e respeitar o vai e vem de hormônios e sentimentos torna tudo mais natural e passageiro. Me ajudou imaginar que essa fase faz parte da construção da mãe que seremos dali em diante… No primeiro ou no décimo filho!


Bebe Reborn: Dicas, Tipos e Preços

Vamos ver aqui no Mãe de Cabeça os Pés como saber comprar os famosos bebe reborn a boneca que é febre entre as meninas de todo Brasil. Faço parte da turma que não teve a oportunidade de ter várias bonecas durante a infância, pelos meados dos anos 90. Depois de muito tempo a minha filha pedir, resolvi a comprar uma uma boneca bebe reborn realista e acabei me tornando uma admiradora delas.

Bebe Reborn o que é

O que é um Bebe Reborn

Primeiramente o quer dizer a palavra “Reborn” significa “Renascido” e isso é o que fazemos com as bonecas mudar, renovar, reformular sua aparência até que se torne um belo item de digno de colecionador.
As bonecas digno com essa técnica ganham expressividade e abordam o mundo infantil de forma hiper-realista.

Origem da Boneca Reborn

Os nenéns super realistas tem sua origem na Alemanha, quando durante a Segunda Guerra Mundial as bombas cobriram o céu de parte da Europa e homens, mulheres e crianças foram forçados a passar parte do tempo em abrigos e com o mínimo. Nesse ambiente onde era escasso até o básico algumas mães começaram a reformar as bonecas de suas filhas para dar um novo visual.
A partir da década de 1990, reaparece com mais força e cruza fronteiras atingindo os Estados Unidos e de lá se estende ao resto do mundo. Aqui no Brasil conheço a ser conhecido no ano de 2010.

bebe reborn super realista

Processo

A primeira coisa a fazer é comprar um modelo de boneca e assim completamente do zero, a partir daqui começa o processo de criação da boneca, depois de várias horas de trabalho aplicando camadas de tinta e enxertou o cabelo dele cabelo pelo cabelo com agulhas especiais, monta isto e veste ela. Por esse motivo o valor é alto

Quanto custa uma bebê reborn

O preço de uma boneca reborn gira em torno de 500,00 a 1,000 reais depende do kit que for montar, mais consegue encontra preços melhores e mais caros até 2 mil reais pelo nível de detalhamento dos bebes. As mais caras normalmente vem certidão de nascimento, carteirinha de vacinação e muito mais outros acessórios. Normalmente as mais baratas não são tão realistas, elas são feito sobre encomenda então demora cerca de 10 dias para ser enviado para você

O que faz um bebe reborn

Na bem da verdade ela não faz nada a comum, mas ela é super realista precisa olhar muito bem para percebe que não é um recém nascido, exceto as mais caras que tem a função de respirar.

quanto custa bebe reborn

Tipos da boneca reborn

Os bebês reborn são feitas de muitas maneiras diferentes, dependendo da pessoa que faça e podem ser reconheces como artistas do tamanho que é para criar uma boneca.
Algumas modelos são são feitos todos de silicone, e o corpo de tecido e braços e pernas 3/4, outros são feitos inteiros em vinil, Vamos mostrar as que são feitos em vinil, silicone e de corpinho de tecido. Vamos começar:

Corpo Inteiro de Vinil

As que são inteiros de vinil não são a melhores opção quando você quer um bebê super realista de verdade, por que o vinil eles não são fofinhos como um bebê de verdade. É como que esses bebe não tenha o peso de um bebê normal. A vantagem que os bebês reborn de vinil ser levado a banheira e molhar normalmente (igual ao de silicone).

Corpo Inteiros em Silicone

O bebês inteiro em silicone são ótimos, e bem molinhos. Esses (como o de vinil) você pode molhar, diferente da que tem corpinho de tecido. Ponto negativo das boneca reborn de silicone, quando encostar nelas outra parte começa a balançar.

Bebe Reborn com corpinho de Tecido

O Corpo de tecido é a melhor, porem tem seus defeitos. O corpo de tecido você não pode levar para dar banho, mas pode ser usado os lencinhos umedecidos pra bebês. A vantagem é que o tecido de certo modo deixa mais realista a boneca, pois deixa o bebê bem fofinho, e com um peso de renascido de verdade. dependendo da loja que vai comprar, pode vir com placa de barriga, para quando for colocar roupinhas ser mais fácil. 

Como Cuidar Bebe Reborn

bebe reborn como cuidar

Antes de mais nada, saiba que você adquire praticamente uma obra de arte única e exclusiva e, portanto, tem que cuidar dela e não estragá-la.

O Bebe Reborn não é um brinquedo. É recomendado limpar com um cotonete. Não limpe com produtos normais que estão em casa, pois eles apagam a tinta.

-Não aplique álcool, removedor de esmalte, acetona ou qualquer outro tipo de solvente, porque onde ele cair, irá apagar manchar. Recomenda-se apenas no corpo ou na roupa, nunca no vinil, seu alto teor de álcool colocaria em risco a estabilidade da cor.
Ele vai ser colocado um pouco no corpo, mas com cuidado, se o recheio molhar ficar molhado, pode ficar mofado, é melhor colocar a cheiros nas roupas.

bebes reborn

Não deixe a boneca Reborn perto de uma fonte de calor exagerada, como forno ou fogões, o vinil amolece e se deforma. A umidade também estraga tudo.

Como eu disse na primeira seção, isso não simples brinquedo, você tem que tratá-lo com amor. Por isso eu quero dizer não andar no chão, não puxe seus membros, cabelos.

O cabelo é enxertado com agulhas especiais, é um trabalho muito laborioso que leva vários dias até a sua conclusão.
Você pode pentear com um pente de bebê e também umedecê-lo com água ou óleo especial para boneca bebe reborn. Especialmente tenha cuidado ao pentear, faça com paciência.

Conheça as mais realistas do mundo

Conclusão

Para compensar o tempo perdido vale muito apena. Foi uma revelação e o começo de uma grande e verdadeira coleção que eu e minhas filhas começamos. Eu realmente me apaixonei por essas pequenas obras de arte, mais realistas do que as outras. Hoje, tento dar-lhes a Vida, por minha vez. Eu coloquei todo o meu coração e energia em fazer esses anjinhos, dando a cada um deles uma personalidade diferente, o que os torna verdadeiramente únicos. É um trabalho muito longo de paciência e meticulosidade, não é preciso contar o tempo. Todos os materiais que são feitos são de qualidade para que estes pequenos amores permaneçam como no primeiro dia: “magnífico”. É sempre uma grande emoção quando chega uma em casa “estas pequenas criaturas dos sonhos”, É para mim uma imensa honra e prazer compartilhar minha paixão e mostrar que vale a pena você comprar uma para sua filha.
Se você gostou deste site, mande mensagem nos comentários obrigado antecipadamente, até breve.


Pilates para mães: recomendo! Veja benefícios

Você deve estar achando que vou falar dos benefícios físicos do Pilates para mães né? Não! É que tão importante quanto, pra mim, são os benefícios mentais. Por que Pilates? Porque é a minha mais nova modalidade!

Pilates para mães

Na verdade, já pratiquei há alguns anos (antes de ter Léo!) e amei. Foi logo quando enjoei de tanto marombar na academia (é, já fui dessas!) e resolvi aderir a um estilo de vida esportiva mais light. Não que o Pilates seja light! Não! Mas pra quem saía da musculação, entrava no Spinning e ainda corria na esteira, acredito que foi um passo para a paz – e para um olhar menos neurótico para o espelho em busca de músculos a qualquer custo… kkkk

De todo jeito, essa modalidade é bem legal! O que ela tem de diferente? Bom, acho que tudo. Só fazendo pra entender. Fico com receio de tentar explicar e falar besteira. Mas, em resumo, ela reúne uma série de exercícios e posturas (com ajuda de aparelhos, e acessórios), fortalecendo toooodo o corpo, Trabalham lugares do seu corpo que você nem imagina que existiam, e sempre concentrando a força no abdômen, alinhando a postura, e relaxando. Você sua, você sente a perna tremer, você cresce, você adora!

Não é fisioterapia e nem alongamento. É exercício, dos brabos, que deixou a minha perna maravilhosa (bem mais bonita do que na época que puxava ferro!)! Agora você deve estar achando que voltei para o Pilates pelas pernas… não também! Penso mais na barriga pós-parto no momento. E na postura que segue torta de tanto amamentar e segurar filho na cadeirinha lateral que faço com a cintura… Mas não é isso que me moveu pra lá exatamente.

Comecei porque não aguento mais ser sedentária (fazia natação depois que Léo nasceu, amava, e parei!)! E porque é sim uma atividade física deliciosa e cujos resultados aparecem rapidamente, pelo menos em mim. Mais que isso, porque me possibilita voltar à rotina de exercícios de forma tranquila e no meu limite (penso que é ideal para mães que pararam tuuudo por causa dos filhos) veja um vídeo no YouTube por que é bom .

Na primeira aula, semana passada, teve vários momentos que saí de mim… E que fiquei com aquele olhar perdido… Quando a professora me perguntou “tudo bem?”, só consegui rir e dizer “nossa, to curtindo!”. Pudera! Vocês sabem que sou mãe tempo integral, que escolho não ter babá e nem colocar na escola, que moro longe da família, e que marido quase sempre está bem ocupado com o trabalho. Pois bem! Agora tenho tempo pra mim. Uma vez por semana, uma horinha, pouco, mas tenho!

Por isso, não vim falar de Pilates como você podia estar esperando, até porque está cheio de matérias super bacanas e completas por aí. Estamos num blog, e imagino que quem me lê, procure minha opinião sincera sobre as coisas né? Bom, é um pouco mais caro que outras atividades… Mas, vai de você ver o que é prioridade. Posterguei bastante me matricular, mas abriu um horário perfeito e estou animada!

E estou aqui pra te animar!!!! Experimente Pilates! Sei de lugares que oferecem até aula de baby pilates, onde você faz os exercícios com o bebê no sling!!! Aqui onde moro não tem, mas se tivesse… E se não quiser “pilatear”, tente qualquer outra coisa que te dê prazer, bem estar, paz, alongamento, endorfina e umas horinhas com você e seu corpo! Faz bem!!!!!! E faz falta para qualquer ser humano. Com filhos então, nem se fale! Eu que o diga


Aborto e a Legislação no mundo

País Situações permitidas Observações:
Alemanha 1, 2, 3, 4, 5, 6 permite até a 12.ª semana da gravidez, desde que a mulher se encontre em uma “situação de emergência de conflito” e tenha consultado um médico.
França 1, 2, 3 *a, 4até a 10.ª semana, o aborto pode ser feito, mas depende de uma consulta médica. Sendo menor de idade é necessária a autorização dos pais. O Estado assume os encargos financeiros para garantir tratamento igual a todas as mulheres.
Inglaterra 1, 2, 3, 4, 6lei aprovada em 1967 permite a interrupção da gravidez até a 28.ª semana.
Itália 1, 2, 3, 4, 5, 6 *aO aborto é uma escolha da mulher, e pode ser feito nos primeiros 90 dias da gestação. Deve consultar um psiquiatra. Em seguida, passa uma semana de “pausa para reflexão”. Se for menor, precisa da autorização dos pais e, no caso de ser casada, o marido tem que concordar com o aborto.
Dinamarca 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7A mulher pode optar pelo aborto até a 12ª semana de gravidez. É realizado gratuitamente nos hospitais da Dinamarca.
Noruega 1, 2, 3, 4, 5, 6A mulher deve ter a avaliação de dois médicos para realizar o aborto. Menores de 16 anos precisam de uma autorização.
Bulgária 1, 2, 3, 4, 5, 6Os médicos avaliam se pode ou não abortar; porém, é proibido às mulheres casadas sem filhos. Quando há recomendação médica é gratuita, e semi-gratuita em outros casos .
Polônia 1, 2, 3, 5 Apesar de regulamentado, a associação dos médicos do país aprovou novo Conselho de Ética proibindo interrupção da gravidez, a não ser em caso de risco para a mãe, A autorização é exigida para menores de 17 anos.
Canadá 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 O pedido de aborto é submetido a uma comissão, que decide sua aprovação ou não. Não é gratuito e não é necessária a autorização para menores de 16 anos.
EUA 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 A Suprema corte americana consagrou o aborto legal com base no direito constitucional à privacidade no início da década de 70.
Índia 1, 2, 3, 4, 5, 6 Não há outras informações.
Portugal 1, 2, 3, 4, 5Não há outras informações.
Espanha 1, 2, 3, 4, 5 *aNão há outras informações.
Suíça 1, 2, 3 Não há outras informações.
África do Sul 1, 2, 3, 4, 5Não há outras informações.
Marrocos 1, 2Não há outras informações.
Gana 1, 2, 3, 4, 5Não há outras informações.
Aborto e a Legislação

Os números indicados no quadro representam as situações em que o aborto é permitido nos diferentes países:

1 – risco de vida da mulher

2 – risco para a saúde física da mulher

3 – risco para a saúde mental da mulher

4 – risco para a saúde ou lesão do feto

5 – gravidez não desejada por estupro

6 – situação sócio econômica

7 – por solicitação

*a – indica como limite os três primeiros meses da gravidez


O que nosso filhos podem assistir na televisão

Vamos mostrar o que nossas crianças devem ver na tv aberta e fechada, canais idades recomendadas e jeitos simples de possuir um acesso a ele de foram econômica sem precisar contratar todos os canais da televisão por assinatura que nos obriga a assinar toda uma grade

Cada canal é recomendado para uma faixa etária, ou seja é recomendado eles assistir por alguns tempo normalmente deixo no máximo uma hora o canal indicado pela idade dele segue abaixo uma lista dos canais e idades que os canais recomenda.

  • Baby TV – 0 a 3 anos
  • Boomerang 2 a 5 anos
  • Cartoon Network 6 a 12 anos
  • Discovery Kids 1 a 5 anos
  • Disney Channel 7 a 12 anos
  • Disney Junior 12 a 15 anos
  • Disney XD 3 a 7 anos
  • Nick Jr 12 a 15 anos
  • Nickelodeon 3 a 10 anos
  • Tooncast partir 10 anos
  • TV Rá-Tim-Bum 5 a 12 anos
Canais para crianças

Vamos focar aqui no canal Baby tv ele é otimo para bebes ajudam no seu desenvolvimento, com musica e vídeos educativos para ensinar as cores numero letras e cantigas infantis .

O canal foi criado em 2003 Israel é dedicado a bebes até 3 anos de idade veio para o Brasil a pouco temo ele é fornecido pela fox aqui em nosso pais

Como Assistir os canais

O Canal é oferecido pelas operadoras NET, Oi TV, Claro TV preço varia de cada região e pacote o mínimo que vi é cerca de 60,00 reais por mês na oi tv


Outra forma de possuir o canal é com um decodificador e uma antena apontada para o satelite c4, simples só precisa ter um aparelho desse que se encontra facilmente aqui em São Paulo na Santa Efigênia,

Depois de possuir o receptor compatível existem milhares os mais conhecidos Tocomsat, cinebox. Irá precisar de um Servidor CS privado para pedir um teste cs gratis é simples só entrar no site e preencer seu nome email e chegar uma amotra do sistema gratuitamente por 48 horas.

Outra forma melhor e mais simples é o famoso IPTV ele transmite apenas pela internet e funciona em qualquer dispositivo com acesso a internet com mais de 6 mega Como

  • Vídeo Game
  • Televisão com Internet
  • Celular
  • Tablet

Nele é simples eles dão um lista e você mesmo add ela no seu aparelho no yotube com configurar o iptv pago é muito fácil de utilizar e recomendo pois só precisa de uma internet sem tecnicos ou outro aparelhos específicos

vídeos educativos

Conclusão

Se precisa dispor de apenas os canais para seus filhos recomendo o IPTV pois ele o custo é baixo o que pagaria por mês na operadora nele paga o ano todo, agora se deseja ter um serviço com com uma empresa certificada escola a nettv.


Aborto Tudo que você precisa saber

Este é um tema que envolve questões ligadas à ética, religião, direitos, valores … Enfim um tema polêmico e que está presente em todas os debates sobre sexualidade, saúde sexual e direitos reprodutivos. Na maioria das vezes, as discussões são realizadas de forma polarizada, com visões extremadas, sem levar em conta as intermediações necessárias para o melhor entendimento e compreensão desta questão.

O que é aborto

É papel dos/as educadores/as ampliar ao máximo esta discussão, trazer a pluralidade de opiniões e de situações, para que o tema não seja abordado de forma a reduzir a discussão no julgamento ou na posição de “contra” ou “a favor”. Esta é uma armadilha que devemos evitar. Nesse sentido, expomos aqui diversas informações e sugerimos algumas atividades que possam contribuir no planejamento dos debates sobre esse tema, que é frequentemente solicitado pelos adolescentes.

O que é o aborto?

Aborto é a interrupção da gravidez, e pode ocorrer de forma espontânea ou provocada. Aborto é uma questão de saúde pública e direitos reprodutivos. Quando falamos em cidadania, estamos falando de um conceito que ganhou, nestas últimas décadas, uma ampliação e abrangência para além dos direitos civis e políticos e dos deveres estabelecidos pela Constituição. Aos indicadores tradicionais da cidadania – liberdade de expressão, de organização e filiação partidária e o direito a votar e ser votado- somam-se o direito à educação, à saúde, à moradia, ao lazer, ao meio ambiente saudável, à informação e à igualdade sem discriminações de sexo, raça/etnia e de orientação sexual. Mais recentemente, outro indicador que se incorpora no conceito de cidadania é o reconhecimento dos direitos reprodutivos e do acesso a saúde reprodutiva. Essa conquista se expressa já na Conferência Mundial sobre os Direitos Humanos – Viena/1993 -, que reconhece que os direitos humanos da mulher , em todas as fases de sua vida, são inalienáveis; portanto, constituem parte integrante e indivisível dos direitos universais. Na Plataforma de Ação Mundial, elaborada na IV Conferência Mundial da Mulher – Beijing /1995 – o capítulo dedicado à saúde da mulher traz novos avanços:

• recomenda a todos os países a revisão das leis punitivas em relação à realização de abortos ilegais, e reconhece o aborto como uma questão de saúde pública.

Estas conquistas asseguram a função reprodutiva como um direito e não como função obrigatória ou mesmo como “destino” para as mulheres. Mesmo que os compromisso assinado pelos países presentes na Conferência Mundial da Mulher, inclusive o Brasil, ainda permaneçam mais no papel do que na prática, eles servem como parâmetros para decisões dos governos na área de saúde sexual e reprodutiva e, sem dúvida, representam a luta do movimento de mulheres e do movimento feminista, que sempre pautou a questão dos direitos reprodutivos, da autonomia das mulheres sobre seu corpo e da importância de políticas públicas voltadas para as mulheres na área da saúde, educação e demais setores.

aborto na adolecencia

E no Brasil, qual é a situação sobre o aborto?

Desde 1940, o Brasil, através do Código Penal, autoriza a interrupção da gravidez quando a mulher corre risco de vida, e em casos de estupro e violência sexual. Mas, mesmo nestes casos, ainda é insuficiente o atendimento. Nos setores públicos de saúde, são raros os hospitais que oferecem serviços para realizar o aborto legal. Para sanar esta deficiência no atendimento, o Ministério da Saúde, em 1999, assume uma postura mais ofensiva, e divulga uma portaria indicando que todos os hospitais públicos realizem esse atendimento. Segundo o Ministério da Saúde, o aborto é a quarta causa de mortalidade materna no país. São realizados aproximadamente 2 milhões e 400 mil abortos clandestinos, na sua grande maioria em locais sem as mínimas condições de higiene e segurança para a mulher, e que têm como conseqüência riscos à sua saúde – e, muitos casos, resultam em morte. O maior índice de mortalidade em decorrência do aborto realizado nestas condições se encontra nas mulheres pobres, uma vez que as mulheres ricas têm acesso a clinicas com condições adequadas de atendimento, mesmo que seja clandestino.

Estima-se que 10% dos abortos praticados no mundo sejam feitos por adolescentes entre 15 e 19 anos. Os dados do Brasil, de 1996, estimam 250 mil abortos em jovens menores de 19 anos. No Congresso Nacional, atualmente, existem 8 projetos de lei que tratam deste tema, indo desde a possibilidade da mulher decidir pela interrupção da gravidez como uma escolha sua até o caso de interrupção devido a mal formação do feto. No pré-projeto para a revisão da Parte Especial do Código Penal, foram consideradas como indicações de aborto legal: o aborto voluntário, por razões médicas, econômicas, sociais, familiares ou psicológicas; o aborto terapêutico; o aborto ético e o aborto em razão de malformações graves e irreversíveis do feto.

Um dos argumentos mais aceitos a favor da legalização do aborto no Brasil é que se trata de uma questão de saúde pública e um direito da mulher. A legalização do aborto não obriga a pessoa a realizá-lo, se isso contraria seus valores morais ou religiosos. As religiões existentes no Brasil assumem posições que vão desde a proibição terminante do aborto à sua aceitação. Discutir o aborto não é fácil! Para discutir este tema, deve-se levar em conta que, em nossa cultura, existem diferentes posicionamentos: desde pessoas e instituições que acreditam que o aborto é moralmente errado, até aquelas que entendem que a mulher tem o direito de escolha se quer ou não interromper a gravidez. O tema nvolve convicções, debate sobre autonomia, valores, preconceitos e entendimento das questões das mulheres. Aborto não é um método contraceptivo. Por isso, sempre que se fala em atendimento à saúde da mulher e direitos reprodutivos, fala-se do atendimento na rede pública que permita a mulheres e homens o atendimento integral em todas as fases de suas vidas, o acesso a todos os métodos contraceptivos e a interrupção da gravidez em condições adequadas e seguras.

O que fazer quando uma jovem é descoberta abortando no banheiro da escola?

Existem drogas, que foram comercializados inicialmente na forma de comprimidos para tratamento de úlcera de estômago e são usadas em hospitais para a indução de parto. São também usados ilicitamente para povocar aborto. Se a jovem provoca um aborto por qualquer meio, deve ser encaminhada a um hospital ou maternidade imediatamente, pois a hemorragia, nestes casos, pode ser intensa, e também porque pode haver risco de infecção. Sempre que uma garota provocar um aborto, deve receber apoio e aconselhamento para o uso de contraceptivos, pois é uma experiência traumática e arriscada, que não deve ser repetida.

O aborto não é um método contraceptivo. O melhor meio de prevenção da gravidez não planejada e do aborto entre os jovens é o diálogo aberto sobre a sexualidade, o prazer e a responsabilidade que deve acompanhar qualquer usufruto de prazer e informação clara e objetiva sobre os modos de evitar gravidez.


30 coisas que desejo que você faça na vida (lembrança de aniversário)

Esse post já era pra ter sido publicado há tempos! Porque quando escrevi sobre minha festa de aniversário de 30 anos, o texto se tornou um dos mais acessados do blog – e muita gente passou a me pedir que eu enviasse a mensagem que fazia parte da lembrancinha dos adultos! Explico: bolei um texto que enumerava 30 coisas bacanas que eu desejava aos convidados. Minha cunhada fez a montagem com uma foto minha de fundo, e eu imprimi na gráfica – simples assim.

Olha só como ficou:

Não esperava que essa ideia de lembrança fosse fazer tanto sucesso!!! Além de todos que me pedem a mensagem pelo blog, garanto: todos os convidados amaram!!! Só que, como é muita gente pedindo, não consigo enviar por email de forma rápida…

Então, pra quem quiser se inspirar ou copiar (fico lisonjeada nesse caso!), agora tá fácil! É claro que as 30 coisas foram escritas com base na minha vida e no meu jeito de levar e ver as coisas, mas você pode personalizar, acrescentar ou tirar alguns itens, colocar o número conforme a idade festejada, etc.

Depois é só fazer uma arte legal, imprimir numa gráfica em papel mais grosso e fazer um rolinho ou algo que te ajude a ‘acoplar’ em algum doce ou objeto… Eu usei uma caixinha, que dentro tinha pão de mel, e amarrei com fita de cetim! Ficou super fofo.

Ainda mandei fazer uma ‘etiqueta’ escrito “Bia 30 anos” e grudei em cada doce… Uma forma de colocar mais carinho em algo singelo.

https://3.bp.blogspot.com/-2G83BQew63k/VbTtUNhK3FI/AAAAAAAAKv0/-5xFj1DV2tU/s1600/Aromatizador%2B50ml.jpg

Mas você pode escolher outro doce, outra embalagem ou ainda usar essa mensagem de outras formas! Já pensou nela impressa no papel e enrolada também, só que amarrada num botão de rosa? Ou impressa como um imã de geladeira? E não precisa ser só para o aniversário da mamãe, mas para o do filhote, num batizado, no aniversário de casamento, num chá de bebê ou de cozinha… É só adaptar! Tem muita coisa legal pra pensar e fazer!!!

Na minha festa, pra quem ainda não viu, o efeito foi esse…

E pra quem quiser conferir todos os detalhes da festa, o link está aqui!

Espero ter ajudado muitas mamães a tornarem a comemoração ainda mais linda!!!

Beijos e feliz aniversário!