Archives junho 2019

Busch Gardens, com criança pequena, sim!

Busch Gardens: engraçado, mas esse é um parque que ninguém diz que é ótimo pra criança pequena… Mas é!!! Descobrimos isso por conta própria, na nossa segunda visita à Florida, em 2013, quando Leonardo tinha 4 anos. E vou voltar no tempo nesse mês especial do blog sobre #FériasEmOrlando só pra mostrar que, aham, vale a pena uma visita ao parque, que fica em Tampa, bem pertinho de Orlando!

É verdade que o parque é conhecido pelas suas montanhas-russas super radicais, e que merece ser lembrado por isso. Mas, peraí: ignorar a parte “infantil” – que reúne de personagens fofos a animais exóticos – seria um descaso… Não espere aqui, portanto, fotos de atrações adultas. Pra dizer a verdade, quase não fotografei, de tanto que Léo aproveitou! Mas vou mostrar um pouco da curtição do pequeno no parque.

Antes, vale explicar pra quem não conhece: além de ser o melhor parque pra quem busca aventura, o Busch Gardens Tampa Bay tem um dos zoológicos mais bacanas dos Estados Unidos com mais de 12 mil animais! E tem maneiras diferentes de ficar bem perto deles. Uma delas é quando você entra numa espécie de “caverna”, sobe uma escada e pode ficar com a cabeça uma redoma de vidro, no meio do “quintal” dos tigres de bengala. Você vê algo assim…

Essa parte dos bichos é um dos grandes atrativos para as crianças, na minha opinião. Tem muita coisa pra ver, embora eu (que na época nem planejava escrever sobre) não tenha registrado. Minha dica é você checar todas as atrações com animais qui. Léo adorou ver os cangurus de pertinho…

E do Serengeti Safari, um passeio de caminhão aberto, que te leva até girafas e animais que você nunca viu…

O parque também tem shows ao vivo, restaurantes, lojas… Ou seja, tem diversão para todas as idades. Eu que o diga, depois de experimentar a famosa montanha-russa Cheeta Hunt, que imita movimentos e velocidade da corrida de um guepardo… Chorei na fila de medo! E gostei tanto que voltei!

Por falar em diversão pra todos, esse ano promete mais – com a chegada de uma montanha-russa “para as famílias”, a Cobra´s Curse. Segundo a assessoria (gosto de checar com eles antes de publicar!), a atração (que fica na parte do Egito), tem giros e rodopios e é a única do tipo no mundo; com uma subida vertical e em seguida um turbilhão de emoções. É claro que não estamos falando de crianças muito pequenas, mas vale para quem tem dois filhos em idades diferentes, e quer aproveitar um pouco com o mais velho. Vai ser meu caso um dia…

Agora, algumas fotos da parte infantil!

Tem um monte de brinquedo bacana para os pequenos. Uma das coisas bacanas é que, na parte das crianças, tem um lugar onde elas podem brincar com água! Mas adivinhem se fotografei? Ai que raiva… Mas fica a dica: leve uma toalha e uma troca de roupa!

Sobre fotos, a gente tirou mais com esse fofos, que o Léo adorou encontrar…

Encontrar os personagens da Vila Sésamo (Sesame Street) foi bem legal pra ele. Ok, tem criança que nem conhece, mas não era o caso. Papai passou a paixão para o filho, e lá estávamos nós – inclusive eu que nem era chegada – morrendo de amores. Tem teatrinho, e abraços mil…

Pra ajudar quem vai ao Busch Gardens com criança pequena, algumas dicas:

  • Estude o mapa antes, acessando aqui, ou assim que chegar ao parque. E comece pela área infantil. O parque é grande, e isso vai evitar que o pequeno saia perdendo…
  • Veja os horários das atrações que envolvem interação/show com animais. Nós não prestamos atenção nisso, e perdemos alguns…
  • Faça o safari, é diversão garantida!
  • Use o teleférico aberto (que cruza o parque) pra ir de um lugar ao outro; economiza tempo.
  • Escolha um dia que o parque feche mais tarde (varia conforme a época e o dia da semana). Cheque a informação no aqui, e de preferência num dia próximo à visita (porque pode ter alteração). Isso faz valer mais a pena a viagem de Orlando até Tampa. Ela é rápida (cerca de uma hora no máximo), mas com criança pequena qualquer ganho é válido né?
  • Se preferir, escolha um hotel econômico e durma por lá! Tampa tem várias coisas interessantes pra fazer, como o Florida Aquarium, um dos aquários mais legais dos EUA. Eu não sabia na época, mas minha amiga acaba de embarcar e colocou na programação! Se for dormir na cidade, uma dica é deixar o parque para depois das suas diárias em Orlando… Depois, dá pra esticar até Miami, voltar pra pegar o avião, etc. Mas, pelo menos, vocês não pagam dois hotéis.
  • Carrinhos de bebê, cadeiras de rodas e armários estão disponíveis para aluguel.
  • Ao comprar ingressos nas agências de viagens do Brasil, você recebe os e-tickets eletronicamente e é só imprimir e apresentá-los diretamente nas catracas do parque (nós fizemos assim!). Também dá pra adquirir ingressos no site oficial em português. Nos dois casos, evita filas =)
  • E, sim, embora a gente não tenha experimentado, é possível agendar refeições com personagens do Sesame Street!!!

Bullying na escola: o que fazer?

Volta às aulas pra criançada é época de alegria para as mamães? Nem sempre. Por isso, hoje é dia de ajudar uma leitora que está com problemas na escola do filho! E o problema é bulling, e a continuidade dele. Como acabar com isso?

Bullying na escola: o que fazer?

Ela pede ajuda porque não está satisfeita com o que anda acontecendo com seu pequeno, de sete anos, vítima de bulling na escola. Segundo nossa querida (que prefere não ser identificada), os educadores não fazem muita coisa, os colegas do garoto não param e, o pior, ela trabalha na escola e vê tudo, mas não sabe o que fazer!

“Meu filho sempre apanhou na escola e ninguém nunca falou nada. Ele chegou em casa arranhando, mordido e faltando pedaço por beliscão, chora muito. Ele não sabia se defender, só chorava, agora começou a bater, se revoltou e disse que não adianta contar para tia porque ela não fala nada, que ele cansou de apanhar e que vai descontar. Já conversei com a direção, equipe, professora. De tanto conversar com a professora acho que ela não gosta de mim, pois não dá a mínima quando converso com ela, como se o meu filho fosse sempre errado ou então eu a mãe mais enjoada do mundo. Converso com ele para se afastar, ele faz acompanhamento com psicólogo e toma remédio para nervo com acompanhamento de neuro. O que eu faço?

Complicada essa situação não é? Por isso, ativei meu lado repórter pessoal e fui conversar com quem entende não só do assunto criança/escola, mas também dos conflitos da maternidade desde a gravidez: Maria Cecília Schettino, psicóloga, autora do blog Maternidade no Divã e uma querida! Já de cara ponderou: não conhecendo a mãe, a escola e a criança, fica muito difícil interferir. Claro, a gente vai responder ao pedido de ajuda, mas não sem antes reforçar que o que escrevo nesse post (com base na entrevista e em minhas opiniões pessoais) são apenas sugestões e dicas baseadas no que podemos imaginar que está acontecendo e no que geralmente é recomendado fazer nestes casos ok? É importante que essa e outras mães que passam por situação parecida procurem ajuda profissional de fato – seja na própria escola ou num consultório. Se já existe a ajuda e nada muda, talvez seja o caso de procurar outro profissional ou repensar a postura diante do problema.

Segundo Maria Cecília, não é novidade que existem crianças malvadas, assim como também sabemos que os pais desejam proteger seus filhos de todo o mal. “Mesmo sabendo que essas coisas vão acontecer e que eles vão se recuperar, pais não querem vê-los desapontados ou magoados. Ver isso acontecendo tão cedo e com tanta intensidade é especialmente cruel”, disse. É fato, muitas vezes dói mais na gente do que neles… Mas é preciso saber qual é nosso papel nesse contexto.

Uma mãe não pode prevenir os agressores de praticarem bullying e, às vezes, é necessário deixar o filho agir, armado do que podemos ensiná-lo: confiança em si mesmo e no amor de seus pais por ele. “Não estou sugerindo que os pais sejam passivos, e deixem nos ombros das crianças toda a responsabilidade. O que os pais não devem fazer, não importa a idade da criança, é supor que isso é coisa normal, de pouca importância, e que vai se resolver sozinha. Toda criança tem o direito de se sentir segura na escola.” Entendo isso como: não estimule a violência, mas não deixe que seu filho sinta-se sozinho nas decisões e atitudes.

Agora sou eu, baseada na minha experiência dizendo. Sabe aquela coisa do “finge que não vê quando ele revidar?”. Infelizmente, quando temos filhos bonzinhos demais tem horas em que é preciso que ele descubra uma maneira de se proteger. Não falo em estimular violência, mas em entender se essa for a forma que ele encontrar de se preservar num primeiro instante. Como já escrevi sobre isso, Léo é do tipo que ‘apanha’, e sempre busquei orientá-lo a se afastar e não devolver na mesma moeda. Mas, diante de situações repetitivas, tive que dizer a ele que eu o apoiaria se ele revidasse. E que, às vezes, mesmo a gente sendo bom, as pessoas não nos respeitam e que, sim, a gente pode mostrar pra elas como isso é ruim. Ele nunca revidou, mas a partir daí se sentiu seguro para falar mais, discutir e dizer o que sente para o coleguinha. Não passou a agredir, mas a se impor. Acho que fiz certo!

A psicóloga explica que se o filho está sofrendo bullying, os pais devem lembrá-lo de que não é culpa dele, e que não está sozinho. É também importante para as crianças identificarem sentimentos e saber que podem falar sobre o que sentem. Por isso, os pais podem falar sobre seus próprios sentimentos (eu sempre falo…). “Devemos ajudá-los a desenvolver habilidades de inteligência emocional e ensinar a diferença entre ser assertivo e agressivo, forte e mau”, sugere Maria Cecília.

Segundo ela, é preciso ajudar as crianças a fortalecerem e elevarem sua auto-estima, pra que se tornem cada vez mais confiantes e seguras. “Quanto melhor o seu filho se sentir sobre si mesmo, menos o bullying o afetará”, explica. Como fazer isso? Incentive hobbies, atividades extracurriculares e situações sociais que trazem à tona o melhor da criança. “Amizades sólidas e aliados podem ajudar a suportar o peso de um valentão”, lembra a psicóloga.

Mas e a escola, onde fica nessa história? Acredito que é bom procurar uma instituição que valorize a relação com os pais e que se mostre ciente do quanto o bullying pode ter consequências traumáticas para a criança; levando a baixo rendimento escolar, baixa auto-estima, ansiedade e depressão. Como saber se os educadores estão agindo corretamente? Pra mim, o único jeito é se fazer presente e consciente do que acontece em sala de aula, como faz a leitora que me escreveu. Acredito que se os profissionais não nos “correspondem”, não nos amparam ou até mesmo não nos “puxam a orelha” já é sinal suficiente de que não existe uma “relação” e, portanto, lá não é o lugar ideal para a formação da criança. Eu, no lugar dessa mãe, repensaria a escolha da escola.

Na prática, Maria Cecília explica o que uma instituição de qualidade deve ou não fazer: ”Muitas escolas ignoram o bullying por não saberem como agir nessas situações. Ignorar é fingir que não existe e, se não existe, nada precisa ser feito”. Segundo ela, a abordagem correta para os atos de agressões persistentes, é entrar em contato com os pais do agressor. Isso quando estes pais parecem ser receptivos e trabalhar de forma cooperativa. Ou seja, em casos isolados, a escola pode e deve agir sozinha. E, sim, existem pais nem um pouco preocupados em colaborar ou assumir responsabilidades.

Por isso, uma dica de ouro pra praticar em casa e tentar evitar que seu filho seja vítima de bulling e, o que é pior, sofra muito:

– Que tal dizer ao seu filho as qualidades singulares que você ama sobre ele, e experimentar reforçar comportamentos positivos que você gostaria de ver mais, uma vez que geralmente nos concentramos em situações negativas e broncas? As crianças compreendem melhor quando são elogiadas e quando seus bons comportamentos são reforçados. Sublinhando os pontos fortes e incentivando conexões saudáveis com os outros pode elevar a auto-estima e aumentar a confiança da criança a longo prazo.

E uma última opinião da especialista, pra gente refletir:

“Bullying é um problema mundial e sério. O que uma vez foi posto de lado como um rito de passagem, uma prática comum de crianças e jovens, é agora entendido como um problema potencialmente catastrófico. Em todo o planeta já é considerado um problema de saúde pública. Deve-se reconhecer que o bullying não vai parar até que todos concordem em não tolerá-lo.”

:)

…Querida (e todas as que procuraram ler este texto por alguma razão); espero ter ajudado de alguma forma! Sorrisos e chega de bulling!

# Nossa entrevistada: Maria Cecília Schettino, psicóloga graduada pela PUC-Rio. Além do consultório particular, atua na área da Psicologia Perinatal, no Rio de Janeiro e mantém o blog www.maternidadenodiva.com


Buffet infantil no interior de SP: dica de onde tem até arvorismo!

Buffet infantil parece tudo igual pra você? Pra mim não mais! É claro que todos acabam tendo a mesma proposta de oferecer uma festa indoor (protegida de chuva e outros contratempos), mas tem uma baita diferença de um para outro! E eu, que adoro uma festa em casa, me apaixonei por um buffet no interior de São Paulo! Foi lá onde fizemos o aniversário da Manu, no começo de outubro!

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Antes de contar o que ele tem de diferente (e de igual só que melhor!), vou mostrar algumas fotos da Manu se divertindo… =)

Deu pra sentir o quanto ela amou? Sabe aquele medo que a gente tem em fechar o aniversário de uma criança pequena (de 1, a 3 anos) em buffet e ela não aproveitar nada? Passou. Ela aproveitou muito. E por uma série de fatores, que fazem desse lugar uma opção que realmente acho vantajosa. E de onde estou falando? Do Hula Hoop, em Valinhos (muito perto de Campinas, Vinhedo, São Paulo). Por que fiz lá? Porque fica no meio do caminho para toda a minha família, que é da região! Super bem localizado inclusive, pertinho da chegada de Vinhedo e Campinas e também da saída para a rodovia Anhanguera! Um pouco dele pra vocês

Buffet infantil
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Muito legal né? Ele é grande, mas acolhe festas pequenas também – o caso da nossa! Fizemos pra pouco mais de 30 pessoas, só família mesmo. E foi tudo perfeito! O salão possui pé direito de 12m², área de brinquedos de 500m² sem nenhuma coluna ou escada – pra garantir a segurança das crianças enquanto brincam.

Todos os brinquedos estavam em ótimo estado de manutenção, e tudo super limpo. Aliás, nunca vi um buffet com brinquedos tão limpos sabe? E o legal de lá é que tem brinquedos pra atender todas as idades! Repararam nas fotos? Tem roda “gigante” e “carrossel” de cupcakes (que atende super bem à idade da Manu); elevador (que atende ela e os maiores – até minha irmã de 45 foi! kkk); cama elástica e brinquedão, aquele que chacoalha e gira (não sei o nome), além de um inflável (que sempre faz sucesso na minha opinião), parede de escalada e arvorismo indoor (onde pode ir crianças e adultos!!!).

Já tinha ido numa festa no Hula Hoop onde um adulto adorou a aventura. Na festa da Manu, a criançada adorou, principalmente minha sobrinha. Acho muito bem-vinda essa opção porque torna a festa mais versátil, sabe? E, sim, a equipe de monitores (que é ótima!!!) é treinada para acompanhar a atividade.

As mães de bebês também podem ficar tranquilas porque lá tem uma saleta fofa para mamães e bebês, com poltrona pra amamentar, trocador e berço. Só que esqueci de pedir pra fotógrafa registrar!!! Os banheiros tem vasos e pias para adultos e crianças e a cozinha industrial tem rodapé arredondado para não acumular sujeira!

Agora, vamos falar do espaço para as mesas? Adorei!

As mesas ficam logo na entrada e você consegue visualizar (quase) todas as atividades dali. A quantidade obviamente varia conforme o número de convidados, e o legal é que tem espaço pra muitas e fica bom com poucas. Detalhe para o estofado preto atrás que dá um up em qualquer enfeite de mesa! O meu foi super simples, eu mesma que fiz, e olha o resultado nas fotos…

Daí a pergunta básica para contratar uma festa de buffet: e a comida???

Ótima!!! Inclusive, tenho que admitir, procurei esse buffet por causa dela! Como eu já tinha ido na festa lá, sabia que o cardápio era delicioso. Você pode escolher dentre várias combinações de entrada, prato principal, salgados, doces e bolo, é claro, mas qualquer escolha garante um cardápio super completo! Sério gente, é de escutar convidado falando “ainda tem mais?”. E é muito bem servido! Parte dele aqui:

Ah, pra quem ainda prefere uma festa em casa, tenho uma boa notícia: o buffet vai até você! Quase fiz assim, mas preferi um ambiente já estruturado sabe? Outra coisa legal de lá: é possível fazer festa compartilhada, e assim economizar nos gastos. Dividindo a festa com um um amiguinho da escola, por exemplo, o valor (que já é acessível, na minha opinião) fica mais barato! Pra quem é de Valinhos, Vinhedo, Campinas, etc fica super legal né?

…E a decoração? O buffet tem parceria com algumas decoradoras, e é só escolher. Eu preferi economizar e quis eu mesma fazer. Aliás, tá aí outro ponto positivo: eles permitem que você faça a decoração, caso seja sua preferência. Outro ponto: o espaço é de 3 metros, o que permite montar uma mesa beeeem legal! O que achei fofo foi que as meninas da equipe de recreação estavam por lá no momento da montagem (elas sempre chegam mais cedo pra ver se está tudo ok) e se ofereceram pra me ajudar! Foi ótimo, porque eu tinha pressa de ir embora tomar banho e arrumar Manu!

Aqui está uma foto da mesa (que amei!!!) … Sobre como fiz a decoração dela eu falo no próximo post!!!


Os cinco melhores brinquedos para crianças pequenas

Brinquedo para bebês e crianças pequenas (até 3 anos) não é fácil de escolher não e mesmo? Simples: bebês não falam, estão descobrindo tudo e, principalmente, não podem com peças pequenas. Ou seja, por mais opções que existam, acaba sendo tudo (quase) a mesma coisa, e a gente fica perdida. Conclusão: ativei aquela área do cérebro que fica meio de lado no dia a dia – chamada memória – e lembrei dos 5 melhores brinquedos que Léo já teve quando era bem pequenininho, desde bebê – pra ajudar quem precisar. Itens que ele gostou muito, aproveitou bastante e que colaboraram com o seu desenvolvimento (e com o sossego da mamãe!).

Minha ideia é facilitar sua vida na hora de enfrentar a loja cheia, seja para seu pimpolho ou para um sobrinho – e que você acerte na escolha, seja no Natal, no aniversário, no dia das crianças… Minha experiência é baseada em menino, mas coincidentemente todos os nossos escolhidos (testados e aprovados em casa) servem para meninas! Aí vão nossos eleitos:

1 – Blocos Divertidos – Sapo / Fisher Price

Sapo / Fisher Price brinquedos para crianças

Léo ganhou o primeiro joguinho desse do padrinho, que trouxe dos EUA. O bacana é que tem muitos outros conjuntos, com carinhas diferentes e que um sempre complementa o outro. No final das contas, acabamos tendo vários e Léo se divertia por horas tentando encaixar, derrubando tudo, empilhando de novo. É fácil para o bebê empilhar e encaixar os blocos. Algumas peças fazem barulho, como este sapo-chocalho. E é só apertar os blocos para soar uma buzininha delicada. Você encontra esse conjunto e os outros em qualquer loja de brinquedo, pode apostar.

2 – Livro “Meeé! Meeé!” / coleção “Cucuuu com Sons!”

Ah, me dá vontade de chorar só de ver a capa! Tudo bem, não é bem um brinquedo, mas Léo ganhou esse livro quando tinha 1 ano e simplesmente amou! Agora, pesquisando, descobri que é recomendado pelo Plano Nacional de Leitura na Educação Pré-Escolar! Porque estes livros,além de desenvolverem a capacidade de audição, promovem a imaginação, o raciocínio e a memória. Funciona assim: a gente lê em voz alta e a criança procura os animais (ou os veículos, dependendo do tema do livro) atrás das abas. Quando acha o objeto/bicho que procura na aba certa, escuta o som… É muito legal! Leleco curtia muito e posso dizer que foi aí que começou a ter tanto gosto por livros como tem hoje! Ja vi na Fnac, embora hoje eu tenha encontrado ele ‘em falta’. Mas, acredite, vale a pena procurar.

3 – Fazendinha Dismat

A gente tem até hoje e não dou embora por nada! Fica na nossa varanda, mas já ficou no quarto, na sala, no quintal. São blocos de encaixar, com personagens de fazenda. Assim como o primeiro brinquedo que falei neste post, tem outros kits que podem ser comprados e que dá pra brincar junto. Léo ganhou outros dois (um que vem numa cadeira, outro em outra caixa maior), e ele adora juntar tudo!! As peças são grandes, mas vale lembrar que o brinquedo é recomendado para crianças acima de 1 ano. Só acho que podia vir mais bichos na fazenda, então comprei daqueles saquinhos com animais (bem baratos e que você encontra em qualquer lojinha, mas que também merecem cuidado em relação à idade/peças pequenas). A fazendinha é fácil de achar em qualquer loja de brinquedos, mas descobri pesquisando pra esse post que vende também online na Baby.

4 – Tocador de Música Baby Einstein

Milagroso. O melhor remédio para as cólicas do Léo! Guardo até hoje, porque foi o ‘brinquedo’ de maior amor quando meu filho era bebê. As músicas clássicas, tocadas em sincronia com as luzes coloridas do painel hipnotizavam o pequeno, e ele parava de chorar. E, o melhor, não cansa nossos ouvidos!! Ah, além disso, a alça ajuda o neném a segurar o objeto. Veio pra nós dos EUA e nunca achei no Brasil. Mas a boa notícia é que dá pra comprar no site da Amazon  e que é muito fácil de encontrar por lá (se algum conhecido for, dá pra pedir pra trazer).

5 – Macaco Brincalhão / Fisher Price

Esse não toca música, mas as bananas coloridas e fatias de outras frutas fazem barulho quando o bebê sacode o macaco. Tem superfícies mastigáveis e texturas diferentes. Léo gostava de ficar segurando enquanto eu trocava fralda dele por exemplo! Dá pra prender o rabo do macaco no carrinho… Simples, barato e agrada! Onde encontrar: em qualquer loja de brinquedos, como Ri Happy ou PB Kids. Mais infos aqui.

Espero que tenha gostado! Obviamente tivemos outros tantos brinquedos/livros que fizeram sucesso com Léo. Se quiser saber mais, me escreva e eu vou reativando a memória mais e mais, juro!!


BPA free? E BPS? Mais motivo pra olhar o rótulo!

Com certeza você já ouviu falar do Bisfenol A, mais conhecido pela sigla BPA certo? Mas você conhece o Bisfenol S, ou o BPS? Eu não conhecia, até saber de um estudo super recente, da Universidade de Calgary, no Canadá, sobre os riscos da substância para a saúde! Pois é, mais uma sigla pra ficarmos de olho na hora de verificar rótulos de produtos de amamentação e puericultura. Porque, ao que tudo indica, o Bisfenol S é tão vilão quanto o A – e o problema é que tem sido usado como alternativa ao primeiro, cujo uso já é proibido na fabricação de mamadeiras e outros produtos para bebês em diferentes países.

BPA free?

Antes de mais nada, gostaria de lembrar que, além de desabafos, relatos e dicas, esse blog é espaço para informação. Mas, que fique claro, antes de divulgar qualquer coisa, penso duas vezes – até porque, além de blogueira, sou jornalista, e me vejo na obrigação de checar informações. Neste caso específico, não há tantos dados, mas encontrei mais pesquisas a respeito além da canadense! Então, por mais que o assunto “BPS” ainda não esteja sendo muito discutido, achei por bem trazer esse alerta aqui! Vamos aos fatos.

Pra quem não lembra, o Bisfenol A (BPA) é uma substância química conhecida como hormônio artificial, que age como um estrogênio artificial. Ele está associado diretamente ao desenvolvimento do câncer, diabetes tipo 2, depressão, doenças cardíacas e uma série de outras doenças. É perigoso principalmente se absorvido na gestação, primeira infância e infância.

Já os riscos do uso do BPS foram analisados em um estudo com testes em peixes realizado pela Universidade de Calgary, publicado na PNAS (publicação oficial da Academia Nacional de Ciências dos EUA) em janeiro deste ano (super recente!). E a conclusão foi que a substância pode afetar o desenvolvimento do cérebro, levando à hiperatividade. Outro estudo que encontrei, da Universidade do Texas, EUA, também divulgado em janeiro, expôs os ratos aos níveis de BPS equivalentes aos que as pessoas estão expostas. Conclusão? Baixas concentrações são suficientes para alterações no sistema hormonal, o que aponta que a substância pode ser prejudicial à saúde humana.

Sim, muitas mamães ainda não sabem, mas o Bisfenol S (BPS) parece mesmo ser tão perigoso quanto Bisfenol A (BPA). O problema é que não há tanto alarde sobre (pois tudo indica que os pesquisadores ainda lutam contra o A) e que o S pode ser usado! “Como o BPA foi proibido, muitos fabricantes começaram a utilizar o BPS, que também é um hormônio desregulador usado como um plastificante e provoca riscos à saúde do bebê e da criança”, explicou pra gente a pediatra Kelly Oliveira (quem me sugeriu a pauta).

O que fazer? O conselho é continuar verificando o rótulo de todos os acessórios de plástico utilizados na rotina do bebê, como bombas extratoras de leite, recipientes para armazenamento de leite materno e toda linha de introdução alimentar como mamadeiras, talheres, copos e pratos… Não basta ser “BPA free” (livre de BPA), mas também de BPS. Só que, nesses poucos dias que testei ficar atenta, não encontrei nenhuma informação sobre o segundo tipo. Nada que dissesse “livre de BPS”, embora alguns já sejam.

Moral da história: sem pânico e sem tantas certezas, quanto mais longe de plástico melhor! A dica é preferir o armazenamento e/ou aquecimento de líquidos e alimentos em potes de vidro, cerâmica e porcelana.