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Desabafo

Desabafo

Sabe quando o céu resolve despencar sobre a sua cabeça? Quando nada parece sair como quer? Quando o sol aparece e a única cor que você enxerga é cinza? Tenho certeza que você sabe. Que, em algum momento, já sentiu isso, afinal problemas são normais. Mas, se é mãe, deve ter tirado forças daquela fonte capaz de te fortalecer como nenhuma outra. Filhos.

Eles, com seus olhinhos brilhantes, inocentes e felizes mesmo em tardes literalmente cinzas, nos dão toda a energia para seguir adiante. Mesmo sem saber, eles são bichinhos fortes, capazes de muito mais do que podem vir a imaginar um dia.
Lembro da minha mãe, em períodos dificílimos para ela, sorrindo mesmo triste. Trabalhando mesmo sem ânimo. O rosto não me escondia, mas ela estava brincando, conversando, lutando. Quem não lembra da sua? E dos pais também. Eles lutam, reagem, criam força, viram homens pelos filhos. Lembro do meu fazer tudo por mim quando eu precisei. Sempre esteve lá. Sempre vai estar.

Quando se tem filhos você aprende a ressurgir das cinzas, a não desabar, a permanecer de pé. Me desmintam se puderem e concordem se quiserem. Se você tem um filhote até a dor é diferente, não importa qual seja ela. Você se anestesia. Melhor remédio não há.


Agressividade infantil: como lidar?

Agressividade infantil

Mordidas, beliscões, criança que bate, que apanha, mostra a língua… Mães e pais sofrem um bocado ao lidar com a agressividade infantil. Prova disso é o sucesso de alguns textos no blog sobre esse assunto (veja no fim do post)! Outra prova de que não é fácil mesmo é que recebo constantemente mensagens de mães aflitas me pedindo ajuda – Só na última semana, foram 3!

Como de costume, quando uma leitora envia perguntas, posso escrever uma reportagem e/ou entrevistar especialistas, especialmente para responder as dúvidas dela, com embasamento e não só minhas vivências pessoais. É a coluna “Personal Repórter“: quando visto minha capa de repórter só pra você :)!! Dessa vez, juntei os três pedidos, e fui conversar com Pamela Greco, pedagoga formada pela UNICAMP e idealizadora do blog Pais que Educam – fofa, competente e dedicada, além de apaixonada pelos pimpolhos! Está passando por problemas semelhantes em casa, na escola, no parquinho? Confira os depoimentos das mamães e a opinião da especialista! A minha está lá no final!

1 – Olá Beatriz! Estava procurando ajuda sobre mentiras e beliscões e encontrei seu blog. Li vários post seu e decidi declarar minha angústia… Tenho uma filha de 6 anos, esperta, inteligente, carinhosa e de personalidade forte. Ela estuda há 2 anos com uma amiguinha na qual vem ocorrendo queixas frequentes de que minha filha belisca sua amiga e quando conversamos com ela, ela nega, só que a amiga está com “marcas roxas”. A amiga não conta, não reclama, não pede ajuda pra ninguém, só fala quando sua mãe vê e pergunta o que aconteceu. Depois de várias ocorrências desse tipo, a professora passou a observar melhor e confirma alguns relatos da minha filha, por exemplo: não brinquei com ela nesse dia, não fiquei junto, não sentei com ela, e a professora procura estar atenta nas duas… Infelizmente aconteceu algumas vezes da minha filha beliscar e omitir por muito tempo, até que num certo momento ela confessou que tinha beliscado. Converso muito com ela, peço ajuda às colegas, leio sobre assuntos, mas a situação permanece, as reclamações também, e quando questiono, ela nega… SOCORRO, me ajuda. Além de tudo sou muito amiga da mãe da amiguinha dela. E um detalhe: essas reclamações são só com esta amiga, ela não belisca outras crianças. Grata…aguardo resposta muito ansiosa!

Pamela: Nessa idade o ciúmes é muito comum nas crianças: das amigas, da mãe, do pai, dos irmãos mais novos e etc. Ao que parece – seria preciso analisar o contexto com mais calma: se nos basearmos no fato de que os beliscões acontecem só nessa amiga, pode ser ciúmes. As crianças precisam, tanto para o ciúmes quanto pra outros sentimentos, serem ensinadas sobre como lidar com o que sentem, senão a agressão física aparece (mordidas, tapas, empurrões, beliscões). O que eu sugiro:

  • Mãe e filha num papo aberto. Nesse momento a mamãe tem que ser clara, acolhedora, mas firme “Filha, eu não vou ficar brava se você me contar o que está acontecendo, mas precisamos conversar sobre isso. Quero saber de você, ok?”. Se papos assim forem fortalecidos, foi dado um passo para o “adeus a adolescência rebelde”. Se não funcionar – ou seja, não houver esclarecimento nesse momento – sugiro que as mães (que parecem ser amigas) sentem pra conversar também. Aqui vale sinceridade e lembrar que estamos falando de duas crianças, o que se pode querer para elas é a ajuda e não punição. E por fim, uma mediação de conversa entre amigas. As duas pequeninas conversando, orientadas por um adulto assertivo mas calmo, deverá esclarecer toda situação. É preciso primeiro descobrir porquê isso está acontecendo, pra depois explorar com as crianças possibilidades de resolução.

Se as conversas para resolução de problemas forem estimuladas desde muito cedo, em todas as relações da criança, a possibilidade dela usar de agressividade para resolver as situações é muito menor. Ensinar as crianças e identificarem seus sentimentos e lidarem com eles é fator essencial do bom desenvolvimento infantil.

Agressividade infantil

2 – Minha filha estuda em tempo integral e durante a tarde encontra com um garotinho da mesma idade que quase sempre bate nela. No início, eu dizia que ele não fez por mau, que foi sem querer. Depois passei a orientá-la que ele não podia fazer isso porque isso não era coisa de amigo e que ela conversasse com ele, depois que ela se afastasse, mas o garoto continuava a bater.Um detalhe muito importante: minha filha não bate em ninguém e costuma defender seu ponto de vista, seja disputando um brinquedo quando alguém tenta tomar dela, seja conversando com outras crianças e até mesmo adultos. Ela se expressa muito bem para a idade dela. Uma criança elogiada por todos na escola pelo comportamento e maturidade. Fui procurar a escola e conversar com a coordenadora. Ela comentou que ele realmente era muito difícil com muitas crianças, não apenas com a minha, mas que a escola já havia orientado a família a procurar um psicólogo e a escola também já estava tratando o caso dele. Mas ele continuava a bater. Então um dia, encontrei com a mãe dele na escola e resolvi conversar. Disse que já há alguns meses ele vinha batendo na minha filha, que não havia melhorado e que eu iria a partir de então orientá-la a dar o trôco caso ele continuasse a bater. A mãe dele disse que eles já estavam sendo orientados e que ele iria ao psicólogo. Realmente disse pra ela bater nele umas duas ou três vezes, mas esperei que o garoto evoluísse.

Chegaram a férias e, ufa!! Na volta às aulas, novamente está lá o garoto batendo nela. E novamente procurei a escola. Me disseram que ele havia tido uma tímida melhora, então por acaso encontrei a mãe dele na escola, tentei ter um outro diálogo com ela e fui super mal recebida. Eu estava tentando pedir a ela pra conversar com ele sobre o caso específico da minha filha, pois uma coisa é dizer: ” não bate nos coleguinhas”, outra é dizer: “não bata em fulano de tal…”Ela disse que não iria conversar comigo e que eu procurasse a escola pois ele já estava sendo acompanhado, e ela teve a infelicidade de ofender a minha filha de 4 anos dizendo: ” vai ver que é a sua filha que gosta de apanhar”. No mesmo dia, fui na escola exigir que não deixasse que o garoto tocasse na minha filha com violência. Logo no segundo dia, ela relata que o menino havia batido novamente. Sinceramente, já não estou com paciência e vontade de deixar que as coisas se resolvam na conversa e diplomacia. Como a reação da mãe foi no meu ponto de vista a pior possível, já estou vendo que o menino vai precisar de muito mais tempo para evoluir, pois o problema com a família dele deve ser sério. Já conversei com a escola por cerca de 6 meses e não foi garantida a integridade da minha filha, talvez por acharem que é coisa de criança, não sei… Minha vontade é de ir à justiça processar tanto a escola, como a mãe do menino pelo que ela falou da minha filha. Qual a sua opinião?

Pamela – Infelizmente – ou felizmente – não podemos entrar na casa de todas as pessoas que nos cercam e impormos nossos valores. Todos nós, na verdade, enfrentamos “valentões” todos os dias: É o chefe que explode e é hostil, é o colega de trabalho que intimida, é a pessoa no trânsito que grita e buzina sem motivo. Das duas uma: ou o garoto está precisando de limites impostos pelos pais ou está precisando sim de uma ajuda psicológica. Os pais têm desertado de sua função de estabelecer limites por medo de serem autoritários. Seja como for, outras crianças não podem sofrer as consequências dos atos dele, e é dever da escola garantir a integridade física de todos, um espaço em que possam se sentir iguais e seguros. Sugiro que não perca tempo procurando a outra mãe. Não sabemos o que ela está vivendo, ou se a personalidade dela compactua ou não com as atitudes do filho – e não poderemos mudá-la de qualquer forma. Aí acho que o foco deve ser atuar no problema! Pedir pra menina revidar só fará com que ela entenda que com certas pessoas não há jeito senão a violência. Acho que se ela está tão bem encaminhada na comunicação, seria uma pena fazer isso. O que ela deve é se defender, se proteger. Encontrar formas de não deixar o menino bater nela (até com barreiras físicas mesmo ou com a própria professora), e que ela diga em alto e bom tom “não vou aceitar isso, pare já” para o menino. De qualquer forma, isso não traz bem-estar para a pequena, então sugiro que a mãe tente uma última conversa com a escola, que precisa lidar com a situação.

3 – Olá , preciso de ajuda. Minha filha tem 7 anos e sempre vem da escola com marcas. Ela me conta que tem uma menina na escola que é como um xerife e que todas as outras obedecem por que a garota é violenta. Eu sempre converso com ela;  “filha conte a sua professora o que esta acontecendo para que ela tome uma atitude dentro da sala de aula”. Mas minha filha não conta pra professora dela de jeito algum, pois tem receio da menina bater nela e perder a amizade da mesma. Preciso de uma orientação. Obrigada!

Agressividade infantil

Pamela – O ideal é um papo com orientação pedagógica. Se a orientação tiver um bom aparato de trabalho, farão uma intervenção – dentro da sala dessa menina (sem fazer alarde para ninguém de que foi uma reclamação), e conversarão com as crianças sobre a agressividade, sobre formas de lidar com a raiva e o sentimento de posse. Se o problema persistir (é preciso parceria entre mãe e escola nesse caso pra saber se o problema está persistindo), então a professora deverá conversar com a mãe da aluna agressora, sem expor a criança que foi mordida, relatando apenas o problema, contando da intervenção, dos resultados e da necessidade de ajuda. Acho que é importante lembrar – se me permite o pitaco – que as agressões são “comuns” na infância: as crianças tentarão usar desse recurso vez ou outra, mas a mediação tem que ser feita logo para que ela entenda que isso é inadmissível, que fere o amigo. É interessante fazer as crianças pensarem no que o amigo agredido sentiu e que não é dessa forma que se lida com o que se sente.

Meus pitacos sobre tudo: 

Como a Pamela já comentou, não temos o poder de entrar na casa de cada um, persuadir famílias a educarem seus filhos ou mesmo a enxergarem o que seus filhos fazem ou deixam de fazer. E isso é pra sempre. Dói demais ver nossos pequenos sofrerem agressões por parte de amiguinhos que, a meu ver, não têm culpa alguma! Dói saber que os pais daquela criança não tomam atitude, e às vezes compactuam com o comportamento agressivo. Acreditem, conheço uma porção de pais e mães assim. Mas também deve doer ver um filho ou filha usando a agressividade quando não foi isso que você ensinou… Onde foi que eu errei né? Bem, isso não é pra sempre – pois, quando essa dor existe, estamos falando de pais conscientes, que se importam e que com certeza irão encontrar um jeito de ajudar o pequeno.

Temos que pensar que criamos os filhos para o mundo (como dizem por aí), e que, sim, eles ainda vão lidar com isso na faculdade, no mercado de trabalho, etc – sendo vítima ou atacando (por não saber fazer de outra forma?). Isso serve pra nos dar força para agir sem colocar redomas, e sim ensinando os pequenos a lidarem com a adversidade, diferenças, e com suas próprias emoções. Não estou falando só de quem “recebe o tapa”, mas de quem “dá o tapa” também por alguma razão. Sabe aquela história do “não importa o que fazem com você, mas sim o que você faz com o que fazem com você”? É isso! Há maneiras e maneiras de demonstrar o que se sente.

Agressividade infantil
boys are boys everywhere

Só faço um parênteses. Como mãe, sei que infelizmente tem horas que é preciso mudar o discurso. No meu caso, tive que dizer para Léo que ele poderia revidar na “mesma moeda” – caso não houvesse outra maneira. Foi para deixá-lo seguro a tomar suas próprias decisões. Por conta de todas as lições dadas por aqui, e da personalidade dele, Léo encontra outras formas de evitar o confronto e de se defender: aprendeu a se preservar. Não acho que o convite ao “revide” seja bom, mas… Minha dica é: conheça seu filho melhor que ninguém, converse com ele abertamente e com muito carinho, tente observá-lo como se não fosse a mãe, peça ajuda profissional, e escute a intuição. Assim, fica menos difícil saber qual atitude tomar!

Outros textos sobre agressividade infantil, publicados no blog:

Bulling na Escola: o que fazer? / Como ajudar o filho a se defender / Seu filho bate ou apanha? / O bater, o sofrer e o se defender / O que fazer se o filho bate?

Sobre nossa entrevistada:

Pamela Greco

Pamela Greco é pedagoga formada pela Unicamp, educadora com experiência em Ensino Básico e Ensino Não formal. Estudiosa irremediável de temas do Desenvolvimento Potencial Humano e do Desenvolvimento Infantil. Idealizadora do blog Pais que Educam, atua como palestrante, pedagoga particular em acompanhamentos, reforço escolar e cursos de desenvolvimento global.


Acessórios para quarto de bebê – que ajudam na decoração!

Acessórios para quarto de bebê não faltam e, na minha opinião, são eles que dão o toque especial na decoração. Eu quis fugir do padrão convencional de baby decor no quarto da Manu, e fui buscar em blogs americanos algumas inspirações – o que tornou os detalhes ainda mais essenciais, e a busca por eles bem complicada! Não foi fácil ir atrás dos meus caprichos! Por isso, hoje falo deles: dos itens que ajudaram a deixar tudo do jeitinho que eu queria.

Acessórios para quarto de bebê

Nessa foto, está faltando o que realmente começou a história, o jogo de berço – comprado nos Estados Unidos e um pouco diferente dos daqui – em tons de rosa e cinza. Vou mostrar ele no berço em outro post sobre a decoração completa (nessa fase ainda não estava tudo pronto!), mas pra matar a curiosidade foto abaixo!

Tudo estava indo bem, até que, no alto das 30 semanas de gestação, me dei conta de que o kit não vinha com trocador de cômoda! Começou a corrida contra o tempo, e atrás do trocador em primeiro lugar. Além de querer um que combinasse com o jogo, não queria que fosse fino, como havia usado com Léo, e sim com espuma. Passei dias procurando. Achei alguns, todos rosinha e branco, muito comum pra mim. E finos.

Até que numa madrugada (mesmo!), encontrei a loja dos meus sonhos! E esse não é um publipost, deixo claro. Me apaixonei pela Pilulito, e à primeira vista. Encontrei não só o trocador Chevron (zig zag) que queria, como outros itens diferentes – pra decorar e de quebra me ajudar na rotina com bebê! Fuçando no site, vi que tudo é confeccionado com por uma mãe empreendedora, muitas vezes com tecidos lá de fora. Pronto, eu estava em um relacionamento sério!

Fiz minhas encomendas e vou mostrar quais foram, além de dar meu parecer sobre elas! Quem sabe você também não encontra aquilo que tanto procura e não acha?

Trocador…

Amei!!! Zig Zag cinza e branco com viés da capa plástica em rosa!!! O que mais achei legal, além do Chevron? A espuma tem 5 centímetros de espessura, e a capa é como um “envelope”, fácil de tirar para higienizar. Além disso, dá pra tirar o tecido pra lavar se quiser, porque tem zíper!

Cesta Multiuso ou porta-trecos

Além de charmosa, achei super útil! Pensei que menina sempre tem elástico de cabelo, tiara, pulseiras, e onde guardar? Enquanto ela não chega nessa fase, encontrei outro uso: guardar pomadas no nicho da cômoda, e ajudar a decorar o quarto!

Sacola de Roupa Suja

Vocês já viram alguma assim? Pra mim foi perfeito, porque eu não tinha espaço para cestos no chão (foto abaixo). Aí vi a sacolinha! Tem em várias estampas; fiquei com essa pra quebrar um pouco o padrão rosa e cinza do quarto (o turquesa harmoniza bem com as cores dos outros itens e me dá liberdade para inserir outras coisas depois). Além do mais, é a história da chapeuzinho vermelho, fofo né? Ela fica linda fechada e aberta, vazia ou cheia, e pode ser usada mais tarde (ou a hora que você quiser) pra guardar outras coisas, como brinquedos!

Coloquei ao lado do guarda-roupa, pra dar um charme na lateral branca do móvel, já que ele fica bem na entrada do quarto. Ponto positivo da localização: fica entre a cômoda e o banheiro (posso jogar a roupinha lá tanto pós troca quanto pós banho).

Almofada de apoio (ou só pra decorar mesmo!)Tenho almofada de amamentar e essa não é pra isso. Mas sabe quando você senta na poltrona e sente um vazio na lombar? Pensando nisso (e apaixonada assim quando vi a almofada) encomendei! Rosa e cinza, minha paixão. Elefantinhos, pra fugir da macacada (não quero um tema só dessa vez), e ainda pode ser usado do lado das bolinhas (poás) que tanto amo! Viés charmoso, combinando com o do trocador. Sem palavras.

Lençol de berço com 2 fronhas!

Não sei se encaixa como acessório, mas aqui vai: achei demais! O bebê geralmente regurgita e suja a fronha antes de precisar trocar o lençol de fato, então dá-lhe duas! O lençol de cima e o de baixo também são mais largos e mais compridos do que costumamos ver por aí, sendo que o de baixo tem duas faixas para você amarrar, fazendo com que ele fique sempre bem esticadinho e nunca saia do lugar! Por que ninguém pensou nisso antes? Tinha que ser mãe pra pensar e ainda confeccionar tudo do jeitinho que deve ser.

O conjunto vem com bolsinha de tecido que pode ser usada tanto para guardar os próprios lençóis de forma organizada, como para levar uma muda extra de roupinhas na bolsa por exemplo.

Pra mim, o quarto da Manuela não seria o mesmo sem esses acessórios! Mas sabe o que mais gostei? De conhecer um lugar em que encontro produtos diferentes… Alguém já viu sacolinha de roupa suja pendurada na parede ajudando a decorar o quarto? Por isso, naquela madrugada mesmo, fui logo mandando email para a Kátia, falando do meu amor pelo que tinha visto! Fiz minhas encomendas e ainda perguntei se ela não topava me dar um desconto pra eu poder ter tudo o que queria e de quebra testar pra vocês! A Ká (já me sinto íntima!) faz itens por encomenda e ainda dá sugestões, caso a gente peça. Eu pedi, e ela me tranquilizou sobre combinações de cores:

“Você vai ver que com o tempo o quarto da sua filha vai se transformar, vai aparecer a baguncinha do dia a dia, os presentes que ela vai ganhar, tanto de enfeites como de brinquedos e tudo bem! Você não vai querer ‘esconder’ algum presente só porque não está na paleta de cores que você idealizou para o quarto dela né? Isso é muito mais legal do que aqueles quartos perfeitos e intocados, onde a criança não tem liberdade no próprio quarto porque senão vai ‘estragar’ a decoração entende? O importante para que você consiga manter a ‘alma’ do quarto, ou seja, manter aquele estilo e cores que você planejou, é fazer com que elas prevaleçam sobre as demais cores e objetos; essas cores/estilo precisam ser a base do quarto, mas não precisam dominar tudo, entende? O quarto da sua filha vai lindo, do jeitinho que você imaginou, bem feminino, delicado e com rosa e cinza prevalecendo, mas não dominando tudo. Uma decoração equilibrada, em harmonia e pronta para a vida real, onde não temos controle sobre todas as coisas…”

Fica a dica para todas nós!! E que os quartos se realizem, com a essência que as mamães desejarem, muita criatividade e bom gosto!

Onde, como e quanto: No Atelier Pilulito, também conhecido como “laboratório de coisas fofas para bebê e criança”! Vende online, por preços acessíveis (embora alguns itens sejam mais caros, por conta do tecido importado e outros fatores). Adoro fuçar na fanpage. E pelo contato@pilulito.com.br dá pra conversar direto com a Ká e fazer encomendas personalizadas.