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Aborto e a Legislação no mundo

País Situações permitidas Observações:
Alemanha 1, 2, 3, 4, 5, 6 permite até a 12.ª semana da gravidez, desde que a mulher se encontre em uma “situação de emergência de conflito” e tenha consultado um médico.
França 1, 2, 3 *a, 4até a 10.ª semana, o aborto pode ser feito, mas depende de uma consulta médica. Sendo menor de idade é necessária a autorização dos pais. O Estado assume os encargos financeiros para garantir tratamento igual a todas as mulheres.
Inglaterra 1, 2, 3, 4, 6lei aprovada em 1967 permite a interrupção da gravidez até a 28.ª semana.
Itália 1, 2, 3, 4, 5, 6 *aO aborto é uma escolha da mulher, e pode ser feito nos primeiros 90 dias da gestação. Deve consultar um psiquiatra. Em seguida, passa uma semana de “pausa para reflexão”. Se for menor, precisa da autorização dos pais e, no caso de ser casada, o marido tem que concordar com o aborto.
Dinamarca 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7A mulher pode optar pelo aborto até a 12ª semana de gravidez. É realizado gratuitamente nos hospitais da Dinamarca.
Noruega 1, 2, 3, 4, 5, 6A mulher deve ter a avaliação de dois médicos para realizar o aborto. Menores de 16 anos precisam de uma autorização.
Bulgária 1, 2, 3, 4, 5, 6Os médicos avaliam se pode ou não abortar; porém, é proibido às mulheres casadas sem filhos. Quando há recomendação médica é gratuita, e semi-gratuita em outros casos .
Polônia 1, 2, 3, 5 Apesar de regulamentado, a associação dos médicos do país aprovou novo Conselho de Ética proibindo interrupção da gravidez, a não ser em caso de risco para a mãe, A autorização é exigida para menores de 17 anos.
Canadá 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 O pedido de aborto é submetido a uma comissão, que decide sua aprovação ou não. Não é gratuito e não é necessária a autorização para menores de 16 anos.
EUA 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 A Suprema corte americana consagrou o aborto legal com base no direito constitucional à privacidade no início da década de 70.
Índia 1, 2, 3, 4, 5, 6 Não há outras informações.
Portugal 1, 2, 3, 4, 5Não há outras informações.
Espanha 1, 2, 3, 4, 5 *aNão há outras informações.
Suíça 1, 2, 3 Não há outras informações.
África do Sul 1, 2, 3, 4, 5Não há outras informações.
Marrocos 1, 2Não há outras informações.
Gana 1, 2, 3, 4, 5Não há outras informações.
Aborto e a Legislação

Os números indicados no quadro representam as situações em que o aborto é permitido nos diferentes países:

1 – risco de vida da mulher

2 – risco para a saúde física da mulher

3 – risco para a saúde mental da mulher

4 – risco para a saúde ou lesão do feto

5 – gravidez não desejada por estupro

6 – situação sócio econômica

7 – por solicitação

*a – indica como limite os três primeiros meses da gravidez


O que nosso filhos podem assistir na televisão

Vamos mostrar o que nossas crianças devem ver na tv aberta e fechada, canais idades recomendadas e jeitos simples de possuir um acesso a ele de foram econômica sem precisar contratar todos os canais da televisão por assinatura que nos obriga a assinar toda uma grade

Cada canal é recomendado para uma faixa etária, ou seja é recomendado eles assistir por alguns tempo normalmente deixo no máximo uma hora o canal indicado pela idade dele segue abaixo uma lista dos canais e idades que os canais recomenda.

  • Baby TV – 0 a 3 anos
  • Boomerang 2 a 5 anos
  • Cartoon Network 6 a 12 anos
  • Discovery Kids 1 a 5 anos
  • Disney Channel 7 a 12 anos
  • Disney Junior 12 a 15 anos
  • Disney XD 3 a 7 anos
  • Nick Jr 12 a 15 anos
  • Nickelodeon 3 a 10 anos
  • Tooncast partir 10 anos
  • TV Rá-Tim-Bum 5 a 12 anos
Canais para crianças

Vamos focar aqui no canal Baby tv ele é otimo para bebes ajudam no seu desenvolvimento, com musica e vídeos educativos para ensinar as cores numero letras e cantigas infantis .

O canal foi criado em 2003 Israel é dedicado a bebes até 3 anos de idade veio para o Brasil a pouco temo ele é fornecido pela fox aqui em nosso pais

Como Assistir os canais

O Canal é oferecido pelas operadoras NET, Oi TV, Claro TV preço varia de cada região e pacote o minimo que vi é cerca de 60,00 reais por mês na oi tv


Outra forma de possuir o canal é com um decodificador e uma antena apontada para o satelite c4, simples só precisa ter um aparelho desse que se encontra facilmente aqui em São Paulo na Santa Efigênia,

Depois de possuir o receptor compatível existem milhares os mais conhecidos Tocomsat, cinebox. Irá precisar de um Servidor CS privado para pedir um teste cs gratis é simples só entrar no site e preencer seu nome email e chegar uma amotra do sistema gratuitamente por 48 horas.

Outra forma melhor e mais simples é o famoso IPTV ele transmite apenas pela internet e funciona em qualquer dispositivo com acesso a internet com mais de 6 mega Como

  • Vídeo Game
  • Televisão com Internet
  • Celular
  • Tablet

Nele é simples eles dão um lista e você mesmo add ela no seu aparelho no yotube com configurar o iptv pago é muito fácil de utilizar e recomendo pois só precisa de uma internet sem tecnicos ou outro aparelhos específicos

vídeos educativos

Conclusão

Se precisa dispor de apenas os canais para seus filhos recomendo o IPTV pois ele o custo é baixo o que pagaria por mês na operadora nele paga o ano todo, agora se deseja ter um serviço com com uma empresa certificada escola a nettv.


Aborto Tudo que você precisa saber

Este é um tema que envolve questões ligadas à ética, religião, direitos, valores … Enfim um tema polêmico e que está presente em todas os debates sobre sexualidade, saúde sexual e direitos reprodutivos. Na maioria das vezes, as discussões são realizadas de forma polarizada, com visões extremadas, sem levar em conta as intermediações necessárias para o melhor entendimento e compreensão desta questão.

O que é aborto

É papel dos/as educadores/as ampliar ao máximo esta discussão, trazer a pluralidade de opiniões e de situações, para que o tema não seja abordado de forma a reduzir a discussão no julgamento ou na posição de “contra” ou “a favor”. Esta é uma armadilha que devemos evitar. Nesse sentido, expomos aqui diversas informações e sugerimos algumas atividades que possam contribuir no planejamento dos debates sobre esse tema, que é frequentemente solicitado pelos adolescentes.

O que é o aborto?

Aborto é a interrupção da gravidez, e pode ocorrer de forma espontânea ou provocada. Aborto é uma questão de saúde pública e direitos reprodutivos. Quando falamos em cidadania, estamos falando de um conceito que ganhou, nestas últimas décadas, uma ampliação e abrangência para além dos direitos civis e políticos e dos deveres estabelecidos pela Constituição. Aos indicadores tradicionais da cidadania – liberdade de expressão, de organização e filiação partidária e o direito a votar e ser votado- somam-se o direito à educação, à saúde, à moradia, ao lazer, ao meio ambiente saudável, à informação e à igualdade sem discriminações de sexo, raça/etnia e de orientação sexual. Mais recentemente, outro indicador que se incorpora no conceito de cidadania é o reconhecimento dos direitos reprodutivos e do acesso a saúde reprodutiva. Essa conquista se expressa já na Conferência Mundial sobre os Direitos Humanos – Viena/1993 -, que reconhece que os direitos humanos da mulher , em todas as fases de sua vida, são inalienáveis; portanto, constituem parte integrante e indivisível dos direitos universais. Na Plataforma de Ação Mundial, elaborada na IV Conferência Mundial da Mulher – Beijing /1995 – o capítulo dedicado à saúde da mulher traz novos avanços:

• recomenda a todos os países a revisão das leis punitivas em relação à realização de abortos ilegais, e reconhece o aborto como uma questão de saúde pública.

Estas conquistas asseguram a função reprodutiva como um direito e não como função obrigatória ou mesmo como “destino” para as mulheres. Mesmo que os compromisso assinado pelos países presentes na Conferência Mundial da Mulher, inclusive o Brasil, ainda permaneçam mais no papel do que na prática, eles servem como parâmetros para decisões dos governos na área de saúde sexual e reprodutiva e, sem dúvida, representam a luta do movimento de mulheres e do movimento feminista, que sempre pautou a questão dos direitos reprodutivos, da autonomia das mulheres sobre seu corpo e da importância de políticas públicas voltadas para as mulheres na área da saúde, educação e demais setores.

aborto na adolecencia

E no Brasil, qual é a situação sobre o aborto?

Desde 1940, o Brasil, através do Código Penal, autoriza a interrupção da gravidez quando a mulher corre risco de vida, e em casos de estupro e violência sexual. Mas, mesmo nestes casos, ainda é insuficiente o atendimento. Nos setores públicos de saúde, são raros os hospitais que oferecem serviços para realizar o aborto legal. Para sanar esta deficiência no atendimento, o Ministério da Saúde, em 1999, assume uma postura mais ofensiva, e divulga uma portaria indicando que todos os hospitais públicos realizem esse atendimento. Segundo o Ministério da Saúde, o aborto é a quarta causa de mortalidade materna no país. São realizados aproximadamente 2 milhões e 400 mil abortos clandestinos, na sua grande maioria em locais sem as mínimas condições de higiene e segurança para a mulher, e que têm como conseqüência riscos à sua saúde – e, muitos casos, resultam em morte. O maior índice de mortalidade em decorrência do aborto realizado nestas condições se encontra nas mulheres pobres, uma vez que as mulheres ricas têm acesso a clinicas com condições adequadas de atendimento, mesmo que seja clandestino.

Estima-se que 10% dos abortos praticados no mundo sejam feitos por adolescentes entre 15 e 19 anos. Os dados do Brasil, de 1996, estimam 250 mil abortos em jovens menores de 19 anos. No Congresso Nacional, atualmente, existem 8 projetos de lei que tratam deste tema, indo desde a possibilidade da mulher decidir pela interrupção da gravidez como uma escolha sua até o caso de interrupção devido a mal formação do feto. No pré-projeto para a revisão da Parte Especial do Código Penal, foram consideradas como indicações de aborto legal: o aborto voluntário, por razões médicas, econômicas, sociais, familiares ou psicológicas; o aborto terapêutico; o aborto ético e o aborto em razão de malformações graves e irreversíveis do feto.

Um dos argumentos mais aceitos a favor da legalização do aborto no Brasil é que se trata de uma questão de saúde pública e um direito da mulher. A legalização do aborto não obriga a pessoa a realizá-lo, se isso contraria seus valores morais ou religiosos. As religiões existentes no Brasil assumem posições que vão desde a proibição terminante do aborto à sua aceitação. Discutir o aborto não é fácil! Para discutir este tema, deve-se levar em conta que, em nossa cultura, existem diferentes posicionamentos: desde pessoas e instituições que acreditam que o aborto é moralmente errado, até aquelas que entendem que a mulher tem o direito de escolha se quer ou não interromper a gravidez. O tema nvolve convicções, debate sobre autonomia, valores, preconceitos e entendimento das questões das mulheres. Aborto não é um método contraceptivo. Por isso, sempre que se fala em atendimento à saúde da mulher e direitos reprodutivos, fala-se do atendimento na rede pública que permita a mulheres e homens o atendimento integral em todas as fases de suas vidas, o acesso a todos os métodos contraceptivos e a interrupção da gravidez em condições adequadas e seguras.

O que fazer quando uma jovem é descoberta abortando no banheiro da escola?

Existem drogas, que foram comercializados inicialmente na forma de comprimidos para tratamento de úlcera de estômago e são usadas em hospitais para a indução de parto. São também usados ilicitamente para povocar aborto. Se a jovem provoca um aborto por qualquer meio, deve ser encaminhada a um hospital ou maternidade imediatamente, pois a hemorragia, nestes casos, pode ser intensa, e também porque pode haver risco de infecção. Sempre que uma garota provocar um aborto, deve receber apoio e aconselhamento para o uso de contraceptivos, pois é uma experiência traumática e arriscada, que não deve ser repetida.

O aborto não é um método contraceptivo. O melhor meio de prevenção da gravidez não planejada e do aborto entre os jovens é o diálogo aberto sobre a sexualidade, o prazer e a responsabilidade que deve acompanhar qualquer usufruto de prazer e informação clara e objetiva sobre os modos de evitar gravidez.